Poderão os vírus provocar Alzheimer? Estudos feitos com a COVID-19 revelam novos indícios.

A doença de Alzheimer e a COVID-19 partilham algumas semelhanças surpreendentes, e os especialistas acreditam agora que o estudo dos cérebros de pacientes com COVID-19 pode resultar em melhores tratamentos para ambas as doenças.

Por Emma Yasinski
fotografias de Cheryle St. Onge
Publicado 18/01/2022, 15:40
COVID-19 e Alzheimer

Cheryle St. Onge captou fotografias enternecedoras da sua mãe, Francis, à medida que a sua vida era moldada pela demência e pela perda de emoções e memória, até falecer em 2020. Os investigadores estão agora a explorar as semelhanças entre os efeitos da doença de Alzheimer e algumas alterações cerebrais e sintomas cognitivos provocados pela COVID-19 na tentativa de compreender se as infeções virais podem ser uma das causas de demência.

Fotografia por Cheryle St. Onge

Em maio de 2020, Amanda Finley sentou-se na cama, estava determinada a escrever uma nota importante no quadro que mantém por perto para momentos como este. Em vez disso, Amanda desenhou um enorme rosto sorridente nos seus lençóis novinhos em folha e sentiu como se tivesse alcançado o seu objetivo.

Em março de 2020, meses depois do seu primeiro diagnóstico de COVID-19, Amanda Finley, ex-arqueóloga e cantora de ópera, ainda era atormentada pelos inúmeros sintomas da chamada COVID longa. Mas o que a preocupava mais era a “névoa cerebral”. A sua experiência inspirou-a a criar o grupo COVID-19 Long-Haulers no Facebook em julho de 2020 para sensibilizar e apoiar aqueles que lutam com sintomas de longo prazo. Depois, em 2021, Amanda foi novamente infetada, desta vez com a variante Delta. Os vários meses que se seguiram ao segundo diagnóstico são uma névoa. “Eu não me lembro muito do verão. Isto é aterrorizante… Eu dou realmente valor à minha mente”, diz Amanda Finley.

Os cientistas estão a tentar compreender porque é que alguns pacientes apresentam sintomas persistentes, sobretudo a chamada névoa cerebral, após contraírem COVID-19. Apesar de os conhecimentos atuais ainda serem poucos, algumas das descobertas podem fornecer informações sobre outra condição que há muito intriga os investigadores: a doença de Alzheimer, que nos EUA afeta atualmente quase seis milhões de americanos, um número que deve triplicar até 2060.

A doença de Alzheimer acontece quando os neurónios na parte do cérebro responsável pela codificação das memórias de curto prazo começam gradualmente a morrer, fazendo com que os pacientes sofram piorias na perda de memória. “A minha mãe tinha a memória muscular”, escreve Cheryle St. Onge, “mas não a recordação das inúmeras vezes em que fazia o adorável ato infantil de soprar bolas de sabão [e observar as bolhas a voar].”

Fotografia por Cheryle St. Onge

Os pacientes com COVID longa descrevem alguns sintomas cognitivos que os neurologistas dizem ser muito semelhantes aos da doença de Alzheimer. Amanda Finley estava desorientada e perdia coisas. E também passou por alterações de personalidade, que são comuns em pacientes com Alzheimer. “Eu tento não ser uma pessoa má, mas durante o verão isso mudou e tornei-me ‘cruel’”. Amanda não se lembra de tudo, mas com base nas mensagens de texto que guarda, diz que tem vergonha das coisas que disse e fez.

No século que se passou desde que a doença de Alzheimer foi caracterizada pela primeira vez, os cientistas consideraram muitas razões pelas quais estes pacientes sofrem uma perda implacável de memória. A causa mais aceite envolve elevadas concentrações de duas proteínas anormais: a beta-amiloide, que se aglomera no espaço entre os neurónios e interrompe as linhas de comunicação; e a proteína tau, que se acumula no interior das células nervosas e interrompe a sinalização neuronal.

Até 2019, quase um quarto dos mais de 2.000 ensaios clínicos para tratar a doença de Alzheimer testaram medicamentos que se pensava eliminar a beta-amiloide no cérebro. Embora muitos destes medicamentos tenham, de facto, reduzido a beta-amiloide, os sintomas e o declínio cognitivo dos pacientes não diminuiu. Estes ensaios também resultaram em várias falhas de alto perfil. Um dos medicamentos, o aducanumab, foi finalmente aprovado pela agência do medicamento dos EUA em 2021, mas ainda não se sabe exatamente se beneficia os pacientes.

