De Mafra ao Rajastão, Eis os Novos Patrimónios Mundiais da UNESCO
Estas maravilhas naturais e culturais, que incluem florestas antigas e civilizações perdidas, foram reconhecidas pelo seu valor para a humanidade.
terça-feira, 23 de julho de 2019
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Bagan, Myanmar - Estas planícies sagradas e poeirentas estão abrigam centenas de templos budistas, estupas, pagodes e mosteiros. Descubra as diferenças estilísticas entre os templos por conta própria, com um guia, ou num balão de ar quente ao nascer do sol.
Fotografia de ROBERT HARDING PICTURE LIBRARY, Nat Geo Image Collection
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Bagan, Myanmar - Estas planícies sagradas e poeirentas estão abrigam centenas de templos budistas, estupas, pagodes e mosteiros. Descubra as diferenças estilísticas entre os templos por conta própria, com um guia, ou num balão de ar quente ao nascer do sol.
Fotografia de ROBERT HARDING PICTURE LIBRARY, Nat Geo Image Collection
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CENTRO HISTÓRICO DE SHAKI E PALÁCIO DE KHAN, AZERBAIJÃO – A cidade de Shaki era um centro importante nas rotas comerciais históricas e a sua arquitetura reflete a riqueza gerada pelo comércio da seda no século XVIII.
Fotografia de Reza, Getty Images
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CENTRO HISTÓRICO DE SHAKI E PALÁCIO DE KHAN, AZERBAIJÃO – A cidade de Shaki era um centro importante nas rotas comerciais históricas e a sua arquitetura reflete a riqueza gerada pelo comércio da seda no século XVIII.
Fotografia de Reza, Getty Images
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SANTUÁRIOS DE AVES MIGRATÓRIAS, CHINA – Este sistema de lama intermareal, ao longo do golfo do Mar de Bohai, é o maior do mundo e apresenta trechos de águas rasas, ricas em nutrientes e peixe. Estas terras servem de suporte para as reuniões massivas de aves migratórias – onde nidificam, descansam e fazem a muda – como os grous-da-manchúria, os grous-de-pescoço-branco, os Paradoxornis heudei e os Eurynorhynchus pygmeus.
Fotografia de Li Bo Xinhua, eyevine, Redux
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SANTUÁRIOS DE AVES MIGRATÓRIAS, CHINA – Este sistema de lama intermareal, ao longo do golfo do Mar de Bohai, é o maior do mundo e apresenta trechos de águas rasas, ricas em nutrientes e peixe. Estas terras servem de suporte para as reuniões massivas de aves migratórias – onde nidificam, descansam e fazem a muda – como os grous-da-manchúria, os grous-de-pescoço-branco, os Paradoxornis heudei e os Eurynorhynchus pygmeus.
Fotografia de Li Bo Xinhua, eyevine, Redux
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PARATY, BRASIL – A charmosa cidade costeira de Paraty era o terminal do Caminho do Ouro, ao longo do qual, no século XVII, o precioso metal era enviado para a Europa. A cidade não só tem edifícios preservados que datam do século XVIII, como também faz fronteira com um dos cinco principais pontos de biodiversidade do mundo, que abriga jaguares, porcos-do-mato e macacos mono-carvoeiro.
Fotografia de Yadid Levy, Anzenberger, Redux
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PARATY, BRASIL – A charmosa cidade costeira de Paraty era o terminal do Caminho do Ouro, ao longo do qual, no século XVII, o precioso metal era enviado para a Europa. A cidade não só tem edifícios preservados que datam do século XVIII, como também faz fronteira com um dos cinco principais pontos de biodiversidade do mundo, que abriga jaguares, porcos-do-mato e macacos mono-carvoeiro.
Fotografia de Yadid Levy, Anzenberger, Redux
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PARQUE NACIONAL VATNAJÖKULL, ISLÂNDIA – Este parque nacional majestoso inclui 10 vulcões centrais e cobre quase 14% do território da Islândia. Os visitantes podem explorar as suas maravilhas geológicas com caminhadas pelos glaciares, passeios pelas cavernas de gelo e excursões de jipe.
Fotografia de Max Galli, laif, Redux
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PARQUE NACIONAL VATNAJÖKULL, ISLÂNDIA – Este parque nacional majestoso inclui 10 vulcões centrais e cobre quase 14% do território da Islândia. Os visitantes podem explorar as suas maravilhas geológicas com caminhadas pelos glaciares, passeios pelas cavernas de gelo e excursões de jipe.
Fotografia de Max Galli, laif, Redux
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REGIÃO PRÉ-HISTÓRICA DE MINERAÇÃO DE SÍLEX LISTRADO DE KRZEMIONKI, POLÓNIA – Quatro sítios, do Neolítico e da Idade do Bronze, exibem um importante centro subterrâneo onde se fabricavam machados – uma das redes pré-históricas de mineração de sílex mais abrangentes identificadas até agora.
Fotografia de Dominika Zarzycka, Alamy
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REGIÃO PRÉ-HISTÓRICA DE MINERAÇÃO DE SÍLEX LISTRADO DE KRZEMIONKI, POLÓNIA – Quatro sítios, do Neolítico e da Idade do Bronze, exibem um importante centro subterrâneo onde se fabricavam machados – uma das redes pré-históricas de mineração de sílex mais abrangentes identificadas até agora.
Fotografia de Dominika Zarzycka, Alamy
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WRITING-ON-STONE, ÁÍSÍNAI’PI, CANADÁ – As inscrições espirituais de arenito do povo Blackfoot (Siksikáíítsitapi) estão espalhadas pelas colunas de rocha, no Vale Milk River, nas Grandes Planícies, perto da fronteira do Canadá com os Estados Unidos.
Fotografia de Michael Wheatley, Alamy Stock Photo
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WRITING-ON-STONE, ÁÍSÍNAI’PI, CANADÁ – As inscrições espirituais de arenito do povo Blackfoot (Siksikáíítsitapi) estão espalhadas pelas colunas de rocha, no Vale Milk River, nas Grandes Planícies, perto da fronteira do Canadá com os Estados Unidos.
