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Descubra a poderosa história do novo filme de alpinismo ‘Divididos’

Em 2016, o filho do falecido alpinista Alex Lowe fez uma viagem de regresso às montanhas e ao passado, para enfrentar o desastre que fraturou a sua infância. O que emergiu da viagem foi uma história de luto, de família – e esperança.

Publicado 2/02/2022, 16:39
Vida dividida entre aventura e família

Cenas de uma vida dividida entre aventura e família – um equilíbrio que, para Alex Lowe, terminou em tragédia.

Fotografia por SKIP NOVAC (TOPO DIREITA), CHRIS NOBLE (BAIXO ESQUERDA), THOM POLLARD (BAIXO CENTRO) MICHAEL GRABER (CENTRO ESQUERDA) GORDON WILTSIE (CENTRO DIREITA). RESTANTES IMAGENS CORTESIA DE MAX LOWE E FAMÍLIA LOWE-ANKER.

Existem milhares de histórias sobre as façanhas de alpinistas, histórias de perigo nas terras mais altas do mundo onde o oxigénio escasseia. Mas poucas narrativas têm em consideração a vida que estes aventureiros deixam em casa. Esta é uma parte importante da história que se perde porque, por cada segundo que muitos profissionais de alta altitude passam nos ambientes mais extremos do mundo, é um segundo longe de outras pessoas – longe de esposas, maridos, pais e filhos – que enfrentam uma espera angustiante.

Para os familiares de alpinistas, estes segundos podem transformar-se em meses com poucos contactos, enquanto os seus entes queridos enfrentam o perigo num ambiente que os quer matar. Por vezes, este ambiente acaba por fazer exatamente isso.

"Divididos" é um filme sobre o que acontece às pessoas que ficam em casa quando os laços são cortados da forma mais cruel de todas. Nos círculos de escalada, há pedaços famosos da história de Alex Lowe – um alpinista carismático e talentoso cujas expedições, que ultrapassaram obstáculos que se pensavam impossíveis nas montanhas mais difíceis do mundo durante o início dos anos 90, inspiraram uma nova geração de alpinistas cada vez mais leves e velozes. Depois, em 1999, durante um reconhecimento para uma descida de esqui acima do acampamento base, a 8,027 metros de altitude na montanha Shishapangma, o desmoronamento de uma camada de neve na montanha tibetana provocou uma enorme avalanche. Em muito pouco tempo, Alex Lowe e Dave Bridges, membro da expedição, ficaram soterrados e os seus corpos desapareceram.

Alex Lowe lidera uma escalada na parede norte do Great Sail Peak, em Baffin Island, numa expedição da National Geographic em 1998.

Fotografia por Gordon Wiltsie, National Geographic Image Collection

Alex Lowe, com o Pico 4810 em pano de fundo numa expedição até Ak Suu, no Quirguistão, em 1995.

Fotografia por CONRAD ANKER

Alex Lowe (esquerda) e Conrad Anker (direita) – no pico de Mount Evans, nas Ellsworth Mountains da Antártida. Estes dois alpinistas eram os melhores amigos e cada um tinha a capacidade rara de conseguir acompanhar o outro nas montanhas.

Fotografia por Gordon Wiltsie

Esta tragédia envolveu o melhor amigo e companheiro de escalada de Alex Lowe, Conrad Anker, que sobreviveu à avalanche, e também envolveu os seus entes queridos em casa no Montana, a sua esposa Jennifer e três filhos: Max, Sam e Isaac.

"Divididos" – para além de ser um retrato revelador de um aventureiro – explora o que acontece a uma família quando esta é fraturada por uma tragédia complexa. Complexa porque, se Alex Lowe não tivesse seguido um rumo tão perigoso, esta tragédia podia ter sido evitada – mas parte do que tornava Alex Lowe na pessoa que era, também se perdia. É este dilema, entre família e segurança, aventura e sacrifício, que está no centro de um filme inspirador e surpreendentemente emotivo.

A razão para esta intimidade é revelada nos créditos de abertura do filme, que acompanham uma entrevista de arquivo a um Alex Lowe sorridente: o realizador de "Divididos" é o seu filho mais velho, Max Lowe. Max tinha 10 anos quando o pai desapareceu debaixo da avalanche, e é o único dos seus irmãos a ter memórias claras do pai, ou um vínculo duradouro – e chegaram a escalar juntos.

Antes e atualmente: Max Lowe em 1999, depois de uma escalada com o pai. Direita: Max Lowe, o realizador do novo filme "Divididos", recentemente.

Fotografia por ALEX LOWE (ESQUERDA) MAX LOWE (DIREITA)

“Este tipo de experiência permanece com as pessoas que a vivem. E afeta quem somos para o resto da vida, incluindo os nossos filhos e netos”, diz Max Lowe à National Geographic UK via Zoom. “Um trauma, se não for reconhecido, é algo que atravessa gerações… e eu senti que precisava de falar sobre isto.”