Outra das hipóteses que está a reunir algum consenso é a de que se trata de uma infeção viral, bacteriana ou até fúngica que pode desencadear uma cadeia de eventos que levam à neurodegeneração. Apesar de ser muito menos popular do que a hipótese da amiloide, esta teoria já estava a começar a atrair uma atenção renovada antes da pandemia.

“Durante a última década, tem havido um interesse cada vez maior na ideia da neuroinflamação e da comunicação cruzada entre o sistema imunitário e o cérebro”, diz Sean Naughton, neurocientista e toxicólogo da Escola de Medicina Icahn. “A situação apresentada pela COVID despertou novamente muito desse interesse.”

Os cientistas estão a tentar compreender porque é que pacientes como Amanda Finley sofrem um déficite cognitivo contínuo após contraírem COVID-19. E foram publicados alguns estudos que esclarecem como é que um vírus – o SARS-CoV-2 ou outro – pode desencadear uma reação molecular que pode levar à demência.

Esquerda: Superior:

“A minha mãe tricotava de forma espetacular, e foi ela que me ensinou quando eu era mais nova”, escreve Cheryle St. Onge. “Ela adorava a natureza produtiva do tricot, e com as suas agulhas conseguia tricotar sem receio de se confundir por entre as inúmeras linhas de lã. A minha mãe fez inúmeros pares de luvas de grandes dimensões, e nós guardamo-las com carinho.” 

Direita: Inferior:

“A minha mãe acompanhou-me em quase todos os eventos”, escreve Cheryle St. Onge. “Ela ficava feliz em entrar no carro connosco só para fazer recados e gostava de fazer quebra-cabeças.”

fotografias de Cheryle St. Onge

O flagelo da doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer acontece quando os neurónios no hipocampo – uma pequena região do cérebro em forma de cavalo-marinho que fica entre as orelhas e é responsável pela codificação das memórias de curto prazo – morrem gradualmente. À medida que o fazem, os pacientes começam a esquecer os eventos mais recentes, como por exemplo onde deixaram as chaves ou o que comeram ao almoço. Com o tempo, as perdas de memória chegam a um ponto em que muitos dos pacientes se esquecem da maior parte das suas vidas adultas.

Atualmente, os investigadores categorizam dois tipos de doença de Alzheimer: início precoce, que começa quando uma pessoa está na casa dos 40 ou 50 anos, e início tardio, que só acontece depois dos 65 anos. A doença de Alzheimer de início precoce, que afeta apenas 5% dos pacientes, tem uma ligação genética forte e bem conhecida, mas sabe-se pouco sobre o que desencadeia a forma de início tardio da doença, que também é muito mais comum.

A hipótese da amiloide surgiu em 2010, quando o neuropatologista John Q. Trojanowski e a sua equipa publicaram um estudo a mostrar a acumulação de beta-amiloide em pacientes muito antes de os sintomas se manifestarem. John Trojanowski sugeria que a doença de Alzheimer começa quando as proteínas beta-amiloides se aglomeram em placas entre os neurónios no hipocampo, propagando-se gradualmente para fora. À medida que se acumulam, desencadeiam a formação de proteínas tau anormais no interior das células que interrompem a comunicação neuronal e a formação de memórias.

O psiquiatra e geneticista sueco Torsten Sjogren descreveu pela primeira vez a noção de que as infeções podem desencadear a doença de Alzheimer em 1952, mas este conceito rapidamente caiu em desuso e houve pouco interesse por parte da indústria farmacêutica. Desde 2019, só 0.5% dos ensaios clínicos testaram medicamentos antivirais ou antibacterianos que têm como alvo uma raiz microbiana para a doença de Alzheimer.

Ainda assim, as evidências recentes têm suportado esta ideia, incluindo estudos que encontraram vírus como o Herpes Simplex 1 no cérebro de pacientes com Alzheimer. E quando surgiu a pandemia de COVID-19, os investigadores rapidamente perceberam que esta doença viral também provoca danos no cérebro.

O que a COVID-19 faz ao cérebro

Os estudos das autópsias feitas a pacientes que morreram de casos graves de COVID-19 fornecem um espectro de resultados, com alguns a não apresentarem quaisquer evidências do vírus no cérebro; alguns a revelarem pequenas quantidades escondidas nos vasos sanguíneos do cérebro; e outros a mostrarem o vírus distribuído por todo o cérebro.

Um destes estudos, feito em junho de 2021, recolheu amostras cerebrais de oito pacientes com casos graves de COVID-19. Este estudo não encontrou sinais do vírus no cérebro, mas encontrou microglias, células que atuam como parte do sistema imunitário do cérebro, com alterações patológicas semelhantes às observadas nos pacientes com Alzheimer.

