Tartaruga-Verde

O nome que lhe atribuíram não se deve à cor da carapaça, que apresenta, normalmente, vários tons de castanho, dependendo do seu habitat, mas sim ao tom esverdeado da sua pele.

Wednesday, May 9, 2018,
Por National Geographic

Nome comum: Tartaruga-verde
Nome científico: Chelonia mydas 
Classe: répteis 
Dieta: herbívora 
Nome coletivo: bando 
Esperança média de vida no habitat natural: 80 anos ou mais 
Tamanho: até 1,5 metros 
Peso: até 317 quilogramas 

Classificação na Lista Vermelha da UICN: EM PERIGO 

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SOBRE A TARTARUGA-VERDE 

A tartaruga-verde é uma tartaruga grande e pesada, com uma carapaça ampla e macia. Habita as águas costeiras tropicais e subtropicais por todo o mundo e tem sido avistada a subir para terra para se bronzear.

POPULAÇÕES

O nome que lhe atribuíram não se deve à cor da carapaça, que apresenta, normalmente, vários tons de castanho, dependendo do seu habitat, mas sim ao tom esverdeado da sua pele. Existem dois tipos de tartarugas-verdes — os cientistas estão atualmente a debater se são subespécies ou espécies distintas —, incluindo a tartaruga verde do Atlântico, que se pode encontrar nos litorais da Europa e América do Norte, e a tartaruga-verde do Pacífico Oriental, avistada nas águas costeiras desde o Alasca até ao Chile.

TAMANHO

As tartarugas-verdes podem pesar até 317 kg e estão entre as maiores tartarugas do mundo. A cabeça proporcionalmente pequena, que não é retrátil, sai de uma carapaça em forma de coração que pode medir até 1,5 metros. Os machos são ligeiramente maiores do que as fêmeas e têm uma cauda mais longa. Ambos têm barbatanas que se assemelham a remos, o que as torna nadadoras poderosas e graciosas.

DIETA E COMPORTAMENTO

Ao contrário da maioria das tartarugas-marinhas, as tartarugas-verdes adultas são herbívoras e alimentam-se de algas marinhas. Contudo, as tartarugas-verdes, quando são jovens, também comem invertebrados como caranguejos, medusas e esponjas.

Enquanto a maioria das tartarugas-marinhas, para se aquecer, nada à superfície das águas com pouca profundidade, a tartaruga-verde do Pacífico Oriental sai da água para relaxar ao sol. Estas tartarugas são, ocasionalmente, vistas a apanhar banhos de sol perto de focas e de albatrozes. É uma das poucas tartarugas-marinhas que sai da água por outros motivos, além da nidificação.

REPRODUÇÃO E CONSERVAÇÃO

As tartarugas-verdes, à semelhança de outras tartarugas-marinhas, migram das zonas de alimentação para as áreas de nidificação, que se localizam, normalmente, em praias arenosas. O acasalamento ocorre a cada dois a quatro anos e, normalmente, acontece em águas pouco profundas perto da costa. Para a nidificação, as fêmeas deixam o mar e escolhem uma área, que, por norma, é mesma praia usada pelas suas mães, para colocar os ovos. Elas escavam um buraco na areia com as barbatanas, enche-o com ninhadas de 100 a 200 ovos, cobrem o buraco e voltam para o mar, deixando os ovos a eclodir, o que demora cerca de dois meses. O momento mais perigoso da vida de uma tartaruga-verde é quando faz a viagem do ninho para o mar. Vários predadores, incluindo caranguejos e bandos de gaivotas, atacam vorazmente os filhotes durante esta curta viagem.

As tartarugas-verdes estão classificadas como uma espécie em extinção. Apesar disso, ainda há quem as mate pela carne e pelos ovos. A população tem, também, diminuído devido aos acidentes com hélices de barcos, a afogamento devido a redes de pesca e à destruição dos seus locais de nidificação pela invasão humana.

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