As melhores fotografias de animais de 2021

Uma girafa resgatada, um sapo transparente, uma medusa paralisada: entre milhares de imagens, os editores da National Geographic selecionaram estas 28 fotografias impressionantes de animais.

As baleias beluga são brincalhonas e curiosas. Na ilha Somerset, no Ártico canadiano, estas baleias podem apanhar pedras e oferecê-las umas às outras, podem virar algas ao contrário e exibem-se como se estivessem a usar uma tiara ou peruca. Quase 2.000 baleias beluga brincam nesta região todos os verões, cuidando da sua prole, comunicando através de assobios e nadando em grupos de companheiros e familiares. A cultura das beluga está enraizada nas relações sociais duradouras, e os cientistas suspeitam que estes animais estão entre as diversas espécies de baleias que partilham tradições culturais, como acontece com os humanos. (Do artigo “O mundo oculto da cultura das baleias”, abril de 2021.)

Fotografia de Brian Skerry
Publicado 9/12/2021, 15:08

Uma cria de baleia beluga, aninhada no seio da sua família, desliza pelo fundo rochoso do mar. A sair da sua boca está uma pedra – um brinquedo para passar entre as baleias. Os cientistas acreditam que as beluga têm estruturas sociais complexas: ensinam umas às outras as rotas de natação e usam chamamentos individuais, possivelmente para transmitir as suas identidades; brincam e divertem-se juntas, balançam as barbatanas e esfregam os corpos ao longo do fundo do mar para esfoliar a pele. Resumindo, envolvem-se em brincadeiras, mas estamos apenas a começar a compreender a cultura das baleias.

A fotografia de Brian Skerry de uma jovem beluga brincalhona é uma das 28 imagens selecionadas pelos editores de fotografia da National Geographic como as melhores fotografias de animais de 2021.

Este ano, enquanto o mundo humano lidava com a incerteza devido à pandemia, o mundo oculto dos animais selvagens continuava no seu quotidiano. Algumas das imagens mais deslumbrantes da National Geographic captam as maravilhas da natureza: os retratos de Eduard Florin Niga revelam em detalhe a diversidade de alguns dos rostos mais diminutos do mundo – os rostos das formigas. Jennifer Hayes e David Doubilet levam-nos a mergulhar em alto-mar durante a noite, oferecendo visões de peixes-vaca radiantes e lúcios a deslizar na escuridão. A fotografia de Brian Brown de uma abelha-das-orquídeas iridescente, captada numa torre de 40 metros na Amazónia brasileira, apresenta-nos um primo tropical dos zangões dos nossos quintais – um dos muitos insetos amazónicos descobertos e fotografados pela primeira vez. Estas imagens ajudam-nos a olhar para além de nós próprios e a encontrar tranquilidade na beleza e complexidade da vida dos animais.

O espectro dos humanos, porém, nunca está muito longe. Em algumas das imagens mais poderosas de vida selvagem dos nossos fotógrafos existe a presença de uma ameaça. Os suricatas e pangolins fotografados por Thomas Peschak no deserto de Kalahari, um ponto de foco das alterações climáticas, destacam a sua vulnerabilidade. A imagem de Mélanie Wenger de um curioso pinguim-africano em Simon’s Town, na África do Sul, destaca uma espécie que está mais ameaçada do que o rinoceronte-branco e pode ficar extinta em 15 anos.

Outras fotografias destacam quem tenta ajudar. As imagens de Brent Stirton de um zelador a embalar uma gorila moribunda que ajudou a criar e de um piloto a voar com chimpanzés órfãos para um santuário, bem como as fotografias de Nichole Sobecki de crias de chita resgatadas do comércio de animais de estimação, documentam as vítimas da violência e os humanos que tentam reparar os terríveis danos.