“No final da primavera de 2019, a minha mãe brincava com Skipper, o nosso cão”, escreve Cheryle St. Onge. “Eram ambos velhos, no entanto, os seus comportamentos pareciam lembrar a juventude, com a magia da água e um enorme quintal para brincar.”

Fotografia por Cheryle St. Onge

“Ficámos surpreendidos”, diz o autor sénior do estudo, Tony Wyss-Coray, neurologista da Universidade de Stanford que estuda o papel do sistema imunitário na doença de Alzheimer. Quando um indivíduo padece de uma doença, as suas microglias podem ativar genes específicos que, de outra forma, ficariam dormentes. Os cientistas identificaram padrões únicos de atividade genética associados a determinadas doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Alzheimer.

Outros investigadores acreditam que a influência do vírus no cérebro é mais direta.

Há evidências de que o vírus consegue entrar no cérebro através do bolbo olfatório, onde os aromas são analisados, diz Geidy Serrano, diretora do Laboratório Civin de Neuropatologia do Instituto de Saúde Banner Sun. A partir daqui, o vírus pode viajar para a amígdala, que está envolvida na regulação das emoções, e depois para o hipocampo.

“Se o vírus estiver a passar por esta via que está envolvida na cognição e nas memórias, é normal que acabe por se assemelhar a outros tipos de demência”, diz Geidy Serrano.

Recentemente, cientistas dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA realizaram autópsias em 44 pacientes infetados com COVID-19. Alguns dos pacientes morreram da doença, enquanto que outros viveram mais sete meses depois de sofrerem uma infeção aguda. Entre os 11 cérebros examinados, 10 continham a presença generalizada de SARS-COV-2 na hora da morte.

Infelizmente, as autópsias só revelam alguns detalhes, diz Serena Spudich, professora de neurologia na Escola de Medicina de Yale. “Os dados das autópsias têm sido extremamente informativos. Mas há ressalvas sobre este tipo de dados, porque são pessoas que tiveram casos graves de COVID ou pessoas que morreram”, diz Serena Spudich. “Quando os pacientes estão nos últimos estágios de vida, acontecem vários tipos de coisas terríveis no corpo e no cérebro.”

Felizmente, há outros investigadores que estão agora a começar a vislumbrar pistas em pacientes vivos.

Indícios de uma sobreposição entre COVID-19 e Alzheimer

Em outubro de 2020, Jennifer Frontera, especialista em cuidados neurocríticos, e a sua equipa da Faculdade de Medicina Langone Grossman da Universidade de Nova Iorque publicaram um estudo onde mostravam que 13.5% dos pacientes hospitalizados com COVID-19 tinham desenvolvido um novo distúrbio neurológico – encefalopatia (disfunção cognitiva desencadeada por infeções e pela resposta imunitária do corpo), convulsões ou acidentes vasculares cerebrais.

Esquerda: Superior:

“A minha mãe não gostava muito de cavalos quando era mais nova, mas fez os possíveis para superar os seus medos quando eu me apaixonei por cavalos quando tinha apenas quatro anos de idade”, revela Cheryle St. Onge. “Este é um momento tranquilo entre duas almas – pareciam estar cientes uma da outra durante breves momentos de intimidade.”  

Direita: Inferior:

Os pacientes com casos de COVID longa descrevem alguns sintomas cognitivos que os neurologistas dizem ser muito semelhantes aos da doença de Alzheimer, como ficar desorientado, perder noção das coisas e até sofrer alterações de personalidade. “A minha mãe nunca teria lambido o seu prato”, escreve Cheryle St. Onge, “mas como perdeu a inibição, entregou-se por completo a uma sobremesa que adorou”.

fotografias de Cheryle St. Onge

Alguns dos pacientes que exigem acompanhamento na unidade de cuidados intensivos, independentemente da causa, acabam por desenvolver sintomas neurológicos. Para compreender melhor o que estava a acontecer especificamente com os pacientes de COVID-19, Jennifer Frontera trabalhou com Thomas Wisniewski, diretor do Centro de Pesquisa da Doença de Alzheimer, e analisou amostras de sangue fornecidas pelos pacientes no momento da hospitalização.

Num estudo publicado este mês, os cientistas informam que os pacientes hospitalizados com COVID-19 que demonstravam sintomas cognitivos, mas que não tinham um histórico anterior de demência, apresentavam níveis elevados de proteínas no sangue que sinalizavam danos cerebrais. Algumas destas proteínas são normalmente observadas quando os pacientes sofrem uma lesão neuronal provocada por um derrame ou falta de oxigénio, mas considera-se que outras, como a tau-181 (ptau), podem ser específicas da doença de Alzheimer.