Fotografia de Michael Wheatley, Alamy Stock Photo
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JAIPUR, RAJASTÃO, ÍNDIA – A “cidade rosa” fortificada e atual capital do Rajastão, em Jaipur, foi construída em 1729 e acredita-se que foi a primeira cidade planificada da Índia. As cores e fachadas dos edifícios são coesas; a cidade foi construída em forma de grelha, projetada de acordo com os princípios arquitetónicos védicos, e os seus distritos diversificados fazem referência aos conceitos hindu tradicionais.
Fotografia de Elena Studio, Getty Images
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JAIPUR, RAJASTÃO, ÍNDIA – A “cidade rosa” fortificada e atual capital do Rajastão, em Jaipur, foi construída em 1729 e acredita-se que foi a primeira cidade planificada da Índia. As cores e fachadas dos edifícios são coesas; a cidade foi construída em forma de grelha, projetada de acordo com os princípios arquitetónicos védicos, e os seus distritos diversificados fazem referência aos conceitos hindu tradicionais.
Fotografia de Elena Studio, Getty Images
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RISCO CAÍDO E MONTANHAS SAGRADAS DE GRÃ CANÁRIA, ESPANHA – Acredita-se que estas cavernas pré-históricas, celeiros, cisternas e templos pertenciam a uma estrela e ao culto da “Mãe Terra”. O sítio é a prova de que a maior das Ilhas Canárias era habitada por uma cultura ainda mais antiga que os antepassados dos espanhóis modernos.
Fotografia de Orlando Torres, UNESCO
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RISCO CAÍDO E MONTANHAS SAGRADAS DE GRÃ CANÁRIA, ESPANHA – Acredita-se que estas cavernas pré-históricas, celeiros, cisternas e templos pertenciam a uma estrela e ao culto da “Mãe Terra”. O sítio é a prova de que a maior das Ilhas Canárias era habitada por uma cultura ainda mais antiga que os antepassados dos espanhóis modernos.
Fotografia de Orlando Torres, UNESCO
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SEOWON, ACADEMIAS COREANAS NEO-CONFUCIONISTAS, COREIA – Os nove edifícios académicos neo-confucionistas, ou “seowon”, foram construídos entre os séculos XV e XIX em paisagens naturais. O projeto tinha como objetivo ensinar aos alunos o respeito pela natureza e a importância da mente e do eu físico.
Fotografia de Busan Drone, Alamy
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SEOWON, ACADEMIAS COREANAS NEO-CONFUCIONISTAS, COREIA – Os nove edifícios académicos neo-confucionistas, ou “seowon”, foram construídos entre os séculos XV e XIX em paisagens naturais. O projeto tinha como objetivo ensinar aos alunos o respeito pela natureza e a importância da mente e do eu físico.
Fotografia de Busan Drone, Alamy
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OBSERVATÓRIO JODRELL BANK, GRÃ-BRETANHA – Esta propriedade abriga um dos principais observatórios de radioastronomia do mundo. Foi usado pela primeira vez em 1945 e ainda continua em atividade. Os estudos científicos aqui conduzidos aumentaram a nossa compreensão sobre os meteoros, a lua, a óptica quântica e o rastreamento de naves espaciais. O sítio qualificou-se em quatro dos 10 critérios de seleção – o máximo atingido este ano entre todos os recém-inscritos.
Fotografia de Jon Super, AP Images
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OBSERVATÓRIO JODRELL BANK, GRÃ-BRETANHA – Esta propriedade abriga um dos principais observatórios de radioastronomia do mundo. Foi usado pela primeira vez em 1945 e ainda continua em atividade. Os estudos científicos aqui conduzidos aumentaram a nossa compreensão sobre os meteoros, a lua, a óptica quântica e o rastreamento de naves espaciais. O sítio qualificou-se em quatro dos 10 critérios de seleção – o máximo atingido este ano entre todos os recém-inscritos.
Fotografia de Jon Super, AP Images
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ARQUITETURA DO SÉCULO XX DE FRANK LLOYD WRIGHT, EUA – Oito edifícios nos EUA caracterizam a “arquitetura orgânica” projetada pelo icónico arquiteto Frank Lloyd Wright. A única designação atribuída aos EUA, apesar da sua retirada da UNESCO em finais do ano passado.
Fotografia de Angelo Hornak, Corbis, Getty Images
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ARQUITETURA DO SÉCULO XX DE FRANK LLOYD WRIGHT, EUA – Oito edifícios nos EUA caracterizam a “arquitetura orgânica” projetada pelo icónico arquiteto Frank Lloyd Wright. A única designação atribuída aos EUA, apesar da sua retirada da UNESCO em finais do ano passado.
Fotografia de Angelo Hornak, Corbis, Getty Images
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SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MONTE, BRAGA, PORTUGAL – As encostas desta pequena montanha, com vista para a cidade de Braga, no extremo norte de Portugal, abrigam um feito arquitetónico-paisagístico com uma igreja e escadaria ao estilo barroco, construído ao longo de um período de 600 anos.
Fotografia de LUÍS Costa, Getty Images
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SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MONTE, BRAGA, PORTUGAL – As encostas desta pequena montanha, com vista para a cidade de Braga, no extremo norte de Portugal, abrigam um feito arquitetónico-paisagístico com uma igreja e escadaria ao estilo barroco, construído ao longo de um período de 600 anos.
Fotografia de LUÍS Costa, Getty Images
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LE COLLINE DEL PROSECCO DI CONEGLIANO, VALDOBBIADENE, ITÁLIA – As vinhas desta paisagem rural exuberante são o testemunho de séculos de agricultura, e atualmente ainda continuam dedicadas à viticultura Prosecco.
Fotografia de Arcangelo Piai, UNESCO
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LE COLLINE DEL PROSECCO DI CONEGLIANO, VALDOBBIADENE, ITÁLIA – As vinhas desta paisagem rural exuberante são o testemunho de séculos de agricultura, e atualmente ainda continuam dedicadas à viticultura Prosecco.
Fotografia de Arcangelo Piai, UNESCO
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PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA¬, PORTUGAL – Este palácio ornamentado e jardins barrocos exibem a opulência e o poder de Portugal no início do século XVIII.