O tema dominante nesta coleção, diz Kathy Moran, diretora-adjunta do departamento de fotografia da National Geographic, que fez a curadoria das imagens, é a ligação humano-selvagem. “Os nossos fotógrafos preocupam-se tanto com as histórias que contam que estão dispostos a fazer os possíveis para captar imagens que ninguém viu antes, partilhando o mundo natural e tudo o aquilo a que devemos prestar atenção.”

Kathy Moran, que se vai reformar este mês após 40 anos na National Geographic, reflete sobre a forma como o nosso fotojornalismo de vida selvagem mudou ao longo das décadas. “Quando comecei, o que víamos eram histórias de animais, e era vida selvagem pura – história natural pura.” As fotografias que celebram os animais já definem a narrativa de vida selvagem da National Geographic há anos.

“Vai haver sempre um lugar onde esse tipo de encanto é necessário”, diz Kathy Moran. “Contudo, comecei a perceber cada vez mais que manter o foco apenas nessa vertente significava que só estávamos a contar metade da história.”

De acordo com Kathy Moran, o fotojornalismo de vida selvagem da National Geographic evoluiu para olhar para além do simples motivo de um animal ser fascinante, ao olhar para os problemas que esse animal enfrenta. “Com o trabalho dos nossos fotógrafos, tentamos encontrar um caminho que seja benéfico os animais – e para nós. Este aspeto da narrativa começou realmente a significar mais para mim... senti realmente que a imagem mais incrível da história natural não faria sentido se aquele animal estivesse sob a ameaça de X, Y e Z, e nós não o mostrássemos.”

Uma pantera atravessa um riacho no Refúgio Nacional de Vida Selvagem, no sudoeste da Flórida. Estes felinos raramente são avistados, restam cerca de 200 individuos, mas estão a reivindicar território a norte das Everglades. Contudo, o seu habitat está ameaçado devido à expansão suburbana. Em junho, a Flórida promulgou proteções abrangentes para os corredores de vida selvagem essenciais para a sua sobrevivência. (Do artigo “Como o felino mais ameaçado da América pode ajudar a salvar a Flórida”, março de 2021.)  

Fotografia de Carlton Ward
Esquerda: Superior:

Os chamados sapos de vidro – habitantes minúsculos das árvores da América Latina que têm uma pele translúcida – são mestres da camuflagem. O sapo de vidro de Manduriacu é um caçador oportunista e aguarda pacientemente até que um pequeno inseto ou aranha passe para atacar.

Direita: Fundo:

Pendurados na ponta de uma folha vemos os embriões do sapo de vidro de Wiley, endémicos dos Andes orientais do Equador. Quando os ovos eclodem em girinos, caem no riacho por baixo e continuam o seu desenvolvimento. (Do artigo “Estes sapos transparentes estão repletos de surpresas”, julho de 2021.)

Fotografia de Jaime Culebras

No Santuário de Elefantes de Reteti, no norte do Quénia, elefantes órfãos recebem uma garrafa com uma fórmula de leite a cada três horas. As crias de elefantes costumavam ser alimentadas com uma fórmula infantil importada, mas quando os mantimentos começaram a escassear devido à pandemia, a equipa do santuário trocou o leite por uma fórmula feita com leite de cabra local, que é mais barato, mais sustentável e mais fácil de obter. Os elefantes estão a prosperar com a nova dieta. (Do artigo “Cabras ajudam elefantes órfãos no Quénia”, agosto de 2021.)

Fotografia de Ami Vitale

Esta imagem de um enxame de gafanhotos na Lewa Wildlife Conservancy, no norte do Quénia, mostra uma cena frenética. Os enxames de gafanhotos podem variar de dimensão – desde menos de um quilómetro quadrado até aos 1.100 quilómetros quadrados – com 40 a 80 milhões de gafanhotos. Desde o final de 2019, nuvens de gafanhotos têm coberto o Chifre de África, devorando plantações e pastagens – e desencadeando uma ação de pulverização de pesticidas terrestres e aéreos em oito países. Porém, estes produtos químicos podem ser devastadores para a vida selvagem. (Do artigo “Uma praga de gafanhotos atingiu África Oriental. Os pesticidas usados como solução podem ter consequências terríveis”, março de 2021.)

