Viagem e Aventuras

Descubra Paris a Custo Zero

Passear pelas ruas caras de Paris pode implicar um rombo na carteira, mas tal só acontecerá se não souber onde e quando procurar os lugares certos.Sunday, May 27, 2018

Por National Geographic
Em Paris, França, até a entrada do Museu de Orsay é uma obra de arte.

Delicie-se com alguns dos luxos mais encantadores que a Cidade Luz tem para oferecer, a custo zero, desde a autenticidade dos pequenos recantos à excelência dos museus e às deslumbrantes vistas.

ARTE

A entrada é gratuita para visitar a exposição permanente no Museu do Louvre, a casa de Mona Lisa e um dos mais conhecidos edifícios do mundo, no primeiro domingo de cada mês de outubro a março. Os visitantes com idade igual ou inferior a 25 anos podem visitar o museu gratuitamente às sextas-feiras à noite, entre as 18h e as 21h45m, com exceção dos aposentos de Napoleão, e, para os visitantes com idade igual ou inferior a 18 anos, a entrada é livre. Mas lembre-se de que o Museu do Louvre é um ponto turístico de eleição, pelo que é expectável que as filas nos dias gratuitos sejam longas.

Explore as grandes referências do Impressionismo no Museu de Orsay, um dos espaços preferidos pelos turistas, instalado numa antiga estação de comboios, com vista para o rio Sena. A entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês. Para os menores de 18 anos, a entrada é livre todos os dias da semana. No piso superior, contorne a multidão e descubra os famosos quadros de Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Degas, Manet, Van Gogh, Cézanne, Seurat e Matisse.

O Centro Georges Pompidou, uma afirmação arquitetónica garrida pensada para sugerir um edifício virado do avesso, foi inaugurado em 1977 e reaberto, posteriormente, em 2000, após obras de intervenção de fundo. A entrada é livre no primeiro domingo de cada mês. Os jovens com idade igual ou inferior a 18 anos gozam de entrada de livre todos os dias da semana. O Centro Georges Pompidou acolhe uma vasta coleção de obras que atravessam todo o século XX e é paragem obrigatória para os amantes de arte moderna e contemporânea. Descubra ainda a praça contígua, ocupada pela excêntrica Fonte de Stravinsky e conhecida pelas suas dinâmicas, onde pode desfrutar da ampla diversidade cultural de Paris.

As ruas e as galerias de arte em Paris enchem-se com obras de aspirantes a artistas, que agradecem poder expor as suas peças a custo zero. Os amantes de arte não precisam de ir muito além das ruas que circundam os museus, sobretudo em Montmartre, nas imediações do Museu Picasso e, no Marais, nas proximidades do Centro Georges Pompidou. Se for um amante de arte conceptual e minimalista, experimente visitar a Galeria Yvon Lambert.

Descubra a moda francesa às segundas-feiras, pelas 15 horas, de março a dezembro, nos desfiles de moda gratuitos, que se realizam no sétimo andar dos centenários armazéns franceses, as Galerias Lafayette. Uma equipa de modelos dá a conhecer as últimas tendências da alta-costura durante um desfile de 30 minutos. As reservas deverão ser efetuadas através do endereço eletrónico welcome@galerieslafayette.com ou através do número de telefone +33 [0]1 42 82 36 40.

Partindo da Torre Eiffel, do outro lado do rio, situa-se o Museu de Arte Moderna de Paris, que acolhe obras dos movimentos artísticos dos séculos XX e XXI, incluindo o Fauvismo, o Cubismo, o Dadaísmo, o Surrealismo, o Abstracionismo, entre outros, numa exposição permanente, de entrada gratuita, que integra obras de Matisse, Picasso e Chagall.

No primeiro domingo de cada mês, as famosas esculturas em bronze e mármore de Auguste Rodin, incluindo O Pensador e O Beijo, podem ser vistas, gratuitamente, no Museu Rodin, situado no tranquilo Hotel Biron do século XVIII e no seu jardim bem cuidado.

Instalado numa mansão sujeita recentemente a obras de ampliação e renovação, o Museu Cernuschi é de entrada livre e acolhe uma coleção de peças de cerâmica asiáticas ancestrais, assim como peças de jade e bronze e outros legados doados à cidade de Paris pelo filantropo Henri Cernushi, no final do século XIX.

