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Viagem e Aventuras

Descubra 22 dos Locais Mais Sagrados da Europa

Thursday, May 23, 2019
SKELLIG MICHAEL E LITTLE SKELLIG – Os monges ascéticos abandonaram os seus mosteiros algures entre os ...
SKELLIG MICHAEL E LITTLE SKELLIG – Os monges ascéticos abandonaram os seus mosteiros algures entre os séculos VI e VIII, para procurar uma união maior com Deus nos inacessíveis penhascos marinhos que se erguem no Oceano Atlântico – a cerca de 11 km da costa do condado de Kerry, na Irlanda. Embora os monges tenham regressado ao continente no século XIII, a ilha continua a atrair peregrinos há séculos. Este local está rodeado por uma das zonas de criação de aves marinhas mais importantes da Irlanda.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
ILHA DE LEWIS - As Pedras de Callanish, perto da aldeia de Callanish, na ilha escocesa de Lewis, nas Hébridas Exteriores, eram um ponto central para os rituais feitos na Idade do Bronze. O círculo com 13 pedras rodeia um monólito de 7 toneladas; um túmulo que fica no cenário de Loch Roag e das colinas da Grande Bernera.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
METEORA – Ficando apenas em segundo lugar para o Monte Atos, em termos de relevância para o cristianismo ortodoxo, Meteora foi estabelecida por monges no século XI, em colunas de arenito quase inacessíveis, na zona centro da Grécia. Restam apenas 6 dos 24 mosteiros originais, juntamente com a igreja bizantina da Virgem Maria do século IV, uma das mais antigas da Grécia.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
MONTE SAINT-MICHEL - Erguendo-se dramaticamente do mar sobre a areia polida das marés baixas, o Monte Saint-Michel inclui a abadia beneditina normanda de Saint-Michel, no pico de uma ilha rochosa, na Normandia, em França. As vistas espetaculares e as ruas sinuosas da cidade medieval, a quatro horas de distância de Paris, fazem deste Património Mundial da UNESCO um dos lugares mais visitados de França.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
STONEHENGE – Arquitetonicamente, Stonehenge é o círculo de pedras pré-histórico mais sofisticado do mundo. A estrutura concêntrica utiliza dois tipos de pedras – as maiores pesam mais de 40 toneladas – que foram transportadas de uma zona a mais de 240 km de distância, para criar uma obra-prima megalítica. Os visitantes devem reservar os ingressos com antecedência.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
ABADIA DE SAINT MICHAEL - Esta antiga abadia, construída no século X, no topo do Monte Pichiriano, oferece vistas deslumbrantes de Turim e do Vale de Susa, na região de Piemonte, em Itália. A Igreja Sagrada principal, que data do século XII, é o local de repouso eterno dos membros da Casa de Sabóia, uma das famílias reais mais antigas do mundo.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
ALES STENAR - As origens deste monumento megalítico, na Suécia, permanecem um mistério. Estabelecido há cerca de 1400 anos, durante o início da Idade do Ferro, o monumento de 59 rochas maciças está alinhado com as colinas de Österlen e o Mar Báltico.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
CASTELO DE PEYREPERTUSE - Construído num penhasco de pedra calcária, nos Pirenéus franceses, a posição estratégica do Castelo de Peyrepertuse permitiu aos Cátaros controlar os desfiladeiros das montanhas e enviar sinais de comunicação para sul, para o Castelo de Quéribus. Todos os verões, este castelo do século XIII alberga um festival de arte e música contemporânea.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
AVEBURY - Stonehenge pode ser o monumento neolítico mais famoso de Inglaterra, mas Avebury – a apenas 40 minutos de distância – detém o título de maior círculo pré-histórico de pedras do mundo. Datado do período neolítico, o monumento inclui 180 pedras de origem local que formam um anel externo grande e dois círculos internos mais pequenos, integrando parte da charmosa vila de Avebury.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
MONTE ATOS - Centro importante do cristianismo ortodoxo desde o século X, o Monte Atos possui uma rede de 20 mosteiros onde cerca de 2000 monges dedicam as suas vidas à oração. Todos os dias, um número limitado de homens – uma centena de ortodoxos e dez não ortodoxos – é autorizado a entrar nesta região autónoma, no nordeste da Grécia. O Monte Atos, Património Mundial da UNESCO, protege textos históricos raros, relíquias sagradas, frescos e mosaicos.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
TÚMULO DE GAVRINIS - A pequena ilha desabitada de Gavrinis, no Golfo de Morbihan, abriga a zona neolítica mais impressionante da Bretanha – uma câmara funerária de pedra em forma de pirâmide com paredes interiores cobertas por obras de arte hipnotizantes. É necessário um guia para visitar a ilha, que é acessível apenas de barco, a partir de Larmor-Baden, em França.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