Fotografia de Alberto Novo, Getty Images
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PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA¬, PORTUGAL – Este palácio ornamentado e jardins barrocos exibem a opulência e o poder de Portugal no início do século XVIII.
Fotografia de Alberto Novo, Getty Images
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GRUPO MOZU-FURUICHI KOFUN, JAPÃO – Estes elaborados túmulos terrestres foram construídos em forma de vieiras, quadrados e buracos de fechadura, e estão repletos de esculturas e armaduras de barro. Os túmulos representam a tradição funerária dos membros da elite do período japonês Kofun, dos séculos III a VI, e representam uma sociedade hierárquica.
Fotografia de Sakai City Government, UNESCO
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GRUPO MOZU-FURUICHI KOFUN, JAPÃO – Estes elaborados túmulos terrestres foram construídos em forma de vieiras, quadrados e buracos de fechadura, e estão repletos de esculturas e armaduras de barro. Os túmulos representam a tradição funerária dos membros da elite do período japonês Kofun, dos séculos III a VI, e representam uma sociedade hierárquica.
Fotografia de Sakai City Government, UNESCO
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MONTES FUNERÁRIOS DE DILMUN, BAREIN – Cerca de 12 mil túmulos antigos ondulam pela região oeste do Barein, evidenciando uma elaborada tradição funerária usada pela realeza e pelos plebeus durante mais de 300 anos.
Fotografia de John Elk III, Alamy Stock Photo
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MONTES FUNERÁRIOS DE DILMUN, BAREIN – Cerca de 12 mil túmulos antigos ondulam pela região oeste do Barein, evidenciando uma elaborada tradição funerária usada pela realeza e pelos plebeus durante mais de 300 anos.
Fotografia de John Elk III, Alamy Stock Photo
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PATRIMÓNIO MINEIRO DE CARVÃO DE OMBILIN, SAWAHLUNTO, INDONÉSIA – Esta cidade colonial mineira do século XIX, nas selvas da Indonésia, foi a primeira mina de carvão do Sudeste Asiático. Os seus visitantes podem ver as linhas férreas desertas e explorar um museu para aprender mais sobre a história e ferramentas usadas nas minas – e descobrir a forma como esta indústria lucrativa transformou a área num centro populacional.
Fotografia de Afriadi Hikmal, Alamy
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PATRIMÓNIO MINEIRO DE CARVÃO DE OMBILIN, SAWAHLUNTO, INDONÉSIA – Esta cidade colonial mineira do século XIX, nas selvas da Indonésia, foi a primeira mina de carvão do Sudeste Asiático. Os seus visitantes podem ver as linhas férreas desertas e explorar um museu para aprender mais sobre a história e ferramentas usadas nas minas – e descobrir a forma como esta indústria lucrativa transformou a área num centro populacional.
Fotografia de Afriadi Hikmal, Alamy
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BABILÓNIA, IRAQUE – Portões, estátuas, templos e um teatro são apenas algumas das evidências remanescentes da capital do Segundo Império Babilónico. Acredita-se que esta cidade tenha sido responsável por arquitetar os míticos Jardins Suspensos, descritos pelos antigos gregos como uma das Sete Maravilhas do Mundo.
Fotografia de Hussein Faleh, AFP, Getty Images
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BABILÓNIA, IRAQUE – Portões, estátuas, templos e um teatro são apenas algumas das evidências remanescentes da capital do Segundo Império Babilónico. Acredita-se que esta cidade tenha sido responsável por arquitetar os míticos Jardins Suspensos, descritos pelos antigos gregos como uma das Sete Maravilhas do Mundo.
Fotografia de Hussein Faleh, AFP, Getty Images
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IGREJAS DA ESCOLA DE ARQUITETURA PSKOV, RÚSSIA – Cinco séculos de arquitetura russa têm uma dívida para com a cidade de Pskov, no noroeste do país. Os seus edifícios com cúpulas e estruturas cúbicas – visíveis atualmente em igrejas, catedrais, mosteiros e torres datadas dos séculos XV e XVI – são uma evidência exemplar de uma das principais escolas de arquitetura da Rússia.
Fotografia de Kroshanosha, Getty Images
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IGREJAS DA ESCOLA DE ARQUITETURA PSKOV, RÚSSIA – Cinco séculos de arquitetura russa têm uma dívida para com a cidade de Pskov, no noroeste do país. Os seus edifícios com cúpulas e estruturas cúbicas – visíveis atualmente em igrejas, catedrais, mosteiros e torres datadas dos séculos XV e XVI – são uma evidência exemplar de uma das principais escolas de arquitetura da Rússia.
Fotografia de Kroshanosha, Getty Images
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TERRAS AUSTRAIS E ANTÁRTICAS FRANCESAS – Estes arquipélagos, nos confins remotos do sul do Oceano Índico, formam um refúgio para uma das maiores concentrações de aves (pinguins-rei e albatrozes-de-bico-amarelo) e mamíferos marinhos na Terra.
Fotografia de AFP, Getty Images
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TERRAS AUSTRAIS E ANTÁRTICAS FRANCESAS – Estes arquipélagos, nos confins remotos do sul do Oceano Índico, formam um refúgio para uma das maiores concentrações de aves (pinguins-rei e albatrozes-de-bico-amarelo) e mamíferos marinhos na Terra.
Fotografia de AFP, Getty Images
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FLORESTAS DA HIRCÂNIA, IRÃO – Estima-se que estas florestas primitivas, na zona sul do Mar Cáspio, possam ter entre 25 a 50 milhões de anos. A paisagem abriga 180 espécies de aves e 58 espécies de mamíferos, incluindo o ameaçado leopardo-persa.
Fotografia de Fariba Babaei, UNESCO
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FLORESTAS DA HIRCÂNIA, IRÃO – Estima-se que estas florestas primitivas, na zona sul do Mar Cáspio, possam ter entre 25 a 50 milhões de anos. A paisagem abriga 180 espécies de aves e 58 espécies de mamíferos, incluindo o ameaçado leopardo-persa.
