National Geographic Summit

O segundo dia do National Geographic Summit 2018 foi para aprender.

A manhã foi dedicada à visita de algumas escolas e, à tarde, uma Masterclass sobre Storytelling com Will Storr. Segunda-feira, 16 Abril

Por National Geographic

O segundo dia do National Geographic Summit 2018 teve três partes distintas: da parte da manhã uma Sessão Especial para Escolas com Terry Virts e, à tarde, uma Masterclass Exclusiva de Storytelling com Will Storr, e uma Sessão Especial "FameLab" com a British Council.

Numa sessão aberta para escolas, a parte da manhã do segundo dia do National Geographic Summit 2018 mudou de nome para National Geographic Summit Junior 2018. A sessão teve início com uma pequena apresentação de Susana  Carvalho, primatologista e bolseira do National Geographic Society que estuda a interação de chimpanzés na Guiné, e Mariana van Zeller, reconhecida jornalista portuguesa.

Ainda de manhã, todos os alunos presentes puderam conhecer as as aventuras de Terry Virts no espaço. E que emoção foi ver e ouvir as histórias de um dos astronautas com mais horas a 400 quilómetros do planeta Terra.

Masterclass de Storytelling

À tarde recebemos Will Storr, jornalista e romancista premiado que conta no seu currículo com publicações em revistas como Guardian Weekend, The New Yorker, Observer Magazine e The Sunday Times Magazine e Esquire. Will foi nomeado New Journalist of the Year e Feature Writer of the Year. Em 2012 foi vencedor do prémio One World Press. Storr é ainda autor de quatro livros aclamados pela crítica e leciona jornalismo e storytelling, em Londres (Guardian Masterclasses e The Faber Academy). 

Baseando-se nas descobertas mais recentes da Psicologia e Neurociência, Will Storr contou-nos sobre o poder das estratégias de Storytelling e como estas podem contribuir para o sucesso dos negócios.

Sessão Especial "FameLab"

O fim da tarde foi dedicado à fina do "FameLab", um dos mais populares concursos internacionais de comunicação científica.

Nesta final, cada concorrente teve de demonstrar a sua capacidade de comunicar os temas científicos mais diversos, recorrendo apenas à palavra e ao gesto e sem a ajuda de audiovisuais, dentro de um pequeno limite de tempo.

Criado em 2005 pelo Cheltenham Science Festival, o "FameLab" ganhou expressão mundial com o apoio do British Council, que o expandiu a mais de 30 países concorrentes, da Europa a Hong Kong.

Em Portugal, o "FameLab" é organizado pela Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica e pelo British Council, em parceria com universidades e centros Ciência Viva de todo o país.

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