O papel da EDP na proteção do planeta

Conheça o contributo da EDP em prol de um planeta mais sustentável, mais inclusivo, e alinhado com as metas definidas pela COP26.
Publicado 21/03/2022, 11:46

À medida que a concentração de gases poluentes bate novos recordes, o planeta clama por ajuda e os seus sinais de alerta ecoam em inundações devastadoras, vagas de calor inéditas, incêndios de grande dimensão, degelo precoce, e outras manifestações naturais.

Os líderes mundiais sentaram-se à mesa de negociações durante a 26ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP26), no final do ano passado, em Glasgow, com a expetativa de cumprir o que o Acordo de Paris prometeu e de reforçar a ambição da ação climática. As expetativas eram altas, em resposta ao contexto de emergência, mas ficou claro que nem todos estão a fazer o caminho da transição energética à mesma velocidade e com a mesma ambição. Ainda assim, deram-se passos significativos no acordo entre líderes e assumiram-se compromissos inéditos, como no caso de carvão, sendo mesmo a primeira vez que um acordo climático global refere a meta de reduzir a produção de carvão nos próximos anos. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu que os EUA “vão liderar pelo poder do exemplo” no esforço para reduzir as emissões dos gases com efeito de estufa. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, alertou que a “raiva e impaciência do mundo serão impossíveis de conter”. O secretário-geral da ONU, António Guterres, foi mais longe e disse que o mundo está a “cavar a própria sepultura”, se não houver ação imediata.

Para enfrentar e mitigar as alterações climáticas e, ao mesmo tempo, contribuir para uma economia verde, é fundamental que as nações reforcem os compromissos com a descarbonização, dando provas da sua fidelidade ao planeta. Enquanto as ambições climáticas aumentam, o setor energético tem um papel determinante na transição para um futuro verde. Descubra como a EDP está a destacar-se com metas audazes e a dar passos para um mundo mais sustentável.

O trilho da EDP para a diminuição das emissões até 2030

Atingir as metas ambientais definidas no Acordo de Paris e reforçadas na COP26, assegurando a neutralidade de carbono global em meados do século e cumprindo o objetivo de não ultrapassar 1,5 graus de aquecimento, não será fácil.

Há desafios que não são novos para a EDP. Com uma aposta na energia hídrica desde a sua génese, na energia eólica desde o início do século e, há alguns anos, na energia solar, o grupo trabalha agora para se tornar 100% verde até 2030. No final da década pretendem servir-se apenas da força do vento, do sol e da água para produzir energia exclusivamente renovável a partir de mais de 20 mercados. O plano de negócios, com um investimento de 24 mil milhões de euros, irá intensificar o compromisso da EDP com a descarbonização e antecipar em 20 anos a meta de atingir a neutralidade carbónica.

Até 2025, a EDP pretende duplicar a capacidade de produção de energia eólica e solar e ambiciona aumentar 10 vezes o número de famílias e empresas com soluções para autoconsumo da energia solar.

Em 2021, o grupo já deu passos importantes no trilho para se tornar 100% verde. Em Portugal, abandonou a produção a carvão no início do ano (seguindo-se os restantes territórios até 2025) e criou duas unidades para explorar o hidrogénio verde e sistemas de armazenamento de energia.

Ao longo do ano, a empresa instalou centenas de soluções solares em casa dos seus clientes ou nos escritórios de várias empresas, continuou a reforçar a resiliência das suas redes e a fazer crescer a rede pública de carregamento para veículos elétricos. Através de um investimento sem precedentes em inovação e digitalização, o grupo EDP manteve a sua aposta na inovação aberta e numa organização cada vez mais eficiente e digital.

O parque solar flutuante na barragem do Alqueva com 12 mil painéis solares, ainda em construção, deverá começar a produzir energia nos próximos meses e abastecer o equivalente a 25% das famílias da região. Em 2020, foi inaugurado o Windfloat – o primeiro parque eólico offshore da Europa continental - instalado ao largo de Viana do Castelo e que, no primeiro ano, produziu energia suficiente para 60 mil pessoas.

Apoiar os que estão a mudar, já hoje, o amanhã

Da estratégia da EDP faz também parte a responsabilidade social perante as comunidades em que está presente, sendo a aposta em talentos nacionais uma das áreas de foco. Da arte ao desporto, o grupo desenvolveu e apoiou um conjunto de projetos criativos que representam as energias renováveis que produz. Partilhamos algumas das iniciativas que já foram lançadas.

Através da EDP Art Reef, Vhils irá intervencionar peças de centrais que produziam carvão já encerradas, que em 2022 serão submersas ao largo de Portugal, permitindo criar um novo ecossistema marinho e uma exposição subaquática.

Francisco Lufinha, recordista mundial de kite surf, atravessou o Atlântico a solo num kiteboat movido apenas pela força do vento no final de 2021. O atleta português viajou sozinho entre Portugal e as Caraíbas, na EDP Atlantic Mission.

Mantendo o seu apoio ao surf, a EDP lançou um programa de mentoria a cinco jovens atletas, com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos. Três portugueses e dois espanhóis estão a receber formação intensiva de surf nos principais destinos mundiais da modalidade.
 

Enquanto o tempo para travar o aquecimento global se esgota, a EDP está a acelerar os esforços por um planeta mais equilibrado e saudável.

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