Fotografia de Fariba Babaei, UNESCO
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KLADRUBY NAD LABEM, REPÚBLICA CHECA – Os cavalos de tração kladruber, usados pela corte imperial, são criados e treinados nestes terrenos há 440 anos. Segundo a UNESCO, esta "é uma das principais instituições de criação de cavalos da Europa, desenvolvida numa época em que os cavalos desempenhavam papéis vitais nos transportes, na agricultura, no apoio militar e na representação aristocrática".
Fotografia de CTK, Alamy
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KLADRUBY NAD LABEM, REPÚBLICA CHECA – Os cavalos de tração kladruber, usados pela corte imperial, são criados e treinados nestes terrenos há 440 anos. Segundo a UNESCO, esta "é uma das principais instituições de criação de cavalos da Europa, desenvolvida numa época em que os cavalos desempenhavam papéis vitais nos transportes, na agricultura, no apoio militar e na representação aristocrática".
Fotografia de CTK, Alamy
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PAISAGEM CULTURAL DE BUDJ BIM, AUSTRÁLIA – Ao longo de 6 mil anos, os pântanos, o lago e os canais vulcânicos formados por antigos fluxos de lava ajudaram o povo Gunditjamara, do sudoeste da Austrália, a capturar e a armazenar enguias. É um dos maiores e mais antigos sistemas de aquacultura do planeta. Três das suas áreas protegidas são monitorizadas pelos guardas Budj Bim indígenas.
Fotografia de Rodney Dekker, Country Needs People
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PAISAGEM CULTURAL DE BUDJ BIM, AUSTRÁLIA – Ao longo de 6 mil anos, os pântanos, o lago e os canais vulcânicos formados por antigos fluxos de lava ajudaram o povo Gunditjamara, do sudoeste da Austrália, a capturar e a armazenar enguias. É um dos maiores e mais antigos sistemas de aquacultura do planeta. Três das suas áreas protegidas são monitorizadas pelos guardas Budj Bim indígenas.
Fotografia de Rodney Dekker, Country Needs People
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RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA CIDADE DE LIANGZHU, CHINA – A antiga civilização perdida de Liangzhu, a última sociedade neolítica ao longo do rio Yangzte, no leste da China, deixou sepulturas e evidências de planeamento urbano, incluindo um sistema de conservação de água. Os estudos de ADN feitos em alguns dos túmulos sugerem que a área pode ter sido uma das várias rotas migratórias humanas, que povoaram a região com diversas culturas distintas.
Fotografia de Xinhua, Wang Dingchang, Alamy
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RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA CIDADE DE LIANGZHU, CHINA – A antiga civilização perdida de Liangzhu, a última sociedade neolítica ao longo do rio Yangzte, no leste da China, deixou sepulturas e evidências de planeamento urbano, incluindo um sistema de conservação de água. Os estudos de ADN feitos em alguns dos túmulos sugerem que a área pode ter sido uma das várias rotas migratórias humanas, que povoaram a região com diversas culturas distintas.
Fotografia de Xinhua, Wang Dingchang, Alamy
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SÍTIOS ANTIGOS DE METALURGIA FERROSA, BURKINA FASO – As primeiras minas e fornos de terra de ferreiros, em cinco destes locais, têm quase 3 mil anos e mostram o que significa trabalhar o metal nesta região.
Fotografia de SÉBASTIEN MORISET, UNESCO
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SÍTIOS ANTIGOS DE METALURGIA FERROSA, BURKINA FASO – As primeiras minas e fornos de terra de ferreiros, em cinco destes locais, têm quase 3 mil anos e mostram o que significa trabalhar o metal nesta região.
Fotografia de SÉBASTIEN MORISET, UNESCO
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SISTEMA DE GESTÃO DE ÁGUAS DE AUGSBURG, ALEMANHA – Canais, torres de água, fontes e centrais hidroelétricas ilustram a evolução inovadora, ao longo dos últimos 700 anos, do sistema de gestão de águas da cidade.
Fotografia de Nemo1963, Getty Images
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SISTEMA DE GESTÃO DE ÁGUAS DE AUGSBURG, ALEMANHA – Canais, torres de água, fontes e centrais hidroelétricas ilustram a evolução inovadora, ao longo dos últimos 700 anos, do sistema de gestão de águas da cidade.
Fotografia de Nemo1963, Getty Images
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REGIÃO MINEIRA ERZGEBIRGE/KRUŠNOHOŘÍ, ALEMANHA E REPÚBLICA CHECA – Quase duas dezenas de locais em dois países – desde cidades mineiras a florestas desniveladas e cavernas subterrâneas – exibem uma cultura histórica mineira que influenciou o destino da Europa medieval. A paisagem dos Montes Metalíferos foi a fonte de minério de prata mais importante do velho continente, entre 1460 e 1560. Nos anos seguintes, a área produziu estanho e urânio.
Fotografia de Jan Albrecht, UNESCO
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REGIÃO MINEIRA ERZGEBIRGE/KRUŠNOHOŘÍ, ALEMANHA E REPÚBLICA CHECA – Quase duas dezenas de locais em dois países – desde cidades mineiras a florestas desniveladas e cavernas subterrâneas – exibem uma cultura histórica mineira que influenciou o destino da Europa medieval. A paisagem dos Montes Metalíferos foi a fonte de minério de prata mais importante do velho continente, entre 1460 e 1560. Nos anos seguintes, a área produziu estanho e urânio.
Fotografia de Jan Albrecht, UNESCO
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SÍTIO DE JARROS MEGALÍTICOS DE XIENGKHUANG, LAOS – No norte do Laos, mais de 2 mil jarros de pedra muito peculiares – que se acredita terem sido usados em práticas funerárias durante mais de mil anos – decoram uma planície arborizada. Os fragmentos, tampas, lápides e potes tubulares são a evidência mais substancial da civilização que os criou na Idade do Ferro.
Fotografia de Elnavegante, Getty Images
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SÍTIO DE JARROS MEGALÍTICOS DE XIENGKHUANG, LAOS – No norte do Laos, mais de 2 mil jarros de pedra muito peculiares – que se acredita terem sido usados em práticas funerárias durante mais de mil anos – decoram uma planície arborizada. Os fragmentos, tampas, lápides e potes tubulares são a evidência mais substancial da civilização que os criou na Idade do Ferro.
