O melhor lugar na Terra para observar ursos-polares na natureza

As populações de ursos-polares estão a diminuir. Ainda assim, na costa norte do Alasca, os visitantes continuam a poder observar estes magníficos predadores longe das multidões.

Dois jovens-ursos polares brincam em cima de um tronco em Kaktovik, no Alasca. Os habitantes desta vila na costa norte da ilha Barter vivem ao lado dos ursos, a maior espécie viva da família Ursidae.

Fotografia por Jamie Lafferty
Por Jamie Lafferty
Publicado 4/01/2022, 16:53

O substantivo poético para ursos-polares é “aurora”, mas em torno da comunidade de Kaktovik os ursos-polares são melhor descritos por “inevitabilidade”. Em qualquer outro lugar do Ártico, é preciso muita sorte para conseguir avistar os maiores predadores terrestres do planeta, exigindo binóculos e uma junção de fatores. Aqui, na ilha Barter, na costa norte do Alasca, não é preciso sorte nem binóculos.

Estou de partida para passar a tarde no frio do Ártico com Riley Barnes, um nova-iorquino que normalmente trabalha como duplo em séries e filmes tão variados como Vingadores: Endgame e A Maravilhosa Sra. Maisel. Enquanto estava entre projetos, este jovem de 27 anos ouviu falar sobre um “trabalho selvagem” a comandar barcos de observação de ursos-polares para a Kaktovik Arctic Tours, e acabou por decidir trocar um trabalho invulgar por outro. Isto significava mudar-se para a costa gelada do Alasca, conhecida por North Slope.

Nem sequer passaram 10 minutos desde que saímos do porto rudimentar de Kaktovik e já avistámos uma mãe urso-polar com duas crias – a maior vai à frente e a mais nova e mais pequena tenta acompanhar o passo. A mãe senta-se na areia acastanhada, sujando de imediato a sua imaculada pelagem branca e, de seguida, num momento especial de ternura, deixa as crias amamentarem-se.

Uma hora depois, a perfeição delicada desta cena é ofuscada quando vemos dois machos dentro de água a lutar um contra o outro como se estivessem embriagados. “Eles estão apenas a brincar”, diz Riley Barnes, e eu acredito, mas se este tipo de violência acontecesse entre qualquer outra espécie, não sobraria praticamente nada.

Riley Barnes diz que, nas semanas desde que trabalha aqui, o número de ursos-polares que avista variam de um dia para o outro, mas que nunca deixou de encontrar pelo menos alguns ursos. A presença dos ursos na região durante os meses de verão deve-se em parte ao homem. A população Iñupiat nativa de Kaktovik tem permissão para matar três baleias-da-gronelândia por ano – depois de caçarem as baleias, os Iñupiat queimam as suas enormes carcaças nos limites da vila. Mas antes distribuem a carne igualmente pela comunidade, e o que resta – que é arrastado para bancos de areia nas proximidades – pertence aos ursos.

Um urso-polar aproxima-se das ossadas de uma baleia-da-gronelândia em Kaktovik, no Alasca.

Fotografia por Jamie Lafferty
Esquerda: Superior:

Dois ursos-polares, provavelmente irmãos, descansam em Kaktovik, no Alasca.

Direita: Inferior:

Uma família de ursos cobertos de areia fareja um odor no ar em Kaktovik.

fotografias de Jamie Lafferty

Devido à forma das patas e ao isolamento conferido pela sua pelagem, os ursos-polares são bons nadadores – o nome em latim para urso-polar significa “urso marinho”.

Fotografia por Jamie Lafferty

Estas refeições grátis já atraem enormes números de Ursus maritimus há gerações; de facto, atraem tantos ursos que, durante o voo que fiz para cá vindo de Fairbanks, no centro do Alasca, pensei erradamente que estava a ver ovelhas a deambular pelas costas de areia negra. Com esta abundância de comida, os ursos parecem demasiado tranquilos para o tipo de predadores especializados que são, mostrando pouco interesse em conflitos.

