PINGUIM-REI DA ILHA DA GEÓRGIA DO SUL
Um par de pinguins-rei da Geórgia do Sul (Aptenodytes patagonicus) exibe a sua plumagem reluzente. Os pinguins-rei apresentam quatro camadas de penas e mantêm-se juntos para conservar o calor.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-DE-TESTA-AMARELA
O pinguim-de-testa-amarela, ou pinguim-macaroni (Eudyptes chrysolophu), deve o nome à sua crista em tons de preto e amarelo, que se assemelha a um chapéu usado no séc. XVIII, em Inglaterra.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
CRIAS DE PINGUIM-AZUL
Duas crias de pinguim-azul (Eudyptula minor) com a sua plumagem castanha e felpuda. Esta espécie noctívaga constrói os seus ninhos em terra, muitas vezes perto de povoações humanas.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-REI
Mestre do mergulho, o pinguim-rei (Aptenodytes patagonicus) consegue atingir profundidades de milhares de pés em busca das suas presas.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-AFRICANO
Este exemplar de pinguim-africano (Spheniscus demersus) foi fotografado no Bramble Zoo Park. Podemos encontrar indivíduos desta espécie a viver em numerosas colónias ao longo de territórios do sudoeste africano, da Namíbia à África do Sul.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUINS-DE-BARBICHA
Cinco pinguins-de-barbicha (Pygoscelis antarctica) fotografados no Aquário de Newport. Batizados com este nome devido à risca negra que têm debaixo do queixo, os barbichas são a espécie mais abundante de pinguins da Antártida, constituindo grandes colónias no continente e nas ilhas do sul do Atlântico.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-DE-FIORDLAND
Considerada uma espécie ameaçada na Nova Zelândia, os pinguins-de-fiordland (aqui fotografados no jardim zoológico de Taronga, na Austrália) são uma das espécies de pinguins que exibem uma crista e são muitas vezes vítimas de predadores que são introduzidos nos ecossistemas por mão humana, como os arminhos, pequenos carnívoros da família das doninhas.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
CRIA DE PINGUIM-AZUL
Uma jovem cria de pinguim-azul parece posar para o retrato no SPCA Bird Wing Centre, um centro de reabilitação de aves em Auckland, na Nova Zelândia.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-DE-PENACHO-AMARELO
Estes pinguins, preferem saltar nas rochas a bambolear de um lado para o outro. Podem ser encontrados ao longo das costas escarpadas e ventosas das ilhas a norte da Antártida, do Chile à Nova Zelândia.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-DE-HUMBOLDT
Encontrados no Peru e no Chile, os exemplares desta espécie têm vindo a ser cada vez mais raros, sendo atualmente considerada uma espécie que corre perigo de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza. As condições atmosféricas extremas e as alterações no tipo de alimento disponível podem estar na origem do declínio da espécie.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-DE-ADÉLIA
Um pinguim-de-adélia posa para a fotografia no jardim zoológico de Faunia, em Madrid. Nesta espécie, tanto os machos como as fêmeas tomam conta das crias. Sem uma inspeção pormenorizada, não é fácil distinguir o género destes animais.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
PINGUIM-GENTOO
Com uma cauda ligeiramente mais comprida que o habitual, o pinguim-gentoo (Pygoscelis papua) é facilmente identificado pela mancha branca que tem na cabeça.
Fotografia de Joel Sartore, National Geographic Photo Ark
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