Conheça os gostos da classe alta do Iluminismo no Museu Cognacq-Jay, uma mansão privada situada no Marais, que foi transformada em museu da cidade, de entrada gratuita, e que acolhe uma extraordinária, coleção de arte do século XVIII, incluindo obras de Boucher, Chardin, Fragonard e Watteau.

O Museu Zadkine foi a casa do escultor russo Ossip Zadkine desde 1928 até à sua morte, no ano de 1967. A entrada é gratuita e poderá admirar as centenas de obras deste escultor, assim como os desenhos e as tapeçarias que adornam o seu estúdio e o jardim, situado perto dos Jardins de Luxemburgo.

A entrada é livre para visitar as exposições permanentes no Petit Palais, no Museu de Belas-Artes de Paris. O museu acomoda uma vasta coleção de quadros, esculturas, tapeçarias e símbolos, que atravessam os últimos vinte séculos da história da Europa. Descubra as obras de Delacroix, Monet, Sisley, Renoir, Toulouse-Lautrec, e Courbet, a custo zero.

A entrada no Museu Dapper é gratuita na última quarta-feira de cada mês. Contemple as máscaras de madeira esculpida da África subsariana, que dizem ter influenciado a obra de Pablo Picasso, neste museu situado a nordeste da Praça Victor Hugo. A entrada é sempre gratuita para jovens com idades inferiores a 18 anos.

O Museu Nacional da Idade Média está instalado em dois monumentos parisienses: nos antigos banhos galo-romanos e no mosteiro gótico de Cluny. A exposição, que pode ser vista gratuitamente no primeiro domingo de cada mês e todos os dias para jovens menores de 18 anos, oferece uma perspetiva da arte e história da Idade Média, com raras esculturas em marfim, vitrais e têxteis, incluindo A Dama e o Unicórnio, um conjunto famoso de tapeçarias dos finais do século XV. Os jardins do museu dividem-se numa floresta de unicórnios, numa horta de ervas medicinais e num tapete de mil flores.

O Museu Nacional das Artes Asiáticas-Guimet, a primeira coleção de arte asiática em França, é dedicado às esculturas, pinturas e artefactos religiosos do Afeganistão, Índia, Nepal, Paquistão, Tibete, Cambodja, China, Japão e Coreia. A entrada é livre no primeiro domingo de cada mês e é gratuita para jovens com menos de 18 anos todos os dias da semana.

PONTOS DE INTERESSE

Subir à Torre Eiffel, o monumento mais emblemático de Paris, tem um custo, mas a vista em baixo também é espetacular por mérito próprio e um cenário perfeito para um agradável piquenique nas zonas relvadas, que ocupam as imediações. Não deixe de visitar a torre à noite, para assistir a um verdadeiro espetáculo de luzes, com 20 000 lâmpadas brancas, que iluminam a estrutura durante dez minutos, a cada hora.

A cingir Paris na zona central está o rio Sena, que divide a cidade nas margens esquerda e direita. Para um toque de romantismo, caminhe, sem pressas, ao longo da margem do rio. Para adquirir recordações únicas, percorra as bancas de livros que se alinham na margem esquerda, ao nível da rua.

A Catedral de Notre Dame é o centro histórico de Paris. Todas as distâncias de Paris a qualquer ponto do território francês são medidas a partir da praça em frente da basílica. Tire uma fotografia aos seus pés sobre a placa que assinala o ponto zero, antes de entrar na catedral, a obra-prima da arquitetura gótica francesa e um dos lugares mais visitados em Paris. A entrada é livre. Não se esqueça de percorrer o perímetro e observar as pedras angulares que suportam a estrutura, assim como as famosas gárgulas.

Na sombra da Basílica do Sacré-Coeur e perto da casa-estúdio habitada por Picasso, situa-se a Praça du Tertre de Montmartre, onde se vive um ambiente animado por uma multidão de aspirantes a artistas, que vendem as suas produções artísticas, em jeito de recordações prontas a levar, e desenham, a pedido, os retratos dos turistas.

Preste a sua homenagem à falecida Princesa Diana junto do monumento de bronze Flame of Liberty, situado nas proximidades do túnel da Ponte d’Alma, onde morreu num trágico acidente. Este monumento ocupa o extremo norte da Praça D’Alma desde 1987 e simboliza a amizade entre França e os Estados Unidos. Se utilizar o metro, deverá sair na estação de Alma-Marceau.