Fotografia de David Chancellor
Esquerda: Superior:

Ao largo de Marselha, 78 metros abaixo da superfície do Mar Mediterrâneo, camarões narvais flutuam em florestas de coral negro. (O coral tem o nome do seu esqueleto negro, mas o tecido vivo é branco.) Os camarões têm cerca de dez centímetros de comprimento e enviam sinais com toques nas antenas. No Mediterrâneo, foram encontrados pedaços de plástico entranhados nestes camarões.

Direita: Fundo:

Os banhistas de todo o Atlântico Norte fogem quando avistam esta medusa, Pelagia nociluca, vulgarmente conhecida por ferrão malva – tem células urticantes a cobrir os seus tentáculos e todo o corpo. Mas um coral negro paralisou esta medusa perto de La Ciotat, no sul de França. (Do artigo “Investigadores passaram 28 dias submersos – e encontraram outra Terra”, abril de 2021.)

Fotografia de Laurent Ballesta

Anthony Caere, piloto do Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, embala os jovens chimpanzés Felix e Mara enquanto os leva para o Centro de Reabilitação de Primatas de Lwiro. As famílias destas crias foram mortas por caçadores furtivos. Anthony Caere, que sobreviveu a um acidente de avião em 2017, diz que ajudar a resgatar chimpanzés lhe dá um propósito. (Do artigo “Santuário de África Central oferece esperança aos chimpanzés – e aos seus salvadores”, setembro de 2021.)

Fotografia de BRENT STIRTON

Ndakasi, uma gorila-das-montanhas, faleceu nos braços do seu tratador no dia 26 de setembro, pouco depois de esta fotografia ter sido captada, após doença prolongada. Andre Bauma e outros tratadores no Centro de Gorilas-das-montanhas de Senkwekwe, na República Democrática do Congo, cuidavam de Ndakasi desde 2007, quando foi encontrada ainda criança agarrada ao cadáver da sua mãe. Ndakasi foi a única da sua família de gorilas em perigo crítico de extinção a sobreviver a um ataque que mais tarde foi associado a produtores ilegais de carvão. (Do artigo “Recordar Ndakasi, uma adorada gorila-das-montanhas”, outubro de 2021.)

Fotografia de Brent Stirton/Getty Images

As abelhas-das-orquídeas, primas tropicais dos zangões e abelhas, estavam entre os inúmeros insetos invulgares que os entomologistas recolheram numa torre de observação com 40 metros de altura em Manaus, no Brasil. A maioria dos entomologistas estuda a vida no solo, mas estes cientistas olharam para cima – e encontraram uma diversidade impressionante de novas criaturas. (Do artigo “Centenas de insetos invulgares descobertos no dossel da Amazónia”, março de 2021.)

Fotografia de Brian Brown
Esquerda: Superior:

Os “retratos” de formigas do fotógrafo Eduard Florin Niga revelam os rostos de formigas com detalhes microscópicos. À esquerda vemos uma formiga Paraponera clavata, que é nativa da América Latina e tem uma das picadas mais dolorosas de todos os insetos.

Direita: Fundo:

À direita está um membro do género Camponotus, um grande e complexo grupo de formigas encontrado pelo mundo inteiro, englobando mais de mil espécies. (Do artigo “Estes ‘retratos’ de formigas revelam como estes insetos são belos e diversos”, maio de 2021.)

Fotografia de Eduard Florin Niga

Carla Heras, voluntária do Santuário Gaia em Camprodon, Espanha, embala o pato Laietana, que é um dos 1.500 animais – a maioria resgatada na rua e da indústria agrícola – que vivem no centro. O Santuário Gaia está entre as dezenas de santuários em Espanha que abrigam animais que foram criados para a indústria alimentar. (Do artigo “Em Espanha, os santuários são lares duradouros para os animais de criação resgatados”, abril de 2021.)

