Os microplásticos estão nos nossos corpos. Quão mal nos fazem?

Ainda não existe um consenso científico, mas os investigadores dizem que há motivos de preocupação.

Por Laura Parker
Publicado 27/04/2022, 14:25
Microplástico

Pequenas partículas de plástico como estas – chamadas microplásticos – são adicionadas a alguns tipos de gel esfoliante para a pele. A partir daí, os microplásticos acabam no meio ambiente e podem entrar nos nossos corpos.

Fotografia por Alexander Stein, JOKER/ullstein bild/Getty Images

À medida que os resíduos plásticos proliferam pelo mundo inteiro, há uma questão essencial que permanece sem resposta: quais são os danos, se é que os há, provocados pelos microplásticos na saúde humana?

Há alguns anos, quando os microplásticos começaram a surgir nas entranhas de peixes e moluscos, a preocupação estava concentrada na segurança dos animais marinhos. Os moluscos eram uma preocupação particular, porque neste caso, ao contrário do que acontece com os peixes, comemos o animal inteiro – incluindo o estômago e os microplásticos que este possa conter no seu interior. Em 2017, cientistas belgas anunciaram que os amantes de mexilhões, um prato muito apreciado na Bélgica, podiam estar a consumir até 11.000 partículas de plástico por ano.

Porém, mesmo naquela altura, os cientistas já compreendiam que os plásticos se fragmentavam de forma contínua no ambiente, desfazendo-se com o tempo em fibras ainda mais pequenas do que um fio de cabelo – partículas tão pequenas que facilmente se espalham pelo ar. Uma equipa da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, decidiu comparar a ameaça entre comer mexilhões selvagens contaminados na Escócia e respirar ar numa casa típica. Conclusão: as pessoas ingerem mais plástico durante um jantar de mexilhões, ao inalarem ou ingerirem pequenas fibras invisíveis de plástico que flutuam no ar ao seu redor – fibras libertadas pelas suas próprias roupas, tapetes e sofás – do que por comerem os mexilhões.

Uma amostra recolhida no Havai com organismos vivos e plástico.

Fotografia por DAVID LIITTSCHWAGER, NAT GEO IMAGE COLLECTION

Nesta primavera, cientistas dos Países Baixos e do Reino Unido anunciaram que encontraram partículas minúsculas de plástico em humanos vivos, em dois locais onde não tinham sido detetadas antes: no fundo dos pulmões de pacientes de cirurgia e no sangue de doadores anónimos. Nenhum destes estudos respondeu à questão dos possíveis danos. Mas ambos os estudos sinalizaram uma mudança no foco de preocupação para os plásticos, centrando-se nas nuvens de partículas de poeira transportadas pelo ar que nos rodeia, algumas delas tão pequenas que podem penetrar profundamente no corpo e até no interior das células, de formas que os microplásticos maiores não conseguem.

Dick Vethaak, professor emérito de ecotoxicologia da Universidade Vrije de Amesterdão e coautor do estudo feito com amostras de sangue, não considera os seus resultados particularmente alarmantes – “Mas admito que sim, devemos estar preocupados. Os plásticos não devem estar no sangue.”

“Vivemos num mundo de multi-partículas”, acrescenta Dick Vethaak, referindo-se à poeira, ao pólen e à fuligem que os humanos respiram todos os dias. “O truque é descobrir de que forma os plásticos contribuem para esta carga de partículas e o que isso significa.”

Determinar os danos é a parte complicada

Os cientistas já estudam os microplásticos – definidos por partículas que medem menos de cinco milímetros de diâmetro – há um quarto de século. Richard Thompson, cientista marinho da Universidade de Plymouth, cunhou o termo em 2004 depois de encontrar pilhas de pedaços de plástico do tamanho bagos de arroz acima da linha de maré numa praia inglesa. Nos anos seguintes, os cientistas localizaram microplásticos pelo mundo inteiro, desde as profundezas da Fossa das Marianas até ao cume do Evereste.

Os microplásticos estão presentes no sal, na cerveja, nas frutas e vegetais frescos e na água potável. As partículas transportadas pelo ar podem circundar o globo numa questão de dias e cair do céu como se fossem chuva. Os resultados das expedições marítimas que contam microplásticos no oceano apresentam números avassaladores, que se têm multiplicado ao longo do tempo à medida que mais toneladas de resíduos plásticos entram nos oceanos anualmente. Uma contagem revista por pares publicada em 2014 colocou o número total deste tipo de resíduos nos cinco biliões. Na última contagem, feita no ano passado, cientistas japoneses da Universidade de Kyushu estimaram 24.4 biliões de microplásticos nos oceanos superiores do mundo – o equivalente a cerca de 30 mil milhões de garrafas de água de meio litro – um número em si difícil de compreender.