Fotografia de Elnavegante, Getty Images
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Bagan, Myanmar - Estas planícies sagradas e poeirentas estão abrigam centenas de templos budistas, estupas, pagodes e mosteiros. Descubra as diferenças estilísticas entre os templos por conta própria, com um guia, ou num balão de ar quente ao nascer do sol.
Fotografia de ROBERT HARDING PICTURE LIBRARY, Nat Geo Image Collection
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Bagan, Myanmar - Estas planícies sagradas e poeirentas estão abrigam centenas de templos budistas, estupas, pagodes e mosteiros. Descubra as diferenças estilísticas entre os templos por conta própria, com um guia, ou num balão de ar quente ao nascer do sol.
Fotografia de ROBERT HARDING PICTURE LIBRARY, Nat Geo Image Collection
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CENTRO HISTÓRICO DE SHAKI E PALÁCIO DE KHAN, AZERBAIJÃO – A cidade de Shaki era um centro importante nas rotas comerciais históricas e a sua arquitetura reflete a riqueza gerada pelo comércio da seda no século XVIII.
Fotografia de Reza, Getty Images
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CENTRO HISTÓRICO DE SHAKI E PALÁCIO DE KHAN, AZERBAIJÃO – A cidade de Shaki era um centro importante nas rotas comerciais históricas e a sua arquitetura reflete a riqueza gerada pelo comércio da seda no século XVIII.
Fotografia de Reza, Getty Images
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SANTUÁRIOS DE AVES MIGRATÓRIAS, CHINA – Este sistema de lama intermareal, ao longo do golfo do Mar de Bohai, é o maior do mundo e apresenta trechos de águas rasas, ricas em nutrientes e peixe. Estas terras servem de suporte para as reuniões massivas de aves migratórias – onde nidificam, descansam e fazem a muda – como os grous-da-manchúria, os grous-de-pescoço-branco, os Paradoxornis heudei e os Eurynorhynchus pygmeus.
Fotografia de Li Bo Xinhua, eyevine, Redux
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SANTUÁRIOS DE AVES MIGRATÓRIAS, CHINA – Este sistema de lama intermareal, ao longo do golfo do Mar de Bohai, é o maior do mundo e apresenta trechos de águas rasas, ricas em nutrientes e peixe. Estas terras servem de suporte para as reuniões massivas de aves migratórias – onde nidificam, descansam e fazem a muda – como os grous-da-manchúria, os grous-de-pescoço-branco, os Paradoxornis heudei e os Eurynorhynchus pygmeus.
Fotografia de Li Bo Xinhua, eyevine, Redux
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PARATY, BRASIL – A charmosa cidade costeira de Paraty era o terminal do Caminho do Ouro, ao longo do qual, no século XVII, o precioso metal era enviado para a Europa. A cidade não só tem edifícios preservados que datam do século XVIII, como também faz fronteira com um dos cinco principais pontos de biodiversidade do mundo, que abriga jaguares, porcos-do-mato e macacos mono-carvoeiro.
Fotografia de Yadid Levy, Anzenberger, Redux
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PARATY, BRASIL – A charmosa cidade costeira de Paraty era o terminal do Caminho do Ouro, ao longo do qual, no século XVII, o precioso metal era enviado para a Europa. A cidade não só tem edifícios preservados que datam do século XVIII, como também faz fronteira com um dos cinco principais pontos de biodiversidade do mundo, que abriga jaguares, porcos-do-mato e macacos mono-carvoeiro.
Fotografia de Yadid Levy, Anzenberger, Redux
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PARQUE NACIONAL VATNAJÖKULL, ISLÂNDIA – Este parque nacional majestoso inclui 10 vulcões centrais e cobre quase 14% do território da Islândia. Os visitantes podem explorar as suas maravilhas geológicas com caminhadas pelos glaciares, passeios pelas cavernas de gelo e excursões de jipe.
Fotografia de Max Galli, laif, Redux
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PARQUE NACIONAL VATNAJÖKULL, ISLÂNDIA – Este parque nacional majestoso inclui 10 vulcões centrais e cobre quase 14% do território da Islândia. Os visitantes podem explorar as suas maravilhas geológicas com caminhadas pelos glaciares, passeios pelas cavernas de gelo e excursões de jipe.
Fotografia de Max Galli, laif, Redux
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REGIÃO PRÉ-HISTÓRICA DE MINERAÇÃO DE SÍLEX LISTRADO DE KRZEMIONKI, POLÓNIA – Quatro sítios, do Neolítico e da Idade do Bronze, exibem um importante centro subterrâneo onde se fabricavam machados – uma das redes pré-históricas de mineração de sílex mais abrangentes identificadas até agora.
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REGIÃO PRÉ-HISTÓRICA DE MINERAÇÃO DE SÍLEX LISTRADO DE KRZEMIONKI, POLÓNIA – Quatro sítios, do Neolítico e da Idade do Bronze, exibem um importante centro subterrâneo onde se fabricavam machados – uma das redes pré-históricas de mineração de sílex mais abrangentes identificadas até agora.
Fotografia de Dominika Zarzycka, Alamy
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WRITING-ON-STONE, ÁÍSÍNAI’PI, CANADÁ – As inscrições espirituais de arenito do povo Blackfoot (Siksikáíítsitapi) estão espalhadas pelas colunas de rocha, no Vale Milk River, nas Grandes Planícies, perto da fronteira do Canadá com os Estados Unidos.
Fotografia de Michael Wheatley, Alamy Stock Photo
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WRITING-ON-STONE, ÁÍSÍNAI’PI, CANADÁ – As inscrições espirituais de arenito do povo Blackfoot (Siksikáíítsitapi) estão espalhadas pelas colunas de rocha, no Vale Milk River, nas Grandes Planícies, perto da fronteira do Canadá com os Estados Unidos.
