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12 Formas Sustentáveis de Viajar no Novo Ano

Qual é a melhor forma de compensar um ano sem viagens? Fazer um compromisso com a sustentabilidade.

Fotografias Por Peter Fisher
Publicado 13/01/2021, 16:57
Um cacto Cylindropuntia no Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia. Apoiar a utilização responsável dos terrenos ...

Um cacto Cylindropuntia no Parque Nacional Joshua Tree, na Califórnia. Apoiar a utilização responsável dos terrenos públicos é uma forma de viajar melhor no novo ano.

Fotografia de Peter Fisher

Com as vacinas para a COVID-19 a serem distribuídas, os viajantes podem sentir a tentação de regressar rapidamente ao mundo. Mas este é o momento para fazermos uma pausa e considerarmos o impacto do turismo em massa no planeta. Será que conseguimos viajar de forma mais sustentável? Será que as nossas viagens podem apoiar a conservação? A resposta é um vigoroso “sim”.

Uma sondagem feita em dezembro de 2020 pela National Geographic e a Morning Consult inquiriu como as pessoas iriam abordar as viagens quando a pandemia de coronavírus estivesse sob controlo. A maioria dos nossos leitores (42%) afirma que se sentirá mais segura a viajar para áreas selvagens.

Esquerda: A lua brilha por entre as folhas de outono em Prospect Park, Brooklyn, Nova Iorque.
Direita: Um pôr do sol fogoso visto de uma casa em Villeneuve-Loubet, França.

Fotografia de PETER FISHER

Uma das resoluções da Equipa de Viagens da National Geographic para este ano e para os anos que se seguem é fazer viagens mais conscienciosas. Isto significa que temos como objetivo reduzir a nossa pegada de carbono, visitar locais menos conhecidos, permanecer mais tempo onde quer que estejamos, respeitar as diferenças culturais, investir nas comunidades que visitamos, estar em comunhão com a natureza e apoiar organizações que protegem o planeta.

No ano que agora começa, vamos concentrar-nos nas ações que os viajantes podem adotar para que a sustentabilidade faça parte de cada viagem. Seguem-se 12 formas pelas quais os viajantes podem regressar mais fortalecidos.

1. Explore o espaço por cima de si

Durante a maior parte da minha vida estive focado na Terra, mas de repente senti-me atraído pelas estrelas e obcecado pela lua (alguns chamam-lhe “selenofilia”). Tenho tirado fotografias da lua com o meu iPhone através de um telescópio. Não é difícil e os resultados são de outro mundo! Contemplar a lua dá-me paz e tranquilidade. Sinto que faço parte de algo maior, admirado com o cosmos e maravilhado com os cientistas que estão a descodificar o universo e os astrólogos que nos ajudam a compreender as nossas constelações interiores.

Como começar: O nosso amigo Andrew Fazekas compilou uma lista de 10 eventos espetaculares de observação de estrelas em 2021. Andrew fala na lua e inclui muitos outros deleites celestiais: encontros de proximidade entre planetas, chuvas de meteoros deslumbrantes e um eclipse de “lua de sangue”. Infelizmente, cerca de 80% dos americanos já não conseguem ver a Via Láctea e a poluição luminosa está a piorar. Para ver as estrelas, talvez seja melhor planear uma viagem até um lugar escuro – como os parques e santuários certificados pela Associação Internacional Dark-Sky; lugares de todo o mundo que protegem o céu noturno através de políticas de iluminação responsáveis que neutralizam a poluição luminosa. – George Stone

2. Acolha a diversidade ao ar livre

Eu cresci no estado da Geórgia, nos EUA, e odiava estar ao ar livre. Pescar no lago com o meu pai? Não, obrigado. Acampar com os amigos no campo? Não me parece. Até o cheiro que se cola à nossa pele quando ficamos demasiado tempo ao sol me dá náuseas. Mas, no ano passado, a pandemia fez com que eu (e outra jovem negra) começássemos a perseguir quedas de água, a caminhar por desertos e apaixonei-me pela beleza deslumbrante da natureza. Este ano, pretendo fazer das visitas aos parques nacionais e espaços selvagens uma prioridade. Talvez eu finalmente descubra como é dormir sob as estrelas.