“Quando comecei a fazer este trabalho em 2014, os únicos estudos que havia limitavam-se a procurar onde estavam os microplásticos”, diz Alice Horton, cientista marinha do Centro Nacional de Oceanografia do Reino Unido, especializada em poluição por microplásticos. “Agora já podemos parar de procurar. Sabemos que, para onde quer que olhemos, vamos encontrá-los.”

Mas conseguir determinar se são nocivos é muito mais difícil. Os plásticos são feitos de uma combinação complexa de produtos químicos, incluindo aditivos que lhes conferem resistência e flexibilidade. Tanto os plásticos como os aditivos químicos podem ser tóxicos. A análise mais recente identificou mais de 10.000 químicos que são exclusivamente usados em plásticos, dos quais mais de 2400 são potencialmente preocupantes, diz Scott Coffin, investigador do Conselho de Controlo de Recursos Hídricos do Estado da Califórnia. “Muitos não são regulamentados adequadamente em vários países”, segundo a análise – isto inclui 901 químicos que não são aprovados para uso em embalagens de alimentos em algumas regiões.

Felix Weber, investigador-adjunto do Instituto de Engenharia Ambiental da Universidade de Ciências Aplicadas de Reno-Waal, na Alemanha, observa uma imagem de microscopia 3D com partículas de plástico.

Fotografia por Arne Dedert, picture alliance/Getty Images

Os aditivos também podem escoar para a água. Um estudo descobriu que, dependendo de fatores que incluem a luz solar e o tempo, cerca de 88% acabam mesmo por escoar. Este estudo encontrou até 8681 químicos e aditivos únicos associados a um só produto de plástico. Classificar quais são as combinações químicas problemáticas e encontrar o nível e a duração de exposição que provoca danos – num processo que já de si é tão complicado – não é tarefa fácil.

“Até podemos encontrar uma correlação, mas é difícil encontrar a causa devido ao enorme número de produtos químicos aos quais estamos expostos diariamente”, diz Denise Hardesty, cientista de investigação que estuda resíduos plásticos há 15 anos na Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth da Austrália.

Janice Brahney, bioquímica da Universidade de Utah, que estuda a forma como a poeira transporta nutrientes, patógenos e contaminantes, diz estar preocupada porque a produção de plástico continua a aumentar drasticamente, mas há muita coisa que se desconhece sobre os microplásticos. Em 2020, foram produzidas 367 milhões de toneladas de plástico, quantidade que deve triplicar até 2050. “É alarmante porque já estamos demasiado envolvidos neste problema e ainda não compreendemos as suas consequências, e vai ser muito difícil recuar caso seja necessário”, diz Janice Brahney.

O American Chemical Council (ACC), um grupo comercial do setor do plástico, tem uma longa lista de declarações no seu site a explicar a composição química de vários plásticos e refuta as investigações que afirmam que determinados plásticos são tóxicos.

 “Não, os microplásticos não são a ‘Nova Chuva Ácida’. Estão muito longe disso”, disse o ACC em resposta à cobertura mediática dada ao artigo de Janice Brahney, que foi publicado em 2020 na revista Science. Este artigo estima que 11 mil milhões de toneladas de plástico vão acumular-se no ambiente até 2025. (Janice Brahney calculou apenas os efeitos na região oeste dos EUA, e mais de 1000 toneladas de minúsculas partículas são transportadas pelo vento e caem do ar todos os anos.)

O ACC também criticou esta descoberta. “A quantidade de microplásticos no meio ambiente representa apenas 4% das partículas recolhidas em média… os outros 96% são compostos por materiais naturais como minerais, poeira e areia, partes de insetos, pólen e muitas outras coisas.”

Enquanto isso, um porta-voz do ACC confirmou que a organização lançou um programa de investigação para ajudar a responder a questões pendentes sobre os microplásticos, incluindo questões que envolvem a poeira doméstica, para ajudar a estabelecer um intercâmbio global de pesquisa sobre microplásticos entre universidades, instituições de investigação e a indústria. Este trabalho deve examinar o destino ambiental e possíveis rotas de exposição a microplásticos, identificar potenciais riscos e desenvolver uma estrutura para avaliar o perigo. Os resultados vão ser publicados nos próximos anos.

Este tema é tão complicado e controverso, diz Denise Hardesty, que até a própria definição de dano chega a ser debatida. Será que nos devemos preocupar apenas com os efeitos dos microplásticos na saúde humana? E em relação aos danos que podem causar nos animais e ecossistemas?

Plásticos em animais

A procura por possíveis danos provocados pelo plástico começou com estudos feitos em animais há cerca de 40 anos, quando biólogos marinhos que estudavam as dietas de aves marinhas começaram a encontrar plástico nos seus estômagos. À medida que mais animais marinhos começaram a ser afetados pelos plásticos, quer seja por emaranhamento ou ingestão, os estudos começaram a expandir-se para além das aves para outras espécies marinhas, bem como para ratos e ratazanas.