O título original do filme ("Torn") ecoa muitos dos temas que explora. Assim como a tentativa de Max Lowe em ajudar a sua família a navegar por algo que o realizador chama de “caos tempestuoso de emoções”. O filme conta a história de um homem que tinha as suas falhas mas que foi mitificado, um homem que lidava com o conflito entre a sua vida de aventura e a vida caseira. E conta a história da sua família no rescaldo da tragédia – com componentes que algumas pessoas podem achar surpreendentes.

De pai em pai

No Natal de 1999 – dois meses depois da avalanche que ceifou a vida ao seu melhor amigo e que quase o matou – Conrad Anker apareceu na casa da família Lowe no Montana e disse que queria acompanhar a família à Disneylândia. “Era o que o Alex teria querido”, disse Conrad Anker.

“Existe um equilíbrio que todos nós tentamos alcançar… entre o amor egoísta e o amor altruísta pelas pessoas que nos suportam.”

por MAX LOWE

Traumatizado e consumido pela culpa de ter sobrevivido, Conrad Anker estava determinado a apoiar a família do seu amigo. E rapidamente se tornou numa parte literal da mesma: Conrad Anker e Jennifer, a viúva de Alex Lowe, apaixonaram-se e casaram.

Esta união, devido a uma complexidade de razões, cria algumas cenas desconfortáveis em "Divididos", enquanto o cineasta lida com emoções contraditórias em torno da resposta da sua família à perda – e, em alguns casos, demonstra uma relutância palpável em se envolver com a família. Com as memórias há muito seladas e as vidas a seguirem em frente, o próprio Max Lowe sublinha que muitas das conversas que aparecem no filme foram a primeira vez em que a família falou sobre esta questão mais a fundo. “Este tipo de confiança é muito importante e eles nunca o teriam feito com outra pessoa para além de mim”, acrescenta Max.

“Comecei a tentar compreender esta experiência por mim próprio – e a perceber o poder que poderia ter enquanto história que ia para além da nossa família. E [depois] comecei a perguntar à minha família sobre isso. Foi uma coisa assustadora porque quando nos abrimos com alguém com quem temos este tipo de proximidade, não sabemos realmente qual vai ser o resultado. Acreditamos que não vamos sair magoados.”

Há detalhes subtis que sugerem as diferentes respostas de Max Lowe ao facto de seguir em frente. Max e os irmãos referem-se ao falecido pai por ‘Alex’, mas os seus irmãos adotaram o nome de família Lowe-Anker, ao passo que Max optou por não o fazer. A aceitação de Conrad Anker na família foi rápida – ‘uma luz que se apagava, outra que se acendia’ – algo que, para Max, enquanto adulto, acrescentava mais questões ao peso que já carregava por ter perdido o pai aos 10 anos de idade.

Alex Lowe fotografado com Max enquanto acampava no Parque Nacional Zion, no Utah.

Fotografia por JENNIFER LOWE-ANKER

“Quando o Alex faleceu, a minha mãe reconhece que eu senti que precisava de me chegar à frente e ser o homenzinho da família, e creio que isso é algo que ficou comigo. Quando somos crianças, acreditamos que vai ficar tudo bem, sobretudo se os nossos pais estiverem sempre lá. A sua morte, para mim, quando era criança... destruiu a minha noção de confiança. Muitas crianças por todo o mundo sentem esta perda de uma forma ou de outra, quer seja quando perdem os pais... ou simplesmente por não estarem lá para eles.”

A morte de Alex Lowe tornou-se mais cruel devido à falta de um desfecho material. Numa das cenas de "Divididos", Max faz alusão ao desaparecimento literal do seu pai com uma imagem infantil: “como se fosse um astronauta perdido no espaço”.

Mas em 2016 aconteceu algo que despertou o trauma. Um telefonema vindo do Tibete e que trazia notícias do impossível: depois de quase 17 anos preso no gelo, o corpo de Alex Lowe tinha sido encontrado.

Um redespertar

“Quando isso aconteceu, despertou em mim todas as emoções que eu já tinha deixado para trás quando era criança”, diz Max. “Foi como se tivesse ficado congelado com ele – fechei-me. Eu bloqueava muitas das memórias e experiências que tive naquela época da minha vida, creio que talvez fossem demasiado difíceis de enfrentar.” Max também diz que uma das fotografias apresentadas em "Divididos", onde o vemos a soprar as velas do bolo do seu décimo aniversário uma semana depois de ter recebido notícias da morte de Alex Lowe, é a imagem que mais o assombra: “só fico a pensar no que é que aquela criança estaria a pensar – o que estava a acontecer na sua mente.”