Para quem vem de fora, como é o meu caso, a imersão na cultura Iñupiat requer uma rápida adaptação. Por exemplo, caçar e comer carne de baleia. Quero aprofundar mais esta questão, mas é difícil pensar em temas culturais delicados quando estou numa viagem de barco e a única coisa que me vem à cabeça é: “Oh! Ursos-polares!”

As baleias-da-gronelândia são considerados os mamíferos de maior longevidade da Terra, com uma vida útil de até 250 anos. A prova desta resiliência surgiu em 2007, quando uma baleia-da-gronelândia capturada neste mesmo trecho costeiro do Alasca tinha o fragmento de um arpão vitoriano embutido no pescoço. Os esqueletos de baleias que jazem nos bancos de areia nas proximidades, tal como os naufrágios de antigos navios, podem pertencer a espécimes igualmente veneráveis.  

A caça às baleias pode ser uma coisa difícil de aceitar, quanto mais de testemunhar, mas após a proibição da pesca comercial de baleias-da-gronelândia no início da década de 1970 (diferente da pesca de subsistência, que é permitida às populações nativas sob condições muito limitadas), acredita-se que a população de baleias do Ártico Ocidental tenha aumentado cerca de dez vezes. Agora, as baleias capturadas anualmente nestas águas representam cerca de 0.5% da sua população, tornando-se assim uma captura sustentável. Como é óbvio, nada disto oferece algum tipo de consolo para as baleias, mas pelo menos as suas mortes são benéficas para o homem e para os ursos.

Enquanto troco o cartão de memória da minha câmara, pergunto a Riley Barnes se vai passar aqui o inverno. Riley diz que não e explica que, mesmo no verão, este posto avançado é demasiado isolado. “E é uma vila seca”, diz Riley Barnes em tom de brincadeira. “Nem sequer dá para beber uns copos.”

Um armazém com a Cordilheira Brooks em pano de fundo, no Alasca, uma cordilheira que se estende ao longo de 1.125 quilómetros até ao Canadá.

Fotografia por Jamie Lafferty

Durante a nossa conversa, menciono que a paisagem árida de Kaktovik, as estradas lamacentas e as casas em ruínas não são o que eu esperava desta região selvagem; e que, de alguma forma, tudo isto parece desadequado dada a magnificência dos ursos. Porém, numa vila que já registou temperaturas de inverno de 50 graus negativos, talvez seja compreensível para os seus 250 habitantes humanos que a função tenha prioridade sobre a forma; e que a estética seja sacrificada em nome do pragmatismo. Ou, como Riley Barnes o coloca: “Bonita é a única coisa que esta vila não é.” No entanto, independentemente da sua aparência, Kaktovik é provavelmente o melhor lugar na Terra para observar ursos-polares selvagens, sem multidões e o comercialismo de lugares como Churchill em Manitoba, no Canadá.

Contudo, com as condições certas, até a vila de Kaktovik pode ser bonita.

O comandante

Na manhã seguinte, desfrutamos do clima mais raro da vila: um sol brilhante com pequenos indícios de nuvens que mais parecem pinceladas. Os ursos assumem as cores do amanhecer – rosa, depois dourado – conforme se dirigem para a costa com os seus corpos imponentes espelhados nas águas calmas do Alto Ártico.

O chefe de Riley Barnes, Bruce Inglangasak, mudou-se para cá há 20 anos, vindo do norte do Canadá, embora em termos Iñupiat atravessar a fronteira moderna signifique pouco. Este homem de 64 anos, que ostenta um bigode autoritário e veste um casaco de caçador, aceita elogios ou agradecimentos com um aceno quase impercetível. Não consigo descrever o seu cabelo, porque nunca tira o gorro durante os três dias que passamos juntos. Bruce Inglangasak tem mãos grandes e desgastadas cujas palmas conhece como ninguém, mas também conhece outras coisas – coisas como a distância de segurança a manter dos ursos-polares e quando ligar o motor caso a atenção dos animais permaneça focada no barco.

