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Uma técnica invulgar confere ao café de Sumatra um sabor único no mundo

Numa região onde a elevada humidade dificulta a secagem do café, os agricultores indonésios utilizam um processo de "descasque por método húmido" que faz sobressair as notas doces a terra dos grãos.

Texto de Jack Neighbour

FOTOGRAFIA DE RENA EFFENDI

Café de pequenos produtores que dá origem a enormes sabores

Iswandi cultiva café na sua plantação próxima da vila de Karang Rejo há mais de dez anos. Com apenas 0,75 hectares, a sua quinta tem o tamanho habitual das plantações de Aceh, a província mais a norte da ilha Indonésia de Sumatra. Iswandi é um dos 1800 produtores da região que fazem parte de uma nova cooperativa que reúne recursos, aprendizagens e o café produzido por todos. A Fairtrade International e o programa AAA Sustainable Quality™ da Nespresso apoiam a cooperativa e os seus produtores, aumentando a produtividade da plantação, bem como o bem-estar económico da comunidade, de forma a garantir uma qualidade consistente do café.

Fotografia de Rena Effendi

O segredo do descasque por método húmido

O clima húmido dificulta a secagem do café em Aceh.
Como solução, após a fermentação (um processo que permite que as bactérias penetrem na polpa da fruta e libertem os grãos no interior), o café seca apenas durante essa noite e, depois, uma película que parece papel que envolve os grãos é removida quando ainda está bastante húmida. Conhecida como "descasque por método húmido", esta técnica também ajuda a imbuir o café com notas frescas a madeira.

Fotografia de Rena Effendi

Do ramo à saca em menos de uma semana

Após o descasque por método húmido, os produtores secam os grãos limpos à frente de casa, também parte de um processo invulgarmente rápido que leva o café da colheita ao comprador em cerca de 7 dias. Espalhar os grãos verdes de café pelo chão desta forma permite que o calor do sol acelere a secagem, intensificando o sabor. Ficam a secar durante dois ou três dias antes de serem recolhidos e vendidos.

Fotografia de Rena Effendi

Nascidos para crescer

Os produtores de café locais como o Ismono e a Naswati orgulham-se tanto da sua herança de café que chegam a afirmar: "nasci de um galho de um cafeeiro", uma expressão habitual nesta zona. Como a Nespresso e a Fairtrade têm vindo a apoiar os produtores locais na criação da cooperativa, muitos já beneficiaram das vantagens do programa. A Nespresso paga prémios adicionais por cada quilo de café. Por isso, os produtores foram capazes de investir em melhoramentos comunitários como a renovação de equipamento, a formação de um fundo de pensões e a criação de workshops que disseminam as boas práticas agrícolas transmitidas pelos engenheiros agrónomos da Nespresso. Tudo isto deve ajudar a garantir que a herança de cultivo do café da região irá florescer nas gerações vindouras.

Fotografia de Rena Effendi

Garantir as vantagens da qualidade para todos os envolvidos

Yanti trabalha durante a época de colheita do café na vila de Pante Raya Dalam na região de Wih Pesam. Veio de Kuala Simpang, uma cidade distante desta região, para viver aqui com o marido. Passou os últimos 11 anos a apoiar a família trabalhando na apanha do café e ajudando os produtores a colher as suas cerejas. Os produtores associados ao programa AAA da Nespresso sabem como fornecer aos trabalhadores sazonais as melhores condições de trabalho e ensinam a apanhar apenas as cerejas vermelhas para garantir a melhor qualidade. Além disso, os prémios pagos pela Nespresso pelos grãos da melhor qualidade permitem que os produtores paguem melhores salários aos trabalhadores.

Fotografia de Rena Effendi

Uma comunidade melhorada pelo café

Ardiansyah e Rahmah secam o café colhido e processado na sua quinta de 1,5 hectares na aldeia de Pante Raya. Para além de cultivarem café, são ambos professores. Ardiansyah ensina numa escola secundária nas proximidades, enquanto Rahmah trabalha no jardim infantil do bairro onde moram. O proveito rápido das colheitas de café permite-lhes manter ambas as profissões, prestando dois valiosos serviços à comunidade: educação para a nova geração e café de alta qualidade. Dão aulas de manhã e regressam à plantação de café à tarde. Além disso, como participam no fundo de pensões da cooperativa, têm garantida uma reforma após toda uma vida ao serviço da comunidade.

Fotografia de Rena Effendi

O coletor de café de Aceh

Para além de ter a sua própria plantação, Iswandi trabalha na recolha de café na região. Compra cerejas de café já colhidas pelos produtores locais e processa-as juntamente com a sua colheita, usando os mesmos processos de fermentação e descasque por método húmido, garantindo a máxima qualidade e vendendo depois tudo à cooperativa da cidade. Foi através da colaboração com produtores como Iswandi que a Nespresso teve acesso aos grãos de café de todas as plantações desta zona, criando uma infraestrutura que dá aos produtores de áreas remotas como esta um acesso fácil ao mercado de café global.
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Fotografia de Rena Effendi

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