Para um futuro mais sustentável, não há mudança sem um esforço conjunto

No caminho para um futuro mais verde, são necessários esforços conjuntos e concomitantes. Descubra a estratégia da EDP para apoiar artistas e atletas, e lutar pela conservação do planeta.
Por Filipa Coutinho
Publicado 1/04/2022, 09:44

Porque todos os dias contam na corrida à mitigação das alterações climáticas, a EDP acredita que é imperativo “mudar, já hoje, o amanhã”. O grupo pretende liderar a transição energética, que entende dever ser ao mesmo tempo justa e inclusiva. Assim, nasceu a nova narrativa de marca: Changing Tomorrow Now, que convida todas as gerações, de todo o mundo, a tomar ações concretas em prol do futuro do planeta e das gerações vindouras.

Esta estratégia é materializada num conjunto de projetos que representam as energias renováveis da EDP – o vento, o sol e a água. Conheça alguns dos projetos que já foram lançados.

A audácia movida pelo vento

Francisco Lufinha antes do início da EDP Atlantic Mission.

Fotografia por EDP

O grupo apoiou o maior e mais exigente desafio a que Francisco Lufinha já se propôs: a EDP Atlantic Mission. O kitesurfer atravessou o Atlântico a solo num kite boat movido apenas por energias renováveis - algo único e sem precedentes.

No percurso de 6.700 quilómetros, Francisco deslocou-se com o vento, alimentando todo o equipamento com energia solar e da água. A construção do kite boat foi também inovadora e arrojada - a partir de três cascos de um trimarã, convertidos para kite.

Depois de fazer em 2015 a maior viagem de kitesurf sem paragens, o recordista mundial, propôs-se a fazer esta imensa travessia oceânica sozinho entre Portugal e as Caraíbas, no final de 2021. Franscisco Lufinha partiu de Cascais no início de novembro, rumo às Caraíbas, onde chegou 20 dias depois. Para além de ambicionar quebrar o recorde do Guiness, o atleta pretende consciencializar e inspirar o público a proteger os oceanos. Veja os bastidores desta missão aqui.

O plano de Vhils para os materiais das centrais desativadas

Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, vai dar uma nova vida a peças de centrais elétricas da EDP desativadas que vão ser desmanteladas. O artista vai selecionar algumas destas estruturas para criar uma exposição que vai ser submersa ao largo de Portugal.

Assim, materiais que já carbonizaram o nosso planeta vão ser transformados em peças de arte e servir para criar um novo ecossistema marinho. O projeto de Vhils relembra a urgência de uma rápida descarbonização do planeta a partir da reutilização de peças que serão utilizadas para criar novos ecossistemas sustentáveis.

Nos seus trabalhos, o artista reflete sobre o impacto da urbanidade, do desenvolvimento e da uniformização global sobre as paisagens e a identidade das pessoas. Esta instalação subaquática criará um novo recife artificial que une a componente artística à biológica. A EDP Art Reef é mais uma missão única de Vhils.

A democratização do acesso à energia solar

Vista aérea da instalação fotovoltaica da EDP nos edifícios polidesportivos do Bairro Solar Actur em Saragoça.

Fotografia por EDP

Para um futuro mais limpo e com menos emissões de carbono, potenciar o crescimento e acesso à energia solar é fundamental. O projeto ibérico EDP Inclusive Solar Communities vem reforçar o caráter social e inclusivo da transição energética.

Com o apoio das fundações EDP estão a ser instalados painéis solares em Instituições de Solidariedade Social em Portugal e Espanha, de forma a que a instituição possa produzir e consumir a sua própria energia renovável e, sempre que estiverem reunidas as condições técnicas necessárias, partilhar essa mesma energia com famílias do mesmo bairro, apoiando vizinhos mais vulneráveis e assegurando que a energia autoconsumida por estas famílias é grátis.

Em Portugal já foram selecionadas as primeiras IPSS, onde estão a ser instalados painéis solares que vão dar energia a casas de famílias localizadas nas imediações. Em Espanha está a ser criado um bairro solar social em Saragoça que vai impactar de forma positiva 200 famílias e negócios, entre elas 20 famílias vulneráveis. No futuro, a energia solar será partilhada por cada vez mais pessoas.

Formação intensiva para cinco novos talentos do surf

Gabriela Dinis, uma das jovens apoiadas pelo EDP Surf for Tomorrow.

Fotografia por EDP

A água foi dos primeiros elementos a marcar a história da EDP, através da produção de energia hídrica há várias décadas em Portugal, Espanha e no Brasil. Por outro lado, o grupo apoia o surf e o crescimento desta modalidade há vários anos. Agora, pretende aproximar estes dois elementos, impulsionando a formação de cinco jovens promessas do surf através do projeto EDP Surf for Tomorrow.

O grupo decidiu apoiar um ambicioso programa de mentoria a cinco atletas, três portugueses e dois espanhóis, com idade entre os 13 e os 17 anos. Os jovens surfistas estão a mergulhar numa formação intensiva, com estágios nos principais destinos mundiais da modalidade e participação em circuitos internacionais.

Gabriela Dinis, Hans Odriozola, João Mendonça, Kai Odriozola e Matias Canhoto estão a ter a oportunidade de seguir o seu sonho de se tornarem a próxima geração de surfistas profissionais e serão treinados para hastear o surf ibérico.
 

Nestas missões, a EDP promove um futuro mais inclusivo e estreita a transição energética para um planeta mais sustentável.

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