Membro da comunidade Iñupiat, os seus modos são ao mesmo tempo concisos e reveladores. Por exemplo, quando lhe pergunto se se sente americano ou canadiano, Bruce Inglangasak respira profundamente antes de responder: “Sinto-me Iñupiat, porque vivi esta vida – e ainda a vivo. Caço, pesco e sustento a minha família.”

Quando começou a trabalhar com ursos, Bruce Inglangasak foi convidado para ajudar Doug Allan, o lendário operador de câmara de climas frios de Sir David Attenborough, para filmar os ursos para a BBC. “Foi divertido – quando começámos, costumávamos andar aqui no meio dos ursos”, diz o comandante enquanto estamos ancorados a apenas 15 metros de dois ursos adormecidos. Tento comunicar com o olhar: “Será que podemos fazer isso hoje?” Mas uma pequena alteração nas suas sobrancelhas responde que não, é completamente impossível.

Quando Bruce Inglangasak fala, fá-lo com a cadência lenta de um urso a caminhar, quase como se sentisse repulsa por ser obrigado a formar palavras. “Agora existem todos os tipos de regras e regulamentos”, suspira Bruce. “Tive de fazer toda a formação, passar por toda a papelada. E isso demorou bastante.”

Bruce Inglangasak, que dirige a Kaktovik Arctic Tours, mudou-se para a vila de Kaktovik há 20 anos, vindo do norte do Canadá.

Fotografia por Jamie Lafferty

Em 2018, as autoridades começaram a insistir para os caçadores Iñupiat afundarem os restos de quaisquer baleias no oceano, dificultando o alcance dos ursos e desencorajando a sua presença. Agora, Bruce Inglangasak vê frequentemente os ursos a mergulhar à procura de restos. Mas os séculos de habituação significam que estes animais não vão sair daqui tão cedo. De facto, o número de interações com habitantes da vila tem aumentado; os ursos são frequentemente encontrados a vaguear por Kaktovik. Por esta razão, os visitantes não têm permissão para sair à noite. Muitos dos habitantes locais têm cães enormes que, nesta região, 70 graus a norte, mantêm as suas pelagens de inverno e o mau humor o ano inteiro. Muitos atuam efetivamente como alarmes para a presença de ursos.

Durante o tempo que passo na vila, um dos habitantes locais dispara contra um urso-polar – que alegadamente estava a tentar matar o seu cão. Bruce Inglangasak explica indignado que tanto ele como outras pessoas na comunidade acham que isto é inadmissível. Porém, este ato é considerado legítima defesa e o homem só recebe um aviso. É mais um daqueles momentos que sublinham o quão diferente a extremidade da América consegue ser, e tal como acontece para as pessoas que vivem nos outros estados mais a sul – e para mim que venho de um lugar mais distante – a vida aqui é remota e, em última análise, desconhecida, mesmo quando está mesmo à nossa frente.

Como é evidente, existe aqui uma abundância de coisas que têm um apelo universal. A chamada North Slope fica a cerca 400 quilómetros no interior do Círculo Polar Ártico, muito para além da linha das árvores e a menos de 2.250 quilómetros do Polo Norte. Estas latitudes são tão extremas que ver este local no mapa deixa-nos a imaginar se o ar não será mais rarefeito aqui. Pode não ser, mas geralmente é mais colorido – Bruce Inglangasak diz que nos meses mais escuros a aurora boreal aparece com tanta frequência que ele já nem presta atenção. A noite polar dura 66 dias e estamos tão a norte que pode nevar em qualquer altura do ano, inclusive durante os 66 dias de verão, quando o sol não desaparece.