Cruze o rio Sena nas quase 40 pontes de madeira, metal e pedra que o atravessam, desde a antiga ponte Neuf com 400 anos de existência até à recente ponte de aço Simone-de-Beauvoir, cujos contornos sugerem a forma de um olho.

No Marais, o imponente Hôtel de Ville de Paris integra uma praça dominada por uma fonte, com entrada gratuita. O acesso a grande parte deste grandioso edifício está vedado ao público, por razões de segurança, mas poderá ver exposições sobre Paris e obter informação gratuita na entrada principal do edifício.

Contemple a cidade a partir do Promenade Plantée, um antigo viaduto ferroviário que se situa num plano elevado, transformado num parque linear, um dos poucos que existem no mundo, que conduz à zona este a partir das imediações da Bastilha. As escadas que se distribuem pelo parque conduzem a pequenos espaços e arcadas, preenchidos com arte pública, ou jardins, que as pessoas usam para a prática de desporto.

Situado no centro do Bairro Latino, o Panteão, uma estrutura abobadada, foi, inicialmente, encomendado por Luís XV, no século XVIII, para acolher uma igreja, mas o monumento foi transformado num mausoléu secular dedicado aos grandes homens da Revolução Francesa e é conhecido pelo seu interior em mármore negro e pelas suas colunas coríntias.  A entrada é livre no primeiro domingo de cada mês, de novembro a março.

Victor Hugo viveu no Hôtel de Rohan-Guéménée na Praça des Vosges durante 16 anos, desde 1832-1848, e muitas das suas obras foram escritas entre aquelas paredes, incluindo o seu romance épico Os Miseráveis. Contemple os manuscritos e as primeiras edições nas Maisons de Victor Hugo e visite o seu apartamento, que documenta a sua vida antes, durante e depois do exílio.  A entrada para visitar as exposições permanentes é gratuita.

O famoso laboratório da cientista Marie Curie, no qual trabalhou desde 1914 até à sua morte, no ano de 1934, foi objeto de uma meticulosa obra de restauro, tendo sido transformado no Museu Curie. O espaço acomoda o mobiliário original, instrumentos e os prémios Nobel arrecadados por Curie e pelos seus colegas. O espaço está aberto ao público e a entrada é livre.

A casa de Montparnasse, o jardim e o estúdio do artista Antoine Bourdelle exibem os bronzes, as esculturas, as pinturas e os desenhos dos tempos da belle époque no Museu Bourdelle. A entrada é livre para visitar a exposição permanente.

Descubra a miríade de mercados de alimentação e flores, instalados ao ar livre, e as várias feiras da ladra, que se distribuem pelas ruas de Paris. Não deixe de visitar a mais impressionante feira da ladra da cidade, o Marché aux Puces, no norte da zona suburbana de Saint-Ouen.

CULTURA

Percorra os inúmeros bairros que integram os 20 arrondissements para descobrir verdadeiramente a cultura eclética da cidade, desde Montmartre ao Bairro Latino, e o Marais, o Canal de St. Martin, St. Germaine-des-Près, entre outros.

Espreite as montras ou, como dizem os franceses, faire du lèche-vitrines, que significa, na sua aceção literal, dê uma lambidela às montras, na Avenida Montaigne e na Rua du Faubourg Saint-Honoré, uma das ruas mais caras da cidade, para um vislumbre da elegância parisiense, que perpassa nas telas do cinema.

Desfrute de uma perspetiva agradável da Torre Eiffel a partir da Maison de Balzac, a casa de Honoré de Balzac, um escritor do século XIX e autor da célebre obra A Comédia Humana. A exposição permanente recebe, a título gratuito, todos aqueles que desejem descobrir a obra e os manuscritos de Balzac.

Fundada em 1530 pelo rei Francisco I para o ensino de matérias seculares que não eram lecionadas na Sorbonne, o Collège de France organiza simpósios e conferências de entrada livre, muitos deles em inglês.  Os temas são diversos e abrangem áreas tão distintas como a matemática, a física e as ciências naturais, a filosofia, a sociologia, a história e a arqueologia.