Como começar: Um dos objetivos importantes das viagens sustentáveis é tornar o mundo acessível para todos, de maneira a que os viajantes sejam tão diversos quanto os destinos que visitam. Num artigo publicado na National Geographic no ano passado, James Edward Mills escreveu sobre como as pessoas de cor nos EUA se estão a capacitar para se tornarem entusiastas de atividades ao ar livre. Embora os afro-americanos representem apenas 13.4% da população dos EUA, um relatório publicado em 2018 no The George Wright Forum indicava que representamos menos de 2% dos visitantes de parques nacionais.

Mas as coisas estão a mudar. Organizações como a Color Outside, Black Girls Hiking e a Outdoor Afro estão a ajudar as pessoas de cor a sentirem-se mais presentes nos espaços ao ar livre. Nos EUA, com 423 unidades abertas – 62 das quais são os famosos “parques nacionais” – supervisionadas pelo Sistema de Parques Nacionais, e com centenas de outros espaços públicos administrados pelo Departamento de Gestão de Terras e pelo Serviço de Pesca e Vida Selvagem, há muita natureza para explorar este ano. – Starlight Williams

3. Desfrute dos terrenos públicos – de forma responsável

Eu sempre gostei de passar tempo ao ar livre. Mas fazer reportagens sobre parques nacionais fez-me perceber o quão desafiador é preservar estes espaços naturais – para o bem dos parques e das pessoas que dependem deles. Durante a pandemia de coronavírus, os terrenos públicos nos EUA assistiram a um aumento no número de visitantes que procuravam fugir do stress do isolamento. Muitas destas pessoas estão a explorar a natureza pela primeira vez e podem não estar cientes das melhores práticas de utilização sustentável.

Esquerda: Uma árvore de Joshua (Yucca brevifolia) iluminada pelo sol poente no Parque Nacional de Joshua Tree, na Califórnia.
Direita: As Fisher Towers são uma série de torres naturais localizadas no exterior do Parque Nacional Arches, perto de Moab, no Utah.

Fotografia de PETER FISHER

Nas caminhadas que faço frequentemente pelas montanhas perto da minha casa, vejo trilhos cobertos de lixo ou que mostram os primeiros sinais de desgaste, que surgem quando um número suficiente de pessoas fazem atalhos e acabam por abrir um novo caminho, aumentando a erosão e o risco de danos ao ambiente. Enquanto utilizadora do parque que procura paz e sossego, sinto que tenho a responsabilidade de dedicar mais tempo a aprender sobre a história da região e a ajudar na sua gestão.

Como começar: Devido ao turismo em excesso, caminhadas fora dos trilhos, destruição de terras e fogueiras abandonadas, é essencial minimizarmos o nosso impacto nos terrenos públicos. Aprenda a ser um hóspede responsável (não deixe vestígios, não perturbe a vida selvagem e respeite os seus vizinhos). – Rachel Brown

4. Faça voluntariado científico

Antes de ser editora de viagens, era apaixonada por ciência. Passei grande parte do meu último semestre na faculdade a arrastar um microfone parabólico para gravar os chamamentos de acasalamento das rãs Pseudacris crucifer. (Isso não ajudou muito na minha vida romântica naquela época.) Depois, a biologia acabou por ficar para segundo plano para poder viajar. Mas recentemente descobri uma forma de fazer ambas as coisas: fazer uma viagem de voluntariado científico.

Antes da pandemia, juntei-me às expedições da Earthwatch em Andorra, onde escalámos belas montanhas e reunimos dados para ajudar os investigadores a determinarem os efeitos das alterações climáticas na biodiversidade. Tive a oportunidade de interagir com pessoas e com a natureza num lugar onde nunca tinha estado – e sentir que estava a fazer a diferença. Em 2020, muitos cientistas não conseguiram alcançar os seus locais de estudo e perderam um ano inteiro de recolha de dados. Assim que for seguro viajar, pretendo regressar à natureza. Mas provavelmente vou deixar o microfone em casa.