Em 2012, a Convenção sobre Diversidade Biológica em Montreal declarou que as sete espécies de tartarugas marinhas, 45% das espécies de mamíferos marinhos e 21% das espécies de aves marinhas eram afetadas por comerem ou ficarem presas em plástico. Também em 2012, 10 cientistas solicitaram, sem sucesso, que as nações mundiais classificassem oficialmente o plástico mais nocivo como perigoso, algo que daria às agências reguladoras de cada nação “o poder de restaurar os habitats afetados”.

Na década que se seguiu, os números e os riscos para os animais pioraram. Mais de 700 espécies são agora afetadas pelo plástico. É provável que centenas de milhões de aves selvagens tenham consumido plástico. Até meados deste século, todas as espécies de aves marinhas do planeta já terão consumido plástico. Acredita-se que determinadas populações de aves já estejam ameaçadas pela enorme exposição aos químicos presentes nos plásticos. Os estudos feitos em laboratório com peixes descobriram que os plásticos podem provocar danos no sistema reprodutor e stressar o fígado.

As crias de codorniz japonesa presentes num estudo – cujos resultados vemos na imagem – onde foram alimentadas com microplásticos não tinham mais propensão do que as outras para adoecer, morrer ou sofrer problemas reprodutores, embora tenham mostrado pequenos atrasos no crescimento.

Fotografia por Lauren Roman

Os estudos com animais já revelaram a omnipresença de resíduos plásticos e ajudaram a informar investigações sobre os seus potenciais efeitos fisiológicos e toxicológicos nos humanos.

Por exemplo, embora as toxinas presentes nos plásticos possam provocar efeitos adversos na saúde das aves, um estudo feito na Austrália em 2019, no qual crias de codorniz japonesa foram deliberadamente alimentadas com estas toxinas, descobriu o oposto: os pintos sofreram pequenos atrasos no crescimento e maturação, mas não tinham mais propensão do que as crias não expostas para adoecer, morrer ou ter problemas reprodutores. Estas descobertas surpreenderam os cientistas, que as designaram como a “primeira evidência experimental” de que os efeitos toxicológicos e endócrinos “podem não ser tão graves quanto se receava para os milhões de pássaros” que têm pequenas doses de plástico alojadas nos seus estômagos.

Denise Hardesty, uma das coautoras deste trabalho, diz que o estudo das codornizes é um bom exemplo de que avaliar a ameaça representada pela exposição aos microplásticos “não é assim tão simples”. Em particular, diz Denise, a dificuldade em encontrar evidências claras de danos nas codornizes “coloca a descoberto que ainda não conseguimos responder de uma forma conclusiva à questão de saber qual é o impacto de ingerir plástico para os humanos”.

Plástico em humanos

Avaliar os possíveis efeitos adversos dos plásticos em humanos é muito mais difícil do que em animais – ao contrário das codornizes e dos peixes, os humanos não podem ser alimentados intencionalmente com uma dieta à base de plástico. Nos testes laboratoriais, os microplásticos já demonstraram que provocam danos nas células humanas, incluindo reações alérgicas e morte celular. Contudo, até agora, não houve um estudo epidemiológico a documentar num grande grupo de pessoas uma ligação entre a exposição a microplásticos e impactos na saúde.

Em vez disso, estes tipos de investigações têm envolvido pequenos grupos de pessoas – um fator que limita as conclusões que se podem tirar para além da identificação da presença de microplásticos em diferentes partes do corpo. Um estudo feito em 2018 encontrou microplásticos nas fezes de oito pessoas. Outro estudo documentou a presença de microplásticos nas placentas de bebés ainda por nascer.

E o estudo feito recentemente pelo neerlandês Dick Vethaak e os seus colegas encontrou plásticos no sangue de 17 amostras de 22 doadores de sangue saudáveis; o outro estudo, sobre os efeitos pulmonares, encontrou microplásticos em 11 de 13 amostras pulmonares retiradas de 11 pacientes. Não existem informações que ajudem a informar o nível e a duração da exposição – dois atributos essenciais para determinar os danos.

Em ambos os estudos, as partículas de plástico encontradas eram principalmente nanoplásticos, que são mais pequenos do que um micrómetro. Os plásticos encontrados no estudo sanguíneo eram pequenos o suficiente para serem inalados – embora Dick Vethaak refira que também é possível que tenham sido ingeridos. Não se sabe se estas partículas podem passar do sangue para outros órgãos, sobretudo para o cérebro, que é protegido por uma rede única e densa de células que formam uma barreira.

“Sabemos que as partículas podem ser transportadas por todo o corpo através do sangue”, diz Dick Vethaak. Este estudo é um de 15 estudos de investigação sobre microplásticos atualmente em desenvolvimento na Organização Nacional Neerlandesa de Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde.