Não há estradas com ligação a Kaktovik, deixando assim a vila à mercê dos serviços de aviação ligeira do Alasca. Os atrasos e cancelamentos são frequentes, mas também é um serviço altamente localizado. Quando chega finalmente a hora de eu partir, o piloto percebe que falta alguém na lista de passageiros, pelo que um dos funcionários da pista de aterragem entra num camião e dirige até à casa da passageira para a ir buscar. Quando a senhora sobe para o avião, pede desculpa como se tivesse um pouco atrasada para apanhar o autocarro.

Antes de partir, Bruce Inglangasak explica-me que os horários dos aviões não são a única coisa sujeita a alterações por estes lados. Quando se mudou pela primeira vez para a região, Bruce contou 90 ursos-polares, mas após uma tempestade em 2005, os seus números começaram a diminuir drasticamente. “O gelo não era muito espesso, tivemos ventos de 160 quilómetros por hora durante uma semana e o mar ficou muito agitado. No ano seguinte, contámos 60 ursos. Agora acho que rondamos os 40 ou 50”, diz Bruce. Eu decido perguntar o que pode estar a provocar este declínio, mas antes de acabar a frase, a resposta surge de forma inequívoca: “Alterações climáticas.”

Bruce Inglangasak não parece muito científico na sua abordagem, mas o seu tipo de experiência deve certamente ser tido em consideração. Depois de passar duas décadas a observar o gelo marinho de Kaktovik, Bruce está certo de que o aumento dos ventos, as temperaturas mais elevadas e o gelo mais fino estão a dificultar as coisas para os ursos. “Visto desta perspetiva, afundar as carcaças das baleias parece uma atitude particularmente desnecessária.”

Nos limites da América

Prudhoe Bay, que fica a 35 minutos de avião a oeste, é a origem de grande parte do tráfego da chamada North Slope, bem como da sua riqueza. Tem sido assim desde o final da década de 1960, mas se a vila de Kaktovik não é bonita, então Prudhoe – o maior campo de petróleo da América do Norte – é uma aberração no pergelissolo. Às vezes, os ursos-polares vagueiam aqui por perto, e eu fico a pensar na imagem chocante de um símbolo moderno da fragilidade da natureza a dar de caras com esta vasta indústria impura, com a pelagem branca dos ursos a ficar metaforicamente e talvez até literalmente salpicada com o petróleo negro das grandes corporações.

Um urso-polar solitário observa a vila de Kaktovik, na chamada North Slope do Alasca.

Fotografia por Jamie Lafferty

O nosso avião aterra por breves momentos em Prudhoe Bay, seguindo para outro voo de 25 minutos até Utqiagvik. Conhecida por Barrow de 1901 até 2016, esta é a cidade mais a norte da América continental, o que a torna numa atração turística por si só, embora a maioria dos seus 4.500 habitantes (cerca de 60% dos quais são nativos do Alasca) estejam direta ou indiretamente envolvidos na indústria petrolífera.

Aproveito para dar um passeio pela cidade ao entardecer, desejando que o céu fique limpo para mais tarde conseguir ver a aurora boreal. Até lá, um sol baixo e gélido paira imponentemente acima do horizonte, fornecendo luz suficiente para eu fazer uma peregrinação até à costa, perto da confluência dos mares Beaufort e Chukchi. Ao lado de um conjunto de maxilares de baleia, plantados na areia negra para criar um portão macabro, o ar parece insidiosamente frio. A água está extremamente calma, parecendo quase um creme a deslizar através de uma névoa infinita. Ouço atentamente, tentando captar os sons das baleias anciãs, mas a única coisa que realmente consigo ouvir é o ranger dos meus próprios dentes, pelo que decido retirar-me para o aconchego do Latitude 71 BnB, onde os generosos proprietários Myron e Susan McCumber me aquecem com uma chávena de chocolate quente.