Como começar: Não é necessário ter formação científica para se fazer voluntariado (também chamada ciência cidadã), basta ter vontade de aprender e de contribuir. As organizações sem fins lucrativos como a Earthwatch e a Biosphere Expeditions fazem a ligação entre voluntários e projetos de investigação pelo mundo inteiro, desde a conservação de abelhas na Costa Rica a esforços de limpeza de plástico em Bali. O centro de ciência cidadã SciStarter, fundado pela exploradora da National Geographic Darlene Cavalier, tem mais de 3.000 projetos listados. Qualquer pessoa pode ajudar, mesmo sem sair de casa. É uma ótima preparação para uma expedição futura. – Brooke Sabin

5. Faça compras de forma mais ética

Já fui editora de moda, o que significa que basicamente ganhava a vida a fazer compras. O hábito de escolher roupas, comprar e ver o que as pessoas em outros lugares estão a comprar, a fazer e a vestir é algo que me fascina – os cachecóis azuis que os nómadas do Saara enrolam em torno das suas cabeças em Marrocos, os chinelos de praia dos surfistas no Havai, os tapetes finamente trabalhados em todos os hotéis na Turquia. Quando as viagens recomeçarem, sei que a minha natureza de colecionadora também vai ressurgir. Agora, quero ter a certeza de que tudo o que compro é realmente feito ou projetado em determinado destino e que ninguém foi mal pago ou explorado no processo.

Como começar: Uma das melhores maneiras de ter a certeza de que compra de forma ética é ir direto à fonte e conhecer os artesãos que fazem os cobertores peruanos, os cestos de palha dos Apalaches ou as lanternas de papel japonesas. O significado é ainda mais profundo se aprendermos um pouco sobre o trabalho e vida dos artesãos e, para isso, podemos participar em pequenas aulas.

Há alguns anos, passei um dia a tecer e a tingir seda em Luang Prabang, no Laos, em Ock Pop Tock, uma comunidade ribeirinha onde as mulheres produzem lindos tecidos num programa de comércio justo. Este ano, espero conseguir experimentar a impressão tradicional indiana em Jaipur ou inscrever-me para uma mini-aprendizagem de três a cinco dias com a Vacation with an Artist, uma organização que faz a ligação entre viajantes e calígrafos japoneses, oleiros portugueses e outros fabricantes tradicionais. – Jennifer Barger

6. Faça uma viagem pela sua história

O meu pai adora cantar as suas músicas favoritas de quando era adolescente na Coreia do Sul. No ano passado, durante o período de quarentena em Los Angeles, o meu pai colocou a sua máquina de karaoke a uso, desfrutando de canções de amor e sucessos de rock and roll ao estilo americano. Normalmente, durante as férias de Natal, eu participo nestas aventuras. Mas, como aconteceu com muitas pessoas no ano passado, não pude sair de Washington D.C. para ver a minha família.

Este ano, temos a esperança de que uma vacina nos permita viajar em família – viagem que foi suspensa no ano passado – para visitar a nossa pátria. Vamos adicionar uma coisa nova ao itinerário: reservar uma noraebang (sala de karaoke) na cidade natal do meu pai, Yeosu. Quem sabe, talvez eu consiga convencê-lo a cantar BTS.

Como começar: Pode começar por aprofundar os conhecimentos sobre a sua árvore genealógica. Quando estiver pronto para partir, considere fazer as suas reservas em agentes que se especializam em viagens de raízes familiares, como a My China Roots e a Spector Travel. Estas empresas podem enriquecer a experiência de viagem com ligações a historiadores locais que rastreiam parentes há muito perdidos e ajudam a navegar por situações complicadas em que os registos são escassos e o idioma é uma barreira. – Anne Kim-Dannibale

7. Faça uma excursão perto de casa

Apesar de ter vivido em Washington D.C. durante quase uma década, mal conheço os belos espaços naturais que se encontram dentro e fora da cidade. Nos últimos anos, consegui visitar algumas das zonas que tinha na minha lista, incluindo os Jardins Aquáticos Kenilworth e o Arboreto Nacional. Agora que tenho carro (e um cão!), gostaria de desfrutar de alguns dos tesouros perto da capital, seja em Maryland, na Virgínia, ou mais além.