Conrad Anker observa a montanha Shishapangma em 2016, o local do acidente que matou o seu amigo. Esta montanha tibetana é o 14º pico mais alto do mundo.

Fotografia por NATIONAL GEOGRAPHIC/MAX LOWE

O que quer que tenha ficado adormecido em 1999 foi despertado por aquele telefonema em maio de 2016. “Nunca pensei que o corpo do Alex regressasse para nós. Foi quase como se eu tivesse saído do túnel e encontrasse novamente o caminho que tinha deixado para trás quando era criança. Comecei a caminhar de novo e a tentar compreender este trauma e a dor com outros olhos.”

A descoberta dos restos mortais de Alex Lowe e Dave Bridges pelos alpinistas David Gottler e Ueli Steck – que viria a falecer devido a uma queda de 1000 metros em Nuptse no ano seguinte – foi o catalisador para Max começar a realizar o seu filme. Em "Divididos", Jennifer, a viúva de Alex Lowe, descreve a descoberta “como se ele tivesse regressado à vida”. “Ele apareceu.”

Quando a família regressou à montanha para sepultar Alex Lowe, as imagens filmadas atuam como uma conclusão simbólica. Contudo, para Max, de muitas formas, era apenas o início. “Regressar ao Tibete… era uma coisa que jamais imaginei que iria acontecer. Eu e o meu irmão Sam perguntámos à nossa família se eles estavam recetivos a filmarmos o momento – não sabíamos o que ia acontecer, as filmagens podiam ser apenas algo sobre o que cada um de nós teria de refletir pessoalmente. [Mas] comecei a pensar mais sobre o assunto… como seria a história se quiséssemos contar algo sobre a nossa experiência, sobre a vida e morte de Alex e da nossa família como um todo?”

‘Atraído pelo perigo’

A vida de Alex Lowe tinha um equilíbrio delicado entre a veia de aventureiro e o amor evidente pela sua família em crescimento. Numa das cenas do filme, um relatório de arquivo mostra Alex Lowe a levantar a hipótese de que algo na [sua] química tinha uma atração pelo perigo”. Com o apelido de ‘Pulmão com Pernas’, Alex Lowe chegou a resgatar sozinho vários alpinistas espanhóis nos cumes gelados de Denali, no Alasca, chegando a carregar um dos alpinistas às costas em alta altitude. Noutra ocasião, Alex Lowe sofreu uma queda de 30 metros quando um pingente de gelo que estava a escalar desabou: Alex disse que estava bem, recusando-se a reconhecer que um pedaço substancial de couro cabeludo tinha sido arrancado da cabeça e estava a cobrir um dos seus olhos, expondo o crânio. Alex Lowe fechou a ferida com fita adesiva, prendeu tudo com um chapéu e foi para o hospital. Esta era a vida que o público conhecia, mas depois havia a vida que Alex estava a cultivar em casa.

Alex Lowe e Conrad Anker celebram depois de fazerem a primeira escalada ao topo do Rakekniven (‘Razor’), em Queen Maud Land, na Antártida.

Uma celebração de Natal passada a jogar às cartas e a ler cartas da família deixada em casa, com Alex Lowe (à esquerda) e Conrad Anker (ao centro) numa expedição da National Geographic em Queen Maud Land, na Antártida, em 1997.

Conrad Anker observa Alex Lowe a posar para a câmara e a lavar o cabelo, em Queen Maud Land, na Antártida, em 1997.

A viúva Jennifer, também ela uma artista e aventureira, fala comovida sobre o seu falecido marido estar dividido entre dois mundos enquanto ela segurava o forte – e sobre as vezes em que tinha de resistir à sua irritabilidade quando ele não conseguia a sua terapia nas montanhas. A uma determinada altura, Jennifer diz que Alex “não tinha um caráter perfeito”.

Ironicamente, dado o que iria acontecer, o próprio Alex Lowe também admitia que invejava Conrad Anker pela sua vida de aventura sem laços familiares. A parceria entre Alex Lowe e Conrad Anker baseava-se na necessidade que ambos tinham de escalar, na sua capacidade de se acompanharem um ao outro – e na capacidade de se incitarem a ir mais longe. Em "Divididos", Conrad Anker diz que se tratava do quão depressa conseguiam fazer a rota mais difícil – e do quão ousados eram realmente.

Conrad Anker também é atualmente uma figura de renome: com três escaladas do Evereste, este alpinista descobriu em 1999 os restos congelados do britânico George Mallory no alto da face norte da montanha, apenas alguns meses antes da avalanche em Shishapangma que matou Alex Lowe. Naquela época, tal como agora, a omnipresença do perigo de morte também fazia parte da sua vida – mas será que, quando Conrad se casou com a viúva de Alex Lowe e adotou os três meninos, Max receou que a história se pudesse repetir para a sua família?