Na manhã seguinte, sigo para o excelente Centro Cultural Iñupiat, um museu e centro de aprendizagem decorado com artefactos nativos. Aqui, perto da exposição de caça às baleias, encontro a guia Dorothy Levitt. “Já devia estar a nevar”, diz Dorothy Levitt, enquanto olha sombriamente através da janela. “Em vez disso, temos toda esta chuva. Isto já afetou a nossa época de caça – há menos movimento na tundra porque está muito húmida.”

Dorothy Levitt reconhece que a indústria petrolífera alterou o estilo de vida na região, mas acredita que as alterações climáticas vão ter um impacto ainda maior. Dorothy Levitt viveu a vida inteira no extremo norte do 49º estado dos EUA e explica que, apesar dos desafios, há muitas pessoas dispostas a ir viver para o norte quando houverem acomodações disponíveis. Saber se o conseguem tolerar ou não, isso já é outra história.

“Já tivemos professores que chegaram em agosto, entraram numa espécie de choque cultural e meteram-se no avião seguinte de regresso para sul”, diz Dorothy com um sorriso. “Muitos não aguentam até ao Natal, mas acho que depende da forma como cada pessoa reage ao ambiente.”

E a escuridão? Eu sou escocês e, mesmo nestas latitudes relativamente generosas, lidar com a pouca luz de inverno é um desafio para a maioria das pessoas, e impossível para muitas. “Não creio que a escuridão nos incomode muito, porque crescemos com isto”, diz Dorothy. “Dizemos aos nossos novos amigos para não pensarem muito no afastamento e não se isolarem. Temos de nos manter envolvidos uns com os outros.”

Isto também se aplica às celebrações baleeiras. Dorothy Levitt é Iñupiat, mas também tem antepassados escoceses e ingleses que foram atraídos para a região devido à caça comercial de baleias no início do século XX e, embora a pesca baleeira que acontece atualmente sirva um propósito diferente, não deixa de ser praticada todos os anos – com muito alarido – na primavera e no outono. O verão está reservado para a caça de morsas e focas. Eu nunca tinha ouvido falar sobre pessoas que comiam morsas: um animal que tem uma pele tão espessa que é quase à prova de urso-polar. Qual é o sabor? Perante esta questão, Dorothy torce o nariz e diz: “Não sabe muito mal, se for fervida o tempo suficiente.”

O Centro Cultural tem exposições detalhadas que explicam os detalhes de tudo o que isto significa espiritual e economicamente para os Iñupiat. Noutra sala, nativos do Alasca fazem artesanato com presas de morsa. No exterior, extensões de barbas de baleias evocam a relva enquanto flutuam na brisa do Alasca. Para mim, todos os remanescentes destas criaturas magníficas iriam parecer horríveis se não tivessem uma utilização, se não fossem tão vitais para os Iñupiat.

“Quando a baleia da primavera é capturada, fazemos uma grande celebração, incluindo o lançamento do cobertor”, continua Dorothy Levitt enquanto nos começamos a despedir. Ouvi dizer que esta tradição foi originalmente criada para ajudar a detetar baleias à distância (sem colinas significativas à sua volta, um batedor era atirado ao céu, porque alguns metros de altura adicional melhoravam o seu ponto de observação). Dorothy começa a rir antes de eu acabar de perguntar se é verdade. “Não sei nada sobre isso. Acho que alguém lhe estava a pregar uma partida – é apenas uma brincadeira.”

O essencial

A melhor altura para visitar esta região é entre maio e setembro, quando se registam temperaturas máximas de 7 graus e mínimas de 8 graus negativos. Tirando isso, os voos são menos regulares e o tempo fica muito mais frio de dezembro até março, com as temperaturas a caírem para os 20 graus negativos. No entanto, as probabilidades de ver a aurora boreal também aumentam nesta época. No inverno, a maioria dos ursos está no gelo marinho.

Jamie Lafferty é um escritor e fotógrafo escocês. Pode encontrá-lo no Twitter.


Este artigo foi adaptado de uma reportagem publicada em inglês na edição de novembro de 2021 da National Geographic Traveller (Reino Unido).

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