Como começar: Geralmente dependo do boca a boca para descobrir lugares nas proximidades para visitar, como o Parque Huntley Meadows na Virgínia e a Floresta Estadual de Cedarville em Maryland. Há comunidades online, como o Reddit e a All Trails, que são extremamente úteis, e também há livros e guias repletos de inspiração. Recebi um livro que cobre grande parte da região Washington D.C. e sei que o vou usar nos próximos anos. Onde quer que vá, certifique-se de que se mantém em segurança durante as suas caminhadas. – Nathan Strauss

8. Expanda os seus horizontes de leitura

Ao longo de um ano de 2020 em que fiquei fechada em casa, os livros foram o meu passaporte, garantindo uma entrada virtual para lugares desde o Irão (The Saffron Kitchen de Yasmin Crowther) à Península de Kamchatka na Rússia (Disappearing Earth de Julia Phillips). Mas a maioria dos livros que tenho lido tem sido de autores que escrevem em inglês. É um pouco como comer versões americanizadas de comida chinesa ou mexicana. Em 2021, quero diversificar o meu menu de leitura com autores que escrevem na sua língua nativa sobre as maravilhas do mundo. Mesmo que eu só consiga ler essas histórias através de tradução, os novos pontos de vista iluminam um novo ano.

Como começar: Envie um email ou ligue para livrarias especializadas para obter recomendações sobre obras que inspiram viagens, sejam traduzidas ou em língua estrangeira. O site TripFiction combina livros com as localizações das suas histórias. Mas não se fique pelos destinos terrestres, descubra títulos de ficção científica que exploram domínios de outro mundo. – Amy Alipio

9. Viaje virtualmente – e reduza a sua pegada de carbono

Os museus são janelas para novos lugares. Os artefactos e obras nestes edifícios representam movimentos e histórias. Mas a curadoria e a forma como são apresentados representam as raízes de onde esses locais estão enraizados. “Os museus são um reflexo tanto da época em que foram construídos como da época que representam”, disse-me uma senhora antes da pandemia, enquanto fazíamos fila para entrar no Museu Nacional Afro-americano de História e Cultura de Washington D.C.

Esquerda: Margot Pepple colhe flores nas margens de Clear Lake, em Indiana, no dia 4 de julho de 2019. Um novo ano oferece-nos a oportunidade de apreciarmos os pequenos momentos em família.
Direita: Uma teia de aranha capta os raios solares numa estátua em Èze, França. Explorar localmente pode abrir os nossos olhos para as maravilhas da natureza.

Fotografia de PETER FISHER

Ao longo dos últimos meses, tenho pensado muitas vezes nas palavras daquela senhora. O que ela me disse incentiva-me a continuar a apreciar as artes, mesmo que eu não possa visitar um local em pessoa. Com tantas instituições a oferecerem visitas virtuais na sua programação, posso mergulhar num novo lugar por todo o país, ou no mundo, depois do trabalho numa terça-feira – enquanto minimizo a minha pegada de carbono.

Como começar: Escolha um lugar onde gostaria de passar um dia e, de seguida, inscreva-se para receber newsletters de organizações desse destino. É assim que fico atualizada sobre o programa Virtual Views do Museu de Arte Moderna e sobre as palestras de autores na famosa livraria Square Books. Também pode aprender sobre coleções específicas através da parceria Google Arts & Culture, que oferece uma visão mais detalhada de museus de todo o mundo, incluindo o Museu Nacional de Arte Moderna e Contemporânea da Coreia do Sul. – Maura Friedman

10. Ajude as crianças a explorar

Devido à pandemia, fui obrigado a cancelar várias viagens no ano passado, incluindo a excursão familiar anual até à cidade de Nova Iorque, onde visitamos familiares, comemos dim sum e desfrutamos do Central Park. A única viagem que conseguimos  fazer foi até Sandbridge Beach, no sudeste da Virgínia. Lá, no meio de todo o caos de 2020, encontrei-me em paz. Concentrei-me nos pequenos momentos, como encontrar caranguejos com os meus filhos, observar golfinhos ao amanhecer e surfar ou fazer paddleboard no oceano. De repente, estas atividades em família passaram a ter mais valor. Para mim, viajar em 2021 deve cumprir uma meta semelhante.