Fotografia de Michael Wheatley, Alamy Stock Photo
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JAIPUR, RAJASTÃO, ÍNDIA – A “cidade rosa” fortificada e atual capital do Rajastão, em Jaipur, foi construída em 1729 e acredita-se que foi a primeira cidade planificada da Índia. As cores e fachadas dos edifícios são coesas; a cidade foi construída em forma de grelha, projetada de acordo com os princípios arquitetónicos védicos, e os seus distritos diversificados fazem referência aos conceitos hindu tradicionais.
Fotografia de Elena Studio, Getty Images
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JAIPUR, RAJASTÃO, ÍNDIA – A “cidade rosa” fortificada e atual capital do Rajastão, em Jaipur, foi construída em 1729 e acredita-se que foi a primeira cidade planificada da Índia. As cores e fachadas dos edifícios são coesas; a cidade foi construída em forma de grelha, projetada de acordo com os princípios arquitetónicos védicos, e os seus distritos diversificados fazem referência aos conceitos hindu tradicionais.
Fotografia de Elena Studio, Getty Images
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RISCO CAÍDO E MONTANHAS SAGRADAS DE GRÃ CANÁRIA, ESPANHA – Acredita-se que estas cavernas pré-históricas, celeiros, cisternas e templos pertenciam a uma estrela e ao culto da “Mãe Terra”. O sítio é a prova de que a maior das Ilhas Canárias era habitada por uma cultura ainda mais antiga que os antepassados dos espanhóis modernos.
Fotografia de Orlando Torres, UNESCO
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RISCO CAÍDO E MONTANHAS SAGRADAS DE GRÃ CANÁRIA, ESPANHA – Acredita-se que estas cavernas pré-históricas, celeiros, cisternas e templos pertenciam a uma estrela e ao culto da “Mãe Terra”. O sítio é a prova de que a maior das Ilhas Canárias era habitada por uma cultura ainda mais antiga que os antepassados dos espanhóis modernos.
Fotografia de Orlando Torres, UNESCO
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SEOWON, ACADEMIAS COREANAS NEO-CONFUCIONISTAS, COREIA – Os nove edifícios académicos neo-confucionistas, ou “seowon”, foram construídos entre os séculos XV e XIX em paisagens naturais. O projeto tinha como objetivo ensinar aos alunos o respeito pela natureza e a importância da mente e do eu físico.
Fotografia de Busan Drone, Alamy
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SEOWON, ACADEMIAS COREANAS NEO-CONFUCIONISTAS, COREIA – Os nove edifícios académicos neo-confucionistas, ou “seowon”, foram construídos entre os séculos XV e XIX em paisagens naturais. O projeto tinha como objetivo ensinar aos alunos o respeito pela natureza e a importância da mente e do eu físico.
Fotografia de Busan Drone, Alamy
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OBSERVATÓRIO JODRELL BANK, GRÃ-BRETANHA – Esta propriedade abriga um dos principais observatórios de radioastronomia do mundo. Foi usado pela primeira vez em 1945 e ainda continua em atividade. Os estudos científicos aqui conduzidos aumentaram a nossa compreensão sobre os meteoros, a lua, a óptica quântica e o rastreamento de naves espaciais. O sítio qualificou-se em quatro dos 10 critérios de seleção – o máximo atingido este ano entre todos os recém-inscritos.
Fotografia de Jon Super, AP Images
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OBSERVATÓRIO JODRELL BANK, GRÃ-BRETANHA – Esta propriedade abriga um dos principais observatórios de radioastronomia do mundo. Foi usado pela primeira vez em 1945 e ainda continua em atividade. Os estudos científicos aqui conduzidos aumentaram a nossa compreensão sobre os meteoros, a lua, a óptica quântica e o rastreamento de naves espaciais. O sítio qualificou-se em quatro dos 10 critérios de seleção – o máximo atingido este ano entre todos os recém-inscritos.
Fotografia de Jon Super, AP Images
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ARQUITETURA DO SÉCULO XX DE FRANK LLOYD WRIGHT, EUA – Oito edifícios nos EUA caracterizam a “arquitetura orgânica” projetada pelo icónico arquiteto Frank Lloyd Wright. A única designação atribuída aos EUA, apesar da sua retirada da UNESCO em finais do ano passado.
Fotografia de Angelo Hornak, Corbis, Getty Images
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ARQUITETURA DO SÉCULO XX DE FRANK LLOYD WRIGHT, EUA – Oito edifícios nos EUA caracterizam a “arquitetura orgânica” projetada pelo icónico arquiteto Frank Lloyd Wright. A única designação atribuída aos EUA, apesar da sua retirada da UNESCO em finais do ano passado.
Fotografia de Angelo Hornak, Corbis, Getty Images
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SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MONTE, BRAGA, PORTUGAL – As encostas desta pequena montanha, com vista para a cidade de Braga, no extremo norte de Portugal, abrigam um feito arquitetónico-paisagístico com uma igreja e escadaria ao estilo barroco, construído ao longo de um período de 600 anos.
Fotografia de LUÍS Costa, Getty Images
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SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MONTE, BRAGA, PORTUGAL – As encostas desta pequena montanha, com vista para a cidade de Braga, no extremo norte de Portugal, abrigam um feito arquitetónico-paisagístico com uma igreja e escadaria ao estilo barroco, construído ao longo de um período de 600 anos.
Fotografia de LUÍS Costa, Getty Images
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LE COLLINE DEL PROSECCO DI CONEGLIANO, VALDOBBIADENE, ITÁLIA – As vinhas desta paisagem rural exuberante são o testemunho de séculos de agricultura, e atualmente ainda continuam dedicadas à viticultura Prosecco.
Fotografia de Arcangelo Piai, UNESCO
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LE COLLINE DEL PROSECCO DI CONEGLIANO, VALDOBBIADENE, ITÁLIA – As vinhas desta paisagem rural exuberante são o testemunho de séculos de agricultura, e atualmente ainda continuam dedicadas à viticultura Prosecco.
Fotografia de Arcangelo Piai, UNESCO
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PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA¬, PORTUGAL – Este palácio ornamentado e jardins barrocos exibem a opulência e o poder de Portugal no início do século XVIII.
Fotografia de Alberto Novo, Getty Images
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PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA¬, PORTUGAL – Este palácio ornamentado e jardins barrocos exibem a opulência e o poder de Portugal no início do século XVIII.
