Animais

Um Vídeo Captou uma Árvore Durante um Ano - e Todos os Animais que Apareceram

Fotógrafos de vida selvagem registam momentos íntimos de animais em vídeo depois de 365 dias de filmagens na Itália.quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Por Casey Smith
Uma Camara Filmou Uma Árvore Durante Um Ano - Veja o Que Captou
Uma Camara Filmou Uma Árvore Durante Um Ano - Veja o Que Captou

Um urso curioso a correr de volta para a mãe. Veados seguindo uns atrás dos outros neve afora. Um lobo italiano a fazer uma pausa para se aliviar junto a um arbusto. Estes animais — e os seus momentos íntimos na selva — foram registados em novas filmagens feitas ao longo de um período de 365 dias consecutivos.

Os fotógrafos Bruno D'Amicis e Umberto Esposito apontaram a câmara para uma faia no Parque Nacional de Abruzzo, Lazio e Molise, e filmaram o local entre junho de 2016 e maio de 2017.

Nas quatro estações exibidas pela câmara, podemos ver a passar junto à árvore um conjunto variado de ursos, lobos, texugos, veados e javalis. Alguns passam sem parar enquanto outros param para cheirarem a árvore ou a usarem para coçar as costas. 

De acordo com D'Amicis, a árvore escolhida para o projeto de um ano — uma árvore onde os ursos coçam o dorso para marcar o território — era “especial” porque funcionava como um cruzamento de odores, sinais e mensagens deixadas pela “extraordinária vida selvagem”.

No entanto, um dos principais destaques de toda a filmagem foi, segundo D’Amicis, o aparecimento do urso-pardo-europeu. Estes ursos, também conhecidos como ursos-marsicanos, são uma subespécie em perigo crítico do urso-pardo com um habitat limitado ao Parque Nacional de Abruzzo e às zonas circundantes.

A dupla afirmou que esperava filmar os animais de “formas que o público normalmente não vê”.

D’Amicis disse ao Daily Mail que espera que o vídeo transmita uma mensagem de conservação: “Fico contente por haver muita gente a compreender a importância daquelas florestas únicas e a aperceber-se de que mesmo num país como a Itália, tão densamente povoado, continua a haver uma grande abundância de vida selvagem que vale a pena preservar.”

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