Como começar: Tente perceber o que o inspira e a sua família a viajar e, de seguida, organize as viagens em torno desses temas. Aproveite ao máximo as experiências partilhadas reservando visitas especializadas, como a Equitours, para os amantes de cavalos, e a Go Native Tours, para os amantes de história que procuram perspetivas diferentes. Assim, pode concentrar-se em passar tempo em família.– Brendan McCabe

11. Aprenda uma coisa nova

Ao testemunhar a minha mãe a perder lentamente a audição nos últimos 30 anos, percebi como a adaptação à vida sem um dos nossos sentidos pode ser um processo solitário. Os filmes sem legendas ou ver televisão e vídeos nas redes sociais sem som são apenas a ponta do icebergue. Os jantares reduzem-se a ruídos indistinguíveis. Não ouvir uma pergunta ou um “com licença” no supermercado pode dar a ideia de que somos pessoas mal-educadas.

A minha mãe nunca aprendeu língua gestual, mas as suas frustrações incentivaram-me a aprender, porque eu também estou a perder a audição. Tenho a sorte de viver em Washington D.C., lar da Universidade Gallaudet e de uma forte comunidade de surdos. Espero aproveitar todos os recursos singulares que tenho aqui para aprender língua gestual e também a rica cultura e história que acompanham este processo.

Como começar: Siga pessoas surdas ou com deficiências auditivas nas redes sociais. Existem muitos canais no YouTube, como o Sign Duo e Bill Vicars. No Instagram, sigo o Deafies in Drag e a ASL Connect, da Universidade Gallaudet, um ótimo recurso que oferece vídeos gratuitos de aprendizagem para iniciantes. Quem desejar aprender em movimento pode experimentar a aplicação ASL, que está dividida por unidades organizadas por temas, como o alfabeto, sinais de família e muito mais. As empresas geridas por surdos, como a Streetcar 82 Brewing Company, em Hyattsville, Maryland, oferecem uma forma divertida de dar uma volta. – Rebekah Barlas

12. Concentre-se nas viagens em família

Enquanto mãe de duas crianças pequenas, as viagens assumiram uma nova dinâmica com toda a bagagem (literalmente) necessária. Embarcar num avião com assentos e brinquedos para uma criança foi um evento para mim e para a minha esposa. Em março do ano passado, quando o nosso segundo filho nasceu, foi quase um alívio não ter de planear o nosso primeiro voo enquanto família de quatro pessoas. Dessa perspetiva, o impacto da pandemia nas viagens foi uma experiência reveladora para mim.

Comecei a apreciar e a gostar de descobrir todos os tesouros escondidos a cerca de uma hora de carro da nossa casa em Washington D.C. Eu já tinha visitado as montanhas do Parque Nacional de Shenandoah e as praias de Delaware, mas pelo meio existem tantos trilhos únicos para caminhadas, cidades e atrações culturais. Para além disso, ver o mundo pelos olhos de uma criança de 3 anos faz-nos apreciar as coisas simples da vida, como a quantidade de fungos diferentes que conseguimos identificar numa caminhada pelo Parque de Rock Creek.

Como começar: A nossa família está definitivamente a adotar a mentalidade friluftsliv. Equipámos o nosso pequeno quintal com uma fogueira e muitos cobertores para tornar mais confortável o tempo passado ao ar livre nos meses mais frios. Também estamos a aproveitar todas as ofertas virtuais em museus e zoos. Quem diria que assistir à Panda Cam do Zoo Nacional dos EUA era quase tão divertido como ver o novo bebé panda em pessoa? Para as viagens que fazemos para mais longe, preferimos fazer reservas com antecedência e optar pelas partes menos visitadas da nossa região. – Rosemary Wardley
 

Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.com

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