Fotografia de Alberto Novo, Getty Images
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GRUPO MOZU-FURUICHI KOFUN, JAPÃO – Estes elaborados túmulos terrestres foram construídos em forma de vieiras, quadrados e buracos de fechadura, e estão repletos de esculturas e armaduras de barro. Os túmulos representam a tradição funerária dos membros da elite do período japonês Kofun, dos séculos III a VI, e representam uma sociedade hierárquica.
Fotografia de Sakai City Government, UNESCO
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GRUPO MOZU-FURUICHI KOFUN, JAPÃO – Estes elaborados túmulos terrestres foram construídos em forma de vieiras, quadrados e buracos de fechadura, e estão repletos de esculturas e armaduras de barro. Os túmulos representam a tradição funerária dos membros da elite do período japonês Kofun, dos séculos III a VI, e representam uma sociedade hierárquica.
Fotografia de Sakai City Government, UNESCO
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MONTES FUNERÁRIOS DE DILMUN, BAREIN – Cerca de 12 mil túmulos antigos ondulam pela região oeste do Barein, evidenciando uma elaborada tradição funerária usada pela realeza e pelos plebeus durante mais de 300 anos.
Fotografia de John Elk III, Alamy Stock Photo
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MONTES FUNERÁRIOS DE DILMUN, BAREIN – Cerca de 12 mil túmulos antigos ondulam pela região oeste do Barein, evidenciando uma elaborada tradição funerária usada pela realeza e pelos plebeus durante mais de 300 anos.
Fotografia de John Elk III, Alamy Stock Photo
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PATRIMÓNIO MINEIRO DE CARVÃO DE OMBILIN, SAWAHLUNTO, INDONÉSIA – Esta cidade colonial mineira do século XIX, nas selvas da Indonésia, foi a primeira mina de carvão do Sudeste Asiático. Os seus visitantes podem ver as linhas férreas desertas e explorar um museu para aprender mais sobre a história e ferramentas usadas nas minas – e descobrir a forma como esta indústria lucrativa transformou a área num centro populacional.
Fotografia de Afriadi Hikmal, Alamy
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PATRIMÓNIO MINEIRO DE CARVÃO DE OMBILIN, SAWAHLUNTO, INDONÉSIA – Esta cidade colonial mineira do século XIX, nas selvas da Indonésia, foi a primeira mina de carvão do Sudeste Asiático. Os seus visitantes podem ver as linhas férreas desertas e explorar um museu para aprender mais sobre a história e ferramentas usadas nas minas – e descobrir a forma como esta indústria lucrativa transformou a área num centro populacional.
Fotografia de Afriadi Hikmal, Alamy
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BABILÓNIA, IRAQUE – Portões, estátuas, templos e um teatro são apenas algumas das evidências remanescentes da capital do Segundo Império Babilónico. Acredita-se que esta cidade tenha sido responsável por arquitetar os míticos Jardins Suspensos, descritos pelos antigos gregos como uma das Sete Maravilhas do Mundo.
Fotografia de Hussein Faleh, AFP, Getty Images
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BABILÓNIA, IRAQUE – Portões, estátuas, templos e um teatro são apenas algumas das evidências remanescentes da capital do Segundo Império Babilónico. Acredita-se que esta cidade tenha sido responsável por arquitetar os míticos Jardins Suspensos, descritos pelos antigos gregos como uma das Sete Maravilhas do Mundo.
Fotografia de Hussein Faleh, AFP, Getty Images
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IGREJAS DA ESCOLA DE ARQUITETURA PSKOV, RÚSSIA – Cinco séculos de arquitetura russa têm uma dívida para com a cidade de Pskov, no noroeste do país. Os seus edifícios com cúpulas e estruturas cúbicas – visíveis atualmente em igrejas, catedrais, mosteiros e torres datadas dos séculos XV e XVI – são uma evidência exemplar de uma das principais escolas de arquitetura da Rússia.
Fotografia de Kroshanosha, Getty Images
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IGREJAS DA ESCOLA DE ARQUITETURA PSKOV, RÚSSIA – Cinco séculos de arquitetura russa têm uma dívida para com a cidade de Pskov, no noroeste do país. Os seus edifícios com cúpulas e estruturas cúbicas – visíveis atualmente em igrejas, catedrais, mosteiros e torres datadas dos séculos XV e XVI – são uma evidência exemplar de uma das principais escolas de arquitetura da Rússia.
Fotografia de Kroshanosha, Getty Images
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TERRAS AUSTRAIS E ANTÁRTICAS FRANCESAS – Estes arquipélagos, nos confins remotos do sul do Oceano Índico, formam um refúgio para uma das maiores concentrações de aves (pinguins-rei e albatrozes-de-bico-amarelo) e mamíferos marinhos na Terra.
Fotografia de AFP, Getty Images
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TERRAS AUSTRAIS E ANTÁRTICAS FRANCESAS – Estes arquipélagos, nos confins remotos do sul do Oceano Índico, formam um refúgio para uma das maiores concentrações de aves (pinguins-rei e albatrozes-de-bico-amarelo) e mamíferos marinhos na Terra.
Fotografia de AFP, Getty Images
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FLORESTAS DA HIRCÂNIA, IRÃO – Estima-se que estas florestas primitivas, na zona sul do Mar Cáspio, possam ter entre 25 a 50 milhões de anos. A paisagem abriga 180 espécies de aves e 58 espécies de mamíferos, incluindo o ameaçado leopardo-persa.
Fotografia de Fariba Babaei, UNESCO
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FLORESTAS DA HIRCÂNIA, IRÃO – Estima-se que estas florestas primitivas, na zona sul do Mar Cáspio, possam ter entre 25 a 50 milhões de anos. A paisagem abriga 180 espécies de aves e 58 espécies de mamíferos, incluindo o ameaçado leopardo-persa.
Fotografia de Fariba Babaei, UNESCO
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KLADRUBY NAD LABEM, REPÚBLICA CHECA – Os cavalos de tração kladruber, usados pela corte imperial, são criados e treinados nestes terrenos há 440 anos. Segundo a UNESCO, esta "é uma das principais instituições de criação de cavalos da Europa, desenvolvida numa época em que os cavalos desempenhavam papéis vitais nos transportes, na agricultura, no apoio militar e na representação aristocrática".