“Sim e não”, diz Max Lowe. “Eu compreendia porque é que o Conrad e o Alex precisavam de sair e perseguir aquela sensação. E [depois da avalanche] eu percebi que o Alex podia ter morrido. E isso assustou-me bastante. Mas tal como eu disse ao Alex antes de ele partir para Shishapangma em 1999... eu compreendia porque é que ele tinha de ir. E que era uma decisão que só ele podia tomar.”

Esquerda: Superior:

Jennifer Lowe-Anker lê cartas de Alex Lowe na sua casa em Bozeman, no Montana, onde Jennifer e Conrad Anker ainda vivem atualmente.

Direita: Fundo:

Conrad Anker brinca com Isaac Lowe-Anker numa viagem feita a Marrocos em 2002, três anos após a morte de Alex Lowe. Isaac tinha 4 anos quando o pai faleceu.

fotografias de JENNIFER LOWE-ANKER

“Não mudou realmente nada quando o Conrad entrou nas nossas vidas”, acrescenta Max. “Creio que todos nós queremos algo das pessoas que amamos – mas quando amamos realmente alguém, percebemos que gostamos dessa pessoa porque ela é como é. Foi assim que todos nós olhámos para o Conrad, e compreendemos que ele abdicou de muito para estar lá para nós enquanto família. E que ele também precisava de continuar a ser ele próprio.”

"Divididos" revela que o vínculo entre Conrad Anker e Max Lowe é profundo, mas complexo. Numa das cenas, Max confidencia a Conrad que “houve sempre um muro entre nós... um pouco como se eu não conseguisse falar contigo sobre algumas coisas porque eram demasiado dolorosas para trazer ao de cima”.

Numa publicação feita recentemente no Instagram para celebrar o aniversário de Max, Conrad Anker falou sobre o orgulho que sente em Max por este ter a coragem de contar a sua história: “Não foi fácil desabafar e partilhar a nossa jornada... Aprendemos com o processo e a tua dedicação vai ajudar outros a lidar com o seu luto... Amor pai.”

O casamento de Conrad Anker com Jennifer Lowe em Ravello, Itália, em 2001, com Isaac, Max e Sam na fotografia. Ao contrário dos irmãos, Max não adotou o nome Lowe-Anker.

Fotografia por KIM GAYLORD

A família Lowe-Anker numa viagem à Antártida. Em "Divididos", Jennifer refere-se à vida familiar como ‘aventureira’.

Fotografia por MAX LOWE

Da esquerda para a direita vemos Isaac, Jennifer, Sam, Conrad e Max, junto ao memorial de Alex Lowe e David Bridges no acampamento-base de Shishapangma, em 2016. A família viajou reunida para recuperar os restos mortais de ambos os alpinistas, realizando uma cerimónia de cremação nas encostas da montanha onde ambos morreram.

Fotografia por NATIONAL GEOGRAPHIC/MAX LOWE

Para Max, o resultado emergente é uma história não apenas de perda, mas também de conquista – e esperança. “Quando estava a explorar e a fazer o filme, encontrei realmente muito mais significado no amor que eu tinha pela minha família. Espero que esta seja uma história que, quando as pessoas se afastam, sintam o valor do amor que têm, porque esse amor é frágil. Escalar penhascos e montanhas altas é uma visão assustadora para a pessoa comum. Mas, na minha opinião, expormo-nos para conseguirmos confiar e amar é uma das coisas mais assustadoras que os humanos podem fazer.”

Equilibrar duas vidas

Portanto, a questão no seio de "Divididos" é o equilíbrio entre o que Alex Lowe procurava e o que deixava para trás – e o que um filho encontrou ao explorar a história do seu falecido pai.

“Não fiz isto para apontar o dedo a ninguém, ou para fazer parecer que alguém tomou as decisões erradas na vida. A vida que os meus pais tinham... eles eram os meus heróis por serem assim”, diz Max. “O Alex visitava lugares incríveis e enviava-me postais de Katmandu e de outras partes do mundo, parecia um conto de fadas. Ter um pai que viajava e fazia estas coisas loucas, acho que isso teve um impacto em mim que moldou quem eu sou até hoje. Isso fez-me acreditar profundamente que eu conseguia encontrar algo de que gostasse e fazer disso a minha vida.”

Max acrescenta que, se formos afortunados o suficiente para encontrar [isso], sacrificamos tudo para o perseguir. “Existe um equilíbrio que todos nós precisamos de atingir... entre um amor egoísta e um amor altruísta pelas pessoas que nos suportam.”

Esta entrevista foi editada por motivos de extensão e clareza.

"Divididos" está disponível no Disney+ a partir de 4 de fevereiro.


Este artigo foi publicado originalmente em inglês no site nationalgeographic.co.uk

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