Fotografia de Ana Palacios

Uma nuvem de ovos e espermatozoides de coral em Moore Reef, parte da Grande Barreira de Coral. Esta “disseminação de desova” anual – desencadeada pelo ciclo lunar, temperatura da água e duração do dia – dá aos corais uma forma de se reproduzirem sexualmente e manter a diversidade genética. Mais de um quarto dos corais conhecidos no mundo estão ameaçados de extinção. “Alegria e alívio flutuam na tempestade de desova dos corais sobreviventes”, diz o fotógrafo David Doubilet. (Do artigo “Como os recifes de coral poderão sobreviver às alterações climáticas”, abril de 2021.)

Fotografia de David Doubilet e Jennifer Hayes
Esquerda: Superior:

Quando a noite cai em alto-mar, há um mundo para explorar. À esquerda, um peixe juvenil da família Carangidae esconde-se atrás de uma medusa – conduzindo-a como se fosse uma lancha. A medusa fornece proteção contra predadores, enquanto o peixe se pode alimentar dos parasitas que se agarram ao seu hospedeiro.

Direita: Fundo:

À direita, um peixe-vaca juvenil – do tamanho de uma moeda – flutua ao largo da costa indonésia. (Do artigo “Conheça as criaturas do mar noturno”, setembro de 2021.)

Fotografia de David Doubilet e Jennifer Hayes

No Parque Nacional das Montanhas Rochosas do Colorado, um pika sai do sol e entra numa caverna rochosa, onde está mais fresco. Adaptados para sobreviver aos invernos a alta altitude, os pikas são particularmente sensíveis ao aquecimento durante o verão. Com a ajuda de voluntários, o Projeto Pika do Colorado visa reunir o máximo de dados possível para proteger melhor esta adorada espécie nativa. (Do artigo “Estes pequenos animais parecidos com coelhos têm uma estratégia invulgar para sobreviver ao inverno”, agosto de 2021.)

Fotografia de Kristi Odom

Todos os anos em fevereiro, antes de começarem uma jornada exaustiva para norte, os gnus – juntamente com muitas zebras que viajam com eles – reúnem-se para pastar e parir nas planícies junto à fronteira sul do Parque Nacional do Serengeti, na Tanzânia. Todos os anos nascem aqui meio milhão de jovens gnus, uma média de 24.000 por dia. As crias conseguem andar poucos minutos após o nascimento. Cerca de 1.3 milhões de gnus seguem anualmente as chuvas sazonais num ciclo que é oposto ao sentido dos ponteiros do relógio, desde a Tanzânia até ao Quénia e de volta – naquela que é a maior migração terrestre do planeta. (Do artigo “Os gnus são os reis improváveis do Serengeti”, novembro de 2021.)

Fotografia de CHARLIE HAMILTON JAMES

Os guias da Reserva Nacional Masai Mara, no Quénia, apelidaram estas chitas de “Cinco Magníficos”. Estas chitas macho caçam juntos há mais de quatro anos. Os machos normalmente são competitivos, mas a espécie é social e altamente adaptativa. Estes animais permanecem juntos enquanto a aliança for benéfica. (Do artigo “A necessidade urgente de proteger a intrincada teia de vida do Serengeti”, novembro de 2021.)

Fotografia de CHARLIE HAMILTON JAMES

Uma chita de sete meses de idade, no banco de trás de um veículo, sibila para a mão estendida de um cuidador. As autoridades intercetaram esta cria, mais tarde denominada Astur, antes de ser vendida a um contrabandista. Porém, todos os anos há dezenas – talvez centenas – de chitas demasiado jovens que são traficadas da Somalilândia para os estados do Golfo Pérsico, para serem vendidas como animais de estimação. (Do artigo “Como as crias de chita traficadas passam da natureza para o seu Instagram”, agosto de 2021.)