Fotografia de CTK, Alamy
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KLADRUBY NAD LABEM, REPÚBLICA CHECA – Os cavalos de tração kladruber, usados pela corte imperial, são criados e treinados nestes terrenos há 440 anos. Segundo a UNESCO, esta "é uma das principais instituições de criação de cavalos da Europa, desenvolvida numa época em que os cavalos desempenhavam papéis vitais nos transportes, na agricultura, no apoio militar e na representação aristocrática".
Fotografia de CTK, Alamy
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PAISAGEM CULTURAL DE BUDJ BIM, AUSTRÁLIA – Ao longo de 6 mil anos, os pântanos, o lago e os canais vulcânicos formados por antigos fluxos de lava ajudaram o povo Gunditjamara, do sudoeste da Austrália, a capturar e a armazenar enguias. É um dos maiores e mais antigos sistemas de aquacultura do planeta. Três das suas áreas protegidas são monitorizadas pelos guardas Budj Bim indígenas.
Fotografia de Rodney Dekker, Country Needs People
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PAISAGEM CULTURAL DE BUDJ BIM, AUSTRÁLIA – Ao longo de 6 mil anos, os pântanos, o lago e os canais vulcânicos formados por antigos fluxos de lava ajudaram o povo Gunditjamara, do sudoeste da Austrália, a capturar e a armazenar enguias. É um dos maiores e mais antigos sistemas de aquacultura do planeta. Três das suas áreas protegidas são monitorizadas pelos guardas Budj Bim indígenas.
Fotografia de Rodney Dekker, Country Needs People
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RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA CIDADE DE LIANGZHU, CHINA – A antiga civilização perdida de Liangzhu, a última sociedade neolítica ao longo do rio Yangzte, no leste da China, deixou sepulturas e evidências de planeamento urbano, incluindo um sistema de conservação de água. Os estudos de ADN feitos em alguns dos túmulos sugerem que a área pode ter sido uma das várias rotas migratórias humanas, que povoaram a região com diversas culturas distintas.
Fotografia de Xinhua, Wang Dingchang, Alamy
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RUÍNAS ARQUEOLÓGICAS DA CIDADE DE LIANGZHU, CHINA – A antiga civilização perdida de Liangzhu, a última sociedade neolítica ao longo do rio Yangzte, no leste da China, deixou sepulturas e evidências de planeamento urbano, incluindo um sistema de conservação de água. Os estudos de ADN feitos em alguns dos túmulos sugerem que a área pode ter sido uma das várias rotas migratórias humanas, que povoaram a região com diversas culturas distintas.
Fotografia de Xinhua, Wang Dingchang, Alamy
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SÍTIOS ANTIGOS DE METALURGIA FERROSA, BURKINA FASO – As primeiras minas e fornos de terra de ferreiros, em cinco destes locais, têm quase 3 mil anos e mostram o que significa trabalhar o metal nesta região.
Fotografia de SÉBASTIEN MORISET, UNESCO
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SÍTIOS ANTIGOS DE METALURGIA FERROSA, BURKINA FASO – As primeiras minas e fornos de terra de ferreiros, em cinco destes locais, têm quase 3 mil anos e mostram o que significa trabalhar o metal nesta região.
Fotografia de SÉBASTIEN MORISET, UNESCO
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SISTEMA DE GESTÃO DE ÁGUAS DE AUGSBURG, ALEMANHA – Canais, torres de água, fontes e centrais hidroelétricas ilustram a evolução inovadora, ao longo dos últimos 700 anos, do sistema de gestão de águas da cidade.
Fotografia de Nemo1963, Getty Images
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SISTEMA DE GESTÃO DE ÁGUAS DE AUGSBURG, ALEMANHA – Canais, torres de água, fontes e centrais hidroelétricas ilustram a evolução inovadora, ao longo dos últimos 700 anos, do sistema de gestão de águas da cidade.
Fotografia de Nemo1963, Getty Images
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REGIÃO MINEIRA ERZGEBIRGE/KRUŠNOHOŘÍ, ALEMANHA E REPÚBLICA CHECA – Quase duas dezenas de locais em dois países – desde cidades mineiras a florestas desniveladas e cavernas subterrâneas – exibem uma cultura histórica mineira que influenciou o destino da Europa medieval. A paisagem dos Montes Metalíferos foi a fonte de minério de prata mais importante do velho continente, entre 1460 e 1560. Nos anos seguintes, a área produziu estanho e urânio.
Fotografia de Jan Albrecht, UNESCO
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REGIÃO MINEIRA ERZGEBIRGE/KRUŠNOHOŘÍ, ALEMANHA E REPÚBLICA CHECA – Quase duas dezenas de locais em dois países – desde cidades mineiras a florestas desniveladas e cavernas subterrâneas – exibem uma cultura histórica mineira que influenciou o destino da Europa medieval. A paisagem dos Montes Metalíferos foi a fonte de minério de prata mais importante do velho continente, entre 1460 e 1560. Nos anos seguintes, a área produziu estanho e urânio.
Fotografia de Jan Albrecht, UNESCO
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SÍTIO DE JARROS MEGALÍTICOS DE XIENGKHUANG, LAOS – No norte do Laos, mais de 2 mil jarros de pedra muito peculiares – que se acredita terem sido usados em práticas funerárias durante mais de mil anos – decoram uma planície arborizada. Os fragmentos, tampas, lápides e potes tubulares são a evidência mais substancial da civilização que os criou na Idade do Ferro.
Fotografia de Elnavegante, Getty Images
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SÍTIO DE JARROS MEGALÍTICOS DE XIENGKHUANG, LAOS – No norte do Laos, mais de 2 mil jarros de pedra muito peculiares – que se acredita terem sido usados em práticas funerárias durante mais de mil anos – decoram uma planície arborizada. Os fragmentos, tampas, lápides e potes tubulares são a evidência mais substancial da civilização que os criou na Idade do Ferro.
Fotografia de Elnavegante, Getty Images
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