O estudo pulmonar, realizado na Universidade de Hull, no Reino Unido, mostrou o quão intrusivas as partículas transportadas pelo ar podem ser. Apesar de os cientistas esperarem encontrar fibras de plástico nos pulmões de pacientes de cirurgia – porque já foram documentadas em cadáveres – ficaram surpreendidos ao encontrar o maior número, de várias formas e tamanhos, embutidas profundamente no lobo pulmonar inferior. Uma das fibras tinha dois milímetros de comprimento.

“Não esperamos encontrar microplásticos nas partes mais pequenas do pulmão, nas zonas de menor diâmetro”, diz Jeannette Rotchell, ecologista ambiental da Universidade de Hull. Este estudo permite à equipa de Jeannette Rotchell passar para o nível seguinte de perguntas e a realização de estudos em laboratório com células ou culturas de tecidos de células pulmonares para descobrir os efeitos dos microplásticos encontrados.

“Há muitas outras questões por responder”, diz Jeannette. “Gostava de saber quais são níveis aos quais estamos expostos ao longo das nossas vidas. Quais são os microplásticos que respiramos todos os dias, quer seja a trabalhar em casa, a caminho do escritório, ao ar livre, a andar de bicicleta, a correr, em diferentes ambientes. A lacuna no nosso conhecimento é enorme.”

A questão dos danos

Os cientistas, porém, não estão completamente perdidos. Existe uma investigação abrangente sobre as toxinas encontradas nos plásticos, bem como sobre as doenças pulmonares – desde asma, doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) e cancro – que matam milhões de pessoas todos os anos e têm sido associadas à exposição a outros poluentes. A Associação Americana do Pulmão, no seu último relatório, declarou a DPOC, que resulta de uma inflamação crónica, como a quarta principal causa de morte nos Estados Unidos.

Os humanos inalam diariamente uma variedade de partículas estranhas e já o fazem desde o início da Revolução Industrial. A primeira resposta do corpo é encontrar uma forma de expulsar estas partículas. As partículas grandes nas vias aéreas geralmente são expelidas pela tosse. As partículas mais abaixo no trato respiratório ficam envoltas em muco, criando um “elevador” que as impulsiona de regresso às vias aéreas superiores para serem expelidas. As células imunitárias cercam as partículas restantes para as isolar.

Com o tempo, estas partículas podem provocar uma irritação que leva a uma série de sintomas secundários, desde inflamação até infeção e cancro. Ou podem permanecer como uma presença inerte e não fazer nada.

As partículas identificadas no estudo pulmonar são compostas por plásticos conhecidos por serem tóxicos para os humanos e por causarem irritação pulmonar, tonturas, dores de cabeça, asma e cancro, diz Kari Nadeau, médica e diretora do departamento de investigação de alergia e asma da Universidade de Stanford. Kari Nadeau verificou estes sintomas enquanto examinava a lista de fibras publicadas no estudo.

“Sabemos isto pelos outros artigos já publicados”, diz Kari Nadeau. “Basta um minuto a respirar poliuretano para podermos começar a chiar.”

Mas os cientistas não sabem se as partículas de plástico no pulmão iriam atingir o nível e a exposição necessárias para atravessar o limiar do dano.

“Vai ser difícil de provar, por exemplo, se estas partículas são diretamente responsáveis pela asma crónica de uma pessoa”, diz Kari Nadeau. “Não estou a dizer que devemos ficar com medo destas coisas. Estou a dizer que devemos ser cautelosos. Precisamos de compreender estas coisas que estão a entrar no nosso corpo e possivelmente a permanecer lá durante anos.”

Albert Rizzo, diretor médico da Associação Americana do Pulmão, diz que a ciência ainda é demasiado inconclusiva. “Será que os plásticos estão simplesmente lá inertes, ou será que vão dar origem a uma resposta imunitária do corpo que pode acabar em cicatrizes, fibrose ou cancro? Sabemos que estes microplásticos estão por toda a parte. Mas não sabemos se a sua presença no nosso corpo dá origem a problemas. E a duração é muito importante. Quanto tempo estamos expostos é importante.”

Albert Rizzo diz que a analogia mais relevante pode ser o esforço de décadas para convencer o governo de que fumar provoca cancro. “No momento em que obtivemos evidências suficientes para levar a uma mudança política, não havia outra coisa a fazer”, diz Albert. “Consigo perceber que vai acontecer a mesma coisa com o plástico. Será que daqui a 40 anos vamos descobrir que os microplásticos nos pulmões levaram a um envelhecimento prematuro dos pulmões ou enfisema? Nós não sabemos. Mas até que isso aconteça, será que conseguimos tornar os plásticos mais seguros?”
 

Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com

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