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Equinócio: Kukulcán Desce à Terra

No equinócio, Kukulcán é celebrado com um espetáculo de luzes espetacular. A divindade serpente mesoamericana desce à Terra para banir a estação seca em Chichén Itzá, no México. Estas são imagens do espetáculo “Perseguir o equinócio”.
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Bill Gates Explica Como Acabar com a Pandemia e Preparar-nos Para a Próxima

A COVID-19 criou uma série de efeitos negativos na saúde e no bem-estar humanos. Numa entrevista conduzida por Susan Goldberg, da National Geographic, Bill Gates descreve como o mundo pode virar as coisas ao contrário.

Descubra 'Steve', Um Novo Tipo de Aurora

Foi recentemente descoberto um tipo de aurora boreal roxo em forma de linha denominado STEVE. As auroras mais comuns, também chamadas auroras boreais, são difusas e geralmente são verdes ou amarelas, por vezes com uma orla roxa ou rosa. Observadores amadores chamaram a atenção dos físicos para estas faixas orientadas para este-oeste. 'Steve' era um nome provisório, mas pegou, tornando-se posteriormente oficial, e significando Strong Thermal Emission Velocity Enhancement (Emissão Térmica Forte com Aumento de Velocidade). As auroras normais seguem uma série de acontecimentos: partículas solares carregadas atingem o campo magnético terrestre, fazendo brilhar átomos a grande altitude na atmosfera. O fenómeno STEVE acontece quando o plasma - partículas carregadas e quentes - se move ao longo das linhas do campo magnético. As auroras STEVE ocorrem a cerca de 160 quilómetros de altitude, 60 quilómetros acima das auroras comuns, e são visíveis além do alcance de visão das luzes mais conhecidas. Por vezes parecem projetar-se faixas verdes do tronco roxo, muito mais baixas na atmosfera do que a faixa principal. A sua causa é desconhecida. E como é que as correntes de iões se tornam uma aurora STEVE roxa e brilhante? Isso também é um mistério.
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Colocar Sensores em Aves Marinhas Pode Melhorar Previsões Meteorológicas

No futuro, os dados enviados por aves marinhas como as cagarras podem melhorar a precisão das previsões meteorológicas. Todos os anos, cagarras visitam as costas e ilhas do Leste Asiático para se reproduzirem, regressando das suas viagens de inverno às águas tropicais e subtropicais. Devido à sua ampla e variada extensão, grande parte da qual longe de terra, Katsufumi Sato, explorador da National Geographic e ecologista comportamental da Universidade de Tóquio, incluiu estas aves marinhas na sua equipa de investigação. Ao equipar as cagarras com gravadores de dados meteorológicos leves, Sato é capaz de recolher informações de pontos no oceano, incluindo temperatura, velocidade do vento e correntes, e compará-las com resultados de outras fontes. Ele planeia adicionar transmissores aos instrumentos, o que pode aumentar os dados provenientes de navios, boias e satélites.