Estas descobertas estão longe de serem definitivas. “Estamos apenas a começar a descortinar alguns destes biomarcadores sanguíneos e o que podem pressagiar, pelo que o próximo passo é rastrear os resultados”, diz Jennifer Frontera.

Em 2020, outro investigador, chamado Magnus Gisslen, especialista em doenças infeciosas da Universidade de Gotemburgo, publicou um estudo semelhante onde sondava biomarcadores de líquido cefalorraquidiano. Magnus Gisslen ficou surpreendido quando soube que Jennifer Frontera e a sua equipa tinham observado níveis elevados de ptau, porque a sua equipa não. “Acredita-se que seja uma coisa muito específica, sobretudo muito mais específica para a doença de Alzheimer do que os outros marcadores”, diz Magnus Gisslen.

Desde que fizeram o primeiro estudo, Jennifer Frontera e a sua equipa acompanham os pacientes que receberam alta do hospital, realizando consultas pelo telefone para avaliar o seu estado cognitivo. O trabalho destes investigadores ainda não foi publicado, mas Jennifer diz que entre seis a 12 meses após a hospitalização, cerca de metade dos pacientes apresentaram melhorias nos resultados cognitivos. “Portanto, isto é encorajador”, diz Jennifer.

“A minha mãe brincava com a forma e a beleza de um girassol apanhado no jardim”, escreve Cheryle St. Onge. Os cientistas dizem que podem ser necessários vários anos até que se descubra se as infeções virais contribuem para o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Mas uma compreensão mais aprofundada sobre as lesões que a COVID-19 provoca no cérebro pode abrir as portas para o desenvolvimento de tratamentos para a COVID e para a demência.

Fotografia por Cheryle St. Onge

O que significa tudo isto?

Os cientistas dizem que podem demorar anos, ou décadas, até que se descubra se a COVID-19 contribui para o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. E apesar de existir um subconjunto de sintomas que se sobrepõem entre a COVID longa e a doença de Alzheimer, muitos dos sintomas também diferem. A doença de Alzheimer desenvolve-se gradualmente ao longo do tempo, ao passo que a névoa cerebral gerada pela COVID-19 instala-se rapidamente. Geralmente, a doença de Alzheimer é uma doença que acontece em pessoas com mais de 65 anos, enquanto que o impacto cognitivo após um caso de COVID-19 pode acontecer até em crianças, explica Ziyad Al-Aly, diretor do centro de epidemiologia clínica do Sistema de Cuidados de Saúde Veterans Affairs em St. Louis, no Missouri. Os problemas de memória a curto prazo também podem diferir entre pacientes com COVID-19 e Alzheimer.

Mas é possível que uma compreensão mais aprofundada sobre este tipo de lesões no cérebro possa abrir as portas ao desenvolvimento de tratamentos únicos para a demência.

Por exemplo, o neurocientista Dervis Salih e a sua equipa da Universidade College de Londres descobriram que a maneira como as células imunitárias inatas do cérebro respondem à acumulação de beta-amiloide é muito semelhante à forma como as células pulmonares respondem a uma infeção por SARS. “Há uma sobreposição significativa”, diz Dervis Salih, e interromper este processo pode ajudar os dois tipos de pacientes.

Sean Naughton sublinha que, mesmo que se venha a descobrir que os vírus são a origem da doença, “isso não iria alterar tudo” em relação à doença de Alzheimer. Existem muitos outros fatores – a dieta e o exercício, a qualidade do sono, a exposição à poluição do ar – que podem influenciar o risco de uma pessoa desenvolver demência à medida que envelhece. É possível que, entre os milhões de pessoas com Alzheimer de início tardio, exista uma variedade de causas que os cientistas ainda não identificaram.

Ainda assim, separar os diferentes fatores de risco pode ajudar os cientistas a encontrar tratamentos mais aperfeiçoados para a doença de Alzheimer. Por exemplo, um movimento semelhante, que visa caracterizar melhor os tipos de cancro, deu origem a terapias muito mais eficazes.

Regressando a Amanda Finley, que ainda sente ocasionalmente alguma névoa cerebral, o seu estado tem melhorado com o passar do tempo. Amanda sente que a névoa se dissipou e que agora tem mais noção do seu quotidiano, algo que geralmente nunca acontece nos pacientes com a doença de Alzheimer. Amanda Finley sente-se cada vez mais ela própria, embora tenha dificuldade no acesso a cuidados médicos e precise muitas vezes de descansar mais do que antigamente. Amanda, que alterna entre viver com os amigos e acampar numa tenda, recrutou pessoas de confiança para intervir se a sua condição piorar. “Preciso que prestem atenção a coisas como esquecimento, desorientação e alterações de personalidade”, disse Amanda. “Se repararem em alguma coisa, por favor, digam-me.”
 

Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com

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