Fotografia de Nichole Sobecki
Esquerda: Superior:

Com o nome somali de “Nariz”, San estava entre as 10 crias resgatadas em outubro de 2020 após uma detenção de alto perfil do contrabandista de chitas Cabdi Xayawaan, considerado culpado de tráfico de vida selvagem. San estava com o nariz muito ferido e chorou ao início, mas desde que foi alojada com Link e Zelda (à direita), ficou mais calma.

Direita: Fundo:

Os irmãos Link e Zelda também foram resgatados no caso de Cabdi Xayawaan. Batizados com o nome de personagens da série de videojogos The Legend of Zelda da Nintendo, os dois são inseparáveis – mesmo quando Link irrita Zelda com os seus modos mais agressivos. (Do artigo “Como as crias de chita traficadas passam da natureza para o seu Instagram”, agosto de 2021.)

Fotografia de Nichole Sobecki

Para os suricatas no deserto de Kalahari, no sul de África, a sobrevivência é um esforço coletivo. Os sentinelas estão atentos ao perigo, os adultos mais fracos, principalmente as fêmeas, alimentam e cuidam das crias e das fêmeas mais velhas. Ainda não se sabe de que forma as alterações climáticas irão afetar os suricatas em Kalahari, mas os verões mais quentes e secos podem reduzir a sua população. (Do artigo “A subida da temperatura coloca o ecossistema de Kalahari nos limites da sobrevivência”, julho de 2021.)

Fotografia de Thomas P. Peschak

Emergindo das suas tocas após o anoitecer, os pangolins terrestres comem individualmente cerca de 15.000 formigas e térmites por noite – são 5.5 milhões por ano. No entanto, a abundância de insetos depende da presença de ervas saudáveis, o fio condutor que liga a vida às areias pobres em nutrientes do Kalahari. Sem chuvas de verão, não há ervas saudáveis. Este deserto é um ponto de foco das alterações climáticas: conforme a subida da temperatura altera os padrões de chuva, animais como o pangolim enfrentam um futuro incerto. (Do artigo “A subida da temperatura coloca o ecossistema de Kalahari nos limites da sobrevivência”, julho de 2021.)

Fotografia de Thomas P. Peschak

Quando uma ilha no lago Baringo, no Quénia, inundou repentinamente no final de 2020, as suas oito girafas raras ficaram presas. Uma equipa de resgate transportou os animais um por um, começando com uma fêmea chamada Asiwa, para um santuário recém-construído no continente, usando uma barcaça construída com tambores de metal, vigas de aço e lonas. (Do artigo “Como antigos inimigos trabalharam juntos para salvar estas girafas raras”, abril de 2021.)

Fotografia de AMI VITALE

Simon’s Town, na África do Sul, é o lar de uma enorme colónia de reprodução de pinguins-africanos. Alguns pinguins habituaram-se aos humanos, instalando-se em jardins domésticos e vagueando pelas casas das pessoas. Algumas pousadas estão a aproveitar isso, usando a presença dos pinguins como atração, mas os especialistas em pinguins alertam que esta habituação faz com que as aves atravessem estradas ou sejam atropeladas por carros. A época de pico do turismo coincide com a muda anual das aves, um evento de verão em que os pinguins não conseguem procurar comida durante várias semanas, tornando-os mais vulneráveis ao stress. (Do artigo “Os únicos pinguins de África enfrentam um futuro incerto”, outubro de 2021.)

Fotografia de Melanie Wenger, National Geographic

Uma foca-leopardo flutua ao lado de um icebergue na costa oeste da Península Antártica. As bolhas de ar libertadas pelo gelo derretido colam-se à objetiva da câmara subaquática. Para estas focas, os blocos de gelo são um lugar para procriar e fazer a muda, e fornecem habitat para o krill, uma presa importante. (Do artigo “Um mundo gelado está em colapso – com a população de pinguins a sinalizar problemas”, outubro de 2021.)

Fotografia de Thomas P. Peschak


Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com

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