Viagem à História Vibrante de Havana Antiga

Com várias raízes indígenas, africanas e europeias, a cultura e arquitetura de Havana reflete a história de conquista, escravatura, liberação e revolução. Escolhida no início do séc. XVI pela sua localização estratégica na costa do noroeste da ilha, Havana tornou-se o maior porto das colónias espanholas das Caraíbas. A disposição original de Havana Vieja - Havana Antiga - ainda está intacta. O ordenamento dos edifícios nos séculos XIX e XX preservaram a integridade da arquitetura da cidade. Os portões de ferro forjado, pátios interiores e colunatas de pedra decoram os edifícios das suas cinco praças principais. Entre cerca de 900 estruturas históricas circundantes, alguns destaques incluem o Castillo de la Real Fuerza, um dos portos mais antigos da América, a Catedral de la Habana do séc. XVIII na praça com o mesmo nome, e o Museo de la Ciudad, localizado num palácio barroco na praça original da cidade de Havana. Mesmo com reconhecimento internacional, o trabalho de preservação do centro histórico da cidade continua a ser feito. Visitantes de todo o mundo afluem a Cuba pelas suas praias intocadas, vida noturna excitante e herança cultural rica e fascinante de arte, música e design. Viajar para Cuba é muito mais fácil para cidadãos norte-americanos do que já foi mas consulte o website do Departamento Estatal para ver os avisos consultivos atuais.
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Explore os Mistérios de Moai na Ilha de Páscoa

Aqui, isoladamente, acerca de 3700 quilómetros a oeste da América do Sul e a 1700 quilómetros da ilha vizinha mais próxima, os Rapa Nui desenvolveram uma cultura arquitetónica e artística distinta. Esta cultura atingiu o seu apogeu durante os séculos X a XVI, quando os Rapa Nui esculpiram e ergueram cerca de 900 moai pela ilha.

Este Túmulo Colossal é um Monumento Duradouro ao Amor

Com ou sem promessa, Shah Jahan verteu paixão e riqueza na construção de tal monumento. Diz-se que cerca de 20 000 escultores, pedreiros e artistas da Índia, Turquia e Iraque foram contratados para trabalhar sob a ordens de uma equipa de arquitetos na edificação do Taj Mahal, nos jardins luxuriantes das margens do rio Yamuna, em Agra. A tarefa hercúlea foi levada a cabo entre 1631 e 1648. Ainda que o perfil de arco e cúpula em resplandecente mármore branco se tenha tornado emblemático, há muitas outras maravilhas nos pormenores intrincados do Taj Mahal: pedras semipreciosas embutidas, entalhes e versos do Corão caligrafados criam um espaço interior encantatório, onde Shah Jahan visitava os restos mortais da sua esposa, até ao dia em que foi sepultado a seu lado. As célebres cúpulas em mármore do Taj Mahal encontram-se enquadradas por quatro minaretes, dos quais os muçulmanos são chamados para as orações. Cada um deles foi projetado com uma ligeira inclinação para o exterior, possivelmente, como forma de proteger o mausoléu principal, no caso de um deles ruir. Dois edifícios em grés vermelho ladeiam o mausoléu principal, em lados opostos. Um, a oeste, é uma mesquita. O outro é uma antiga pousada. Estes edifícios situam-se entre jardins luxuriantes, com um enorme espelho de água, que faz aquilo que nenhum outro ser humano conseguiu — replicar a beleza do Taj Mahal. O próprio Shah Jahan maravilhou-se com a beleza daquela imagem até ao fim dos seus dias — mas como prisioneiro, não como governante. O seu filho, Aurangzeb, tomou o trono mogol e encarcerou o seu pai no Forte Vermelho de Agra (ele próprio Património Mundial e uma popular atração turística). Fosse como forma de consolo ou de tortura, Shah Jahan tinha uma vista para o Taj Mahal da janela do seu cárcere. Como chegar Agra é uma das principais cidades do estado indiano de Utar Pradexe e está bem preparada para receber um grande número de visitantes — cerca de três milhões de pessoas visitam o Taj Mahal todos os anos. Pode chegar-se à cidade de autocarro, comboio ou através de um serviço aéreo (limitado). Adicionalmente, a cidade dispõe também de um vasto leque de equipamentos e instalações para turistas. O acesso ao complexo do Taj Mahal é feito a pé. Quando visitar O Taj Mahal encontra-se aberto durante todo o ano e o número de visitantes é sempre elevado, apesar de os novos sistemas de bilhética terem reduzido os tempos de espera nas horas de ponta. Aqueles que procuram os períodos de maior paz e contemplação, poderão tentar chegar ao início ou ao final do dia. A única altura em que o Taj Mahal não pode ser visitado é às sextas-feiras, que é quando se encontra fechado. O que visitar O interior do mausoléu é um espaço deslumbrante, ainda que pequeno, que merece ser explorado com tempo. Contudo, boa parte de qualquer visita ao Taj Mahal será passada a admirar o monumento do exterior. A brancura do mármore do mausoléu varia de cor e de tom consoante a atmosfera do mundo exterior — uma transformação tão fascinante que, só por si, justifica a observação do edifício em diferentes períodos do dia, seja sob o brilho róseo do amanhecer, ou a luz mágica de uma lua cheia.