Estranho, Mas Verdade

Pinguim-Imperador

Um pinguim-imperador nada à superfície. Estes animais que não voam vivem no gelo da Antártica e nas águas frias circundantes. Quarta-feira, 16 Maio

Por National Geographic

Nome comum: Pinguim-imperador
Nome científico: Aptenodytes forsteri
Classe: aves
Dieta: carnívora
Nome coletivo: Colónia
Esperança média de vida no habitat natural: 15 a 20 anos
Tamanho: 1,15 metros
Peso: até 40 kg

Classificação na Lista Vermelha da UICN: QUASE AMEAÇADA

A National Geographic e a McDonald’s unem-se numa parceria criando uma nova coleção de Happy Meal com os animais do mundo selvagem. O programa, composto por 12 peluches National Geographic, exclusivos no Happy Meal, convida as crianças a aprender mais sobre os diferentes animais, partilhando factos reais e surpreendentes da história e comportamentos da sua espécie.
Do tigre-de-bengala ao majestoso pinguim-imperador, são muitos os animais e os factos por explorar numa verdadeira e divertida aventura pela selva!
 
Mais curiosidades sobre a história desta ave e dos restantes animais em forma de peluche, exclusivos no Happy Meal, nos restaurantes McDonald’s.

SOBRE O PINGUIM-IMPERADOR

Os imperadores são os maiores de todos os pinguins — um espécime médio mede 1,15 metros. Estes animais que não voam vivem no gelo da Antártica e nas águas frias circundantes.

ADAPTAÇÕES À ANTÁRTICA

Os pinguins fazem adaptações fisiológicas e têm comportamentos cooperativos para lidar com um ambiente incrivelmente severo, onde o vento gelado pode alcançar os -60º C.

Agrupam-se para escapar ao vento e para se manterem quentes. Eles vão-se revezando, movimentando-se do exterior para o interior do quente e protegido grupo. Assim que um dos pinguins se tenha aquecido um pouco, move-se para o perímetro do grupo para que outros se possam proteger dos elementos gelados.

Os pinguins-imperador passam o longo inverno no gelo a céu aberto — e chegam mesmo a reproduzir-se durante esta temporada severa. As fêmeas põem um único ovo e ali o deixam sozinho imediatamente depois de o terem posto. Partem numa longa viagem de caça durante quase cerca de dois meses! Dependendo da extensão da placa de gelo, as fêmeas podem ter de viajar 80 km apenas para chegarem a mar aberto, onde se vão alimentar de peixe, lulas e krill. No mar, os pinguins-imperadores podem mergulhar até aos 560 metros — mais profundo do que qualquer outra ave — e ficar debaixo de água durante mais de 20 minutos.

REPRODUÇÃO E PARENTALIDADE

Os imperadores-machos mantêm quentes os ovos acabados de ser postos, mas não se sentam sobre eles, à semelhança de muitas outras aves. Os machos ficam em pé e protegem os seus ovos dos intempéries, equilibrando-os em seus pés e cobrindo-os com uma pele coberta de penas como uma bolsa incubadora. Durante esta tarefa de tomar conta do ovo, que dura dois meses, os machos não comem nada e estão à mercê das intempéries da Antártica.

Quando os pinguins-fêmeas voltam para o local de reprodução, trazem a barriga cheia de comida que regurgitam para alimentar os filhotes recém-nascidos. Enquanto isso, após terem cumprido a sua tarefa, os imperadores-machos vão para o mar em busca de alimento para si próprios.

As mães cuidam das suas crias e protegem-nos com o calor da suas própria bolsas incubadoras. Fora deste casulo morno, uma cria poderia morrer em poucos minutos. Em dezembro, altura do verão na Antártica, o gelo começa a quebrar e começa a surgir água perto do local de reprodução. É nessa mesma altura que os jovens pinguins-imperadores estão prontos para nadar e pescar por conta própria.