Desde a sua inauguração em 1880, o Museu Carnavalet, instalado em duas mansões adjacentes, documenta a história de Paris, desde os seus primórdios até aos tempos modernos. Espreite os artefactos medievais e dos tempos da Revolução e os objets d’art, que, durante séculos, ornamentaram as casas da alta sociedade.  Veja ainda alguns objetos que preencheram a vida de Napoleão, como o seu berço e a canoa.  A entrada para a exposição permanente é livre.

FAMÍLIAS

Gaste as energias nos parques públicos da cidade, onde outeiros relvados emergem salpicados por parques infantis e carrosséis, como o Parque André Citroën, o Jardim das Tulherias, os Jardins de Luxemburgo, o Parque Monceau, a Praça Willette, situada em frente da Basílica do Sacré-Coeur, e o Jardim das Plantas.  As crianças gostam especialmente do traçado serpenteante do Parque des Buttes Chaumon, situado na zona nordeste de Paris, e que encerra várias grutas e quedas de água.

Le Petit Ney, um café literário situado em Montmartre, organiza sessões de jogos de tabuleiro ao longo da semana. A maioria dos jogos destinam-se a adolescentes e adultos, mas há sempre algo pensado para as gentes de palmo e meio. O acesso é gratuito.

Estendendo-se para sul a partir do extremo nordeste da cidade, o Parque de la Villette, com uma área de 350 000 m2, é um dos maiores espaços verdes ao ar livre da cidade. Dividido pelo Canal de l'Ourcq e com caminhos matizados pelas sombras, pavilhões vermelhos e vários jardins temáticos e parques infantis, o local fervilha com várias atrações que fazem as delícias dos mais pequenos, tais como o Jardim do Dragão, no qual sobressai um escorrega em forma de dragão. No verão, projetam-se filmes numa tela gigante instalada no parque e aos quais poderá assistir gratuitamente.

ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS

Alguns restaurantes em Paris oferecem aos seus clientes uma refeição grátis, geralmente mexilhão ou cuscuz, desde que consumam uma bebida.

Le Grenier serve um prato de cuscuz, oferta da casa, nas noites de sexta e sábado, de setembro a abril, a partir das 19h30m, num ambiente convidativo, com atuações ao vivo de música pop e jazz cigano.

Le Tribal Café oferece moules frites, às quartas e quintas-feiras, ou cuscuz com frango, às quintas-feiras e sábados, a uma clientela animada que atravessa gerações.

Saboreie um prato de cuscuz, sem gastar um cêntimo, após as 19 horas em La Chôpe du Château Rouge, um restaurante de bairro muito conhecido, situado em Montmartre.

Durante mais de 20 anos, Les Trois Frères foi um lugar muito popular, em parte por causa do seu saboroso prato de cuscuz, servido como oferta da casa nas noites de quinta-feira, e da sopa oferecida nas noites de domingo.

O restaurante e bar italiano Delizie, situado perto de Butte Montmartre, oferece as entradas aos clientes que peçam um aperitivo italiano, a partir das 18 horas, de terça a sábado.

Realizado anualmente, na segunda semana de outubro, o Festival das Vindimas de Montmartre é de entrada livre e celebra a distinção do distrito como a única região vinícola da cidade de Paris. Este evento promove a degustação de vinhos, a tradicional pisa de uvas, espetáculos de fogo de artifício, concertos e um desfile.

ATIVIDADES AO AR LIVRE

Trace o seu caminho ao longo do Cemitério de Père-Lachaise, com uma visita virtual online aos túmulos das celebridades que habitam o espaço, desde a campa de Oscar Wilde, esborratada com batom, ao modesto lote ocupado pela sepultura de Jim Morrison.

Criado em 1798, o Cemitério de Montmartre acolhe os túmulos do pintor e escultor Edgar Degas, do cineasta francês François Truffaut, e de outros tantos. Peça um mapa gratuito perto da entrada.

Caminhe pelo Cemitério de Montparnasse, erguido no início do século XVIII, e passe pelo local do eterno descanso do filósofo Jean-Paul Sartre, da escritora Simone de Beauvoir e do fabricante de automóveis André Citroën. Os mapas gratuitos podem ser solicitados na entrada principal.

Bastante informal para os padrões parisienses, o pitoresco Parque Monceau enche-se de caminhos salpicados pelas sombras das videiras, que ladeiam as suas bermas, e integra o célebre lago Naumacherie, pela sua colunata coríntia.