ROCHAS DE CARNAC - Na costa da Bretanha, a comuna de Carnac inclui mais de 3000 rochas do período neolítico. A maior concentração contém mais de 2800 rochas alinhadas que se prolongam até ao horizonte. Estas rochas formam o maior local megalítico do mundo.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
CONVENTO DE AGIA ANNA - Estabelecido no século XVI, Agia Anna é o maior e o mais antigo convento, ou claustro, no Monte Atos, com 50 zonas de habitação ocupadas por cerca de 85 monges. Através de uma marcação antecipada, os peregrinos masculinos podem visitar o convento, ou até ficar para orar e meditar.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
LOCAL MONÁSTICO DA ILHA DE DEVENISH – Devenish, o assentamento de igrejas insulares mais proeminente de Lough Erne – dois lagos interligados no Condado de Fermanagh, na Irlanda do Norte – foi fundado no século VI. No século IX, os vikings invadiram o local (que ardeu no século XII), mas este voltou a reerguer-se durante a Idade Média como igreja paroquial e priorado. Depois de uma curta viagem de barco, os visitantes podem explorar as ruínas da abadia agostiniana que tem esculturas detalhadas e, em seguida, subir à torre redonda de 30 metros de altura para desfrutar das vistas panorâmicas.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
CASTELO DE QUÉRIBUS - Este castelo isolado no sul de França é conhecido como o último reduto dos Cátaros – a seita cristã herética que floresceu durante os séculos XII e XIII na Europa ocidental. Os visitantes podem viajar de automóvel quase até ao topo deste pico nos Pirenéus, e depois fazer uma caminhada de 10 minutos até à entrada do castelo.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
MONTE SAINT MICHAEL - Este castelo, uma versão inglesa do Monte Saint-Michel, fica numa pequena ilha de maré, na Cornualha, e foi entregue à ordem religiosa beneditina do Monte Saint-Michel no século XI; os primeiros edifícios datam do século XII. Durante a maré baixa, os visitantes podem atravessar a calçada de pedra que se estende desde o continente e, no regresso, podem fazer a viagem numa lancha que zarpa do antigo porto.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
MÊN-AN-TOL - No dialeto da Cornualha, Mên-An-Tol significa “pedra furada” – consiste em quatro pedras, sendo que a mais notável é a pedra circular perfurada. Assemelhando-se a um donut da Idade do Bronze, o buraco desta pedra tem mais de um metro de diâmetro; algumas teorias relacionam este design ao mapeamento lunar.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
CHÂTEAU DE PUILAURENS - Isolado no Monte Ardu, este castelo, do ano 958, tem vista para a aldeia vizinha de Lapradelle-Puilaurens e para as antigas florestas de pinheiros. O Château de Puilaurens é uma das fortalezas reais mais bem preservadas dos Cátaros; desempenhou um papel importante na defesa da antiga fronteira entre a França e o reino de Aragão. Os entusiastas das caminhadas podem fazer a subida de 650 metros para apreciar as defesas naturais desta fortaleza montanhosa.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
PENTRE IFAN - O dólmen megalítico mais popular do País de Gales, Pentre Ifan é uma câmara funerária ilustre com uma enorme cobertura, colocada delicadamente sobre três pedras verticais, datando aproximadamente de 3500 A.C.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
DÓLMEN EL CABALLO - A cidade espanhola de Valência de Alcântara, a poucos quilómetros de Portugal, contém vestígios de populações humanas que remontam até à pré-história, incluindo a maior coleção de dólmens da Península Ibérica. O conjunto de monumentos funerários megalíticos consiste em 41 dólmens de granito e ardósia.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
LANYON QUOIT - Lanyon Quoit, que outrora teve altura suficiente para um cavalo e um cavaleiro passarem por baixo, é o local megalítico mais conhecido e proeminente da Cornualha. A enorme cobertura, com mais de 13 toneladas, estava originalmente colocada sobre quatro pedras verticais; foi derrubada por uma tempestade em 1815. O local foi “ressuscitado” nove anos depois, com dinheiro angariado pelos habitantes locais, e ainda permanece de pé.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
MENIR DE SAINT-UZEC - Ao longo do trilho de caminhada GR 34, que serpenteia pela costa da Bretanha, em França, existe um menir cristão, dedicado ao santo Uzec, que fica ao lado de uma capela com o mesmo nome. O bloco neolítico do século XVII pesa 60 toneladas e apresenta imagens esculpidas da Paixão de Cristo. A sua função original ainda não é conhecida.
Fotografia de Hartmut Krinitz, laif/Redux
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