Ocupando uma área de 25 hectares entre o Museu do Louvre e a Praça da Concórdia e encomendado, originalmente, por Catarina de Medici, o Jardim das Tulherias sobressai pelo seu formalismo paisagístico e pela forma cuidada dos elementos que integram o espaço.

As extensas áreas dos Jardins de Luxemburgo, um jardim panorâmico situado no Bairro Latino, no sexto arrondissement, integram a Fonte Medici de 1861, várias estátuas do século XIX e espaços para passar uma tarde agradável.

No Marais, a Praça des Vosges, a mais antiga praça da cidade, é delimitada por casas de tijolo e pedra e oferece momentos de descanso longe do bulício das ruas da cidade, com as suas fontes borbulhantes e uma praça ajardinada, cuidada com primor.

Para conhecer Paris de bicicleta, a Paris Rando Vélo oferece passeios de bicicleta gratuitos nas noites de sexta-feira, com ponto de encontro às 21h30m, em frente ao Hotel de Ville. Os passeios têm início às 22 horas e terminam à uma da manhã. O grupo também organiza passeios semelhantes no terceiro domingo de cada mês, às 10h30m.

A Pari Roller organiza passeios de skate pelas ruas da cidade todas as sextas-feiras à noite, com início às 22 horas, na Praça Raoul Dautry. Os percursos de três horas são alterados todas as semanas, sem nunca exceder os habituais 30 quilómetros.

Todos os anos, nos meses de julho e agosto, as margens do rio Sena cobrem-se de areia para dar lugar às praias fluviais de Paris, um espaço improvisado para relaxar, fazer um piquenique e conhecer outros banhistas, ainda que não seja permitido nadar no rio.

Calce os patins e faça-se às pistas dos ringues de gelo, instalados temporariamente no Hotel de Ville e na Gare Montparnasse, todos os invernos. Embora o acesso ao recinto seja gratuito, o aluguer dos patins é pago.

TEATRO E MÚSICA

Durante mais de uma década, Quai Saint-Bernard acolheu uma festa de dança ao ar livre, espontânea, ainda que recorrente, nas noites dos meses de julho e agosto.

A Catedral de Notre Dame, de estilo gótico, faz o possível para organizar recitais de órgão, de entrada livre, aos domingos, às 16h30m, num cenário de conto de fadas.

Durante uma hora, assista ao ensaio do coro todos os domingos de manhã, às 9h45m, na Basílica do Sacré-Coeur, no ponto mais alto de Paris.

Os alunos do Conservatório Nacional Superior de Música e Dança, a prestigiada instituição parisiense dedicada ao ensino da música, situada perto do Parque de la Villete, no 19.º arrondissement, conquistam o palco e oferecem concertos gratuitos em diversos ocasiões durante a semana. Para alguns espetáculos, é necessário adquirir bilhetes e fazer reservas. Os concertos atravessam vários géneros, desde a música de câmara medieval ao jazz contemporâneo.

Perto do Centro Georges Pompidou, a Igreja de St. Merri acolhe concertos de música clássica, barroca e gospel, de entrada livre, pela mão de verdadeiras promessas das artes da música, que se realizam todos os sábados à noite, às 21 horas, e nas tardes de domingo, às 16 horas, de setembro a julho. É feita uma recolha de donativos.

A Igreja Americana em Paris oferece música clássica e concertos de blues gratuitos todos os domingos, às 17 horas, como parte de uma série de concertos promovidos pela igreja, de setembro a novembro e de janeiro a junho. É solicitado um pequeno donativo à entrada para apoiar a iniciativa.

Anualmente, no dia 21 de junho, ao pôr-do-sol, centenas de músicos tomam as ruas, os bares e os cafés de Paris para celebrar La Fête de la Musique, um festival de música, de entrada livre, para todos aqueles que apreciam géneros musicais tão diversos como o jazz, o rock, o hip-hop, a eletrónica, entre outros.

Espreite um local dedicado ao jazz todas as segundas-feiras à noite em 7 Lézards, um clube de jazz instalado numa cave, no Marais, onde a banda da casa atua a título gratuito.

PARA MAIS INFORMAÇÕES

- Gabinete de Turismo Francês;

- Convenção de Paris e Gabinete de Turismo;

- Serviços Culturais da Embaixada de França;

- Cidade de Paris;

- Segredos de Paris;

- Metrópole de Paris